
Carlos Pinto vence de novo a Câmara, sem surpresa e com menos mil votos. 56,69% dos eleitores
covilhaneinses, onde pesa a ampla rede clientelar pacientemente urdida ao longo destes

mandatos, decidiram manter o rumo alienado que o
Grémio* tem criticado. A freguesia do "chá com biscoito" vai-se dissipando e não há sinais de emergir uma vontade social mais lúcida e conforme aos desígnios do século XXI, incompatíveis com o atavismo de um certo Portugal ignorante e trauliteirio, a roçar a boçalidade, como ficou patente nalgumas acções desta campanha.
Até 2013 o concelho prosseguirá "em frente", como até aqui, perseguindo miragens que encalacram o tutano, para gáudio de basbaques; promovendo eventos, candidatos, cherovias e outras batatas com olhos como providenciais réplicas do querido líder. Tudo a expensas suas, caro contribuinte. Mas que interessa isso, quando a eleição dá pão para a boca... Talvez Pinto faça falta a muita gente, como se ouve por aí, apesar de aparecer cada vez mais só e soterrado pelo legado, como transparece
nesta imagem.