20081029
O (rude) desenvolvimento rural 5 estrelas
A Rude, Associação de Desenvolvimento Rural presidida por Carlos Pinto, parece ter no terreno uma inédita estratégia, co-financiada pelo Ministério da Agricultura e pelo programa Leader, votada ao lema Covilhã, cidade cinco estrelas. - Quiçá a sementeira de pendões e outdoors pelas ruas e postes da cidade seja mais que "pasto para os olhos" e contribua para inverter a pobreza e o abandono do mundo rural, suposta missão daquelas entidades.
Temas:
CM Covilhã
20081027
Prémio Romão Vieira (3)
O terceiro nomeado ao Prémio RV (1, 2) é José Geraldes, pela verve ficcional: "a Covilhã está a entrar no conceito das “cidades criativas” [!] (...) que consiste na teoria dos três T : tecnologia, talento e tolerância [?] como chave do desenvolvimento económico (...) “As classes criativas ...querem viver em locais onde podem reflectir e reforçar a sua identidade enquanto pessoas criativas. Não querem ser actores passivos no local onde habitam. [!] Querem gozar a cultura de rua [?], mistura de cafés e pequenas galerias [?], onde não se traça a linha divisória entre participante e observador (...) A Covilhã , como cidade média do Interior, mostra já capacidade de resposta aos critérios das cidades criativas para atrair os talentos e fixar pessoas."
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Pensará JG nesta mesma Covilhã, onde se tenta domesticar quase tudo, desde a produção e oferta cultural à concorrência empresarial e à pluralidade de opinião, em particular a publicada? A que espécie de tolerância se referirá? Perante o abuso de poder? Estará JG a pensar na tolerância caridosa para com os que pensam e agem de modo alternativo? Na tolerância para com o crime ambiental e urbanístico? Na tolerância para com a perseguição ou asfixia de pessoas e organizações por motivos políticos? Na tolerância para com a diferença, seja ela de que cariz for, desde que não nos bata à porta? - Poder-se-á aplicar com propriedade o conceito de cidade criativa à Covilhã, à luz daqueles três parâmetros? Não estará JG a extrapolar indevidamente o conceito ou a confundir um desejo com uma realidade? Não estará, enfim, a confundir tolerância com apatia ou, mais grave, resignação? - Numa coisa o Grémio* pode concordar com o nomeado: sem diversidade não há desenvolvimento humano e, sem este, falha o desenvolvimento económico, no município e no país. Por muito que doa a certos arautos, é precisamente aí que falha o discurso triunfalista.
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Pensará JG nesta mesma Covilhã, onde se tenta domesticar quase tudo, desde a produção e oferta cultural à concorrência empresarial e à pluralidade de opinião, em particular a publicada? A que espécie de tolerância se referirá? Perante o abuso de poder? Estará JG a pensar na tolerância caridosa para com os que pensam e agem de modo alternativo? Na tolerância para com o crime ambiental e urbanístico? Na tolerância para com a perseguição ou asfixia de pessoas e organizações por motivos políticos? Na tolerância para com a diferença, seja ela de que cariz for, desde que não nos bata à porta? - Poder-se-á aplicar com propriedade o conceito de cidade criativa à Covilhã, à luz daqueles três parâmetros? Não estará JG a extrapolar indevidamente o conceito ou a confundir um desejo com uma realidade? Não estará, enfim, a confundir tolerância com apatia ou, mais grave, resignação? - Numa coisa o Grémio* pode concordar com o nomeado: sem diversidade não há desenvolvimento humano e, sem este, falha o desenvolvimento económico, no município e no país. Por muito que doa a certos arautos, é precisamente aí que falha o discurso triunfalista.
Temas:
CM Covilhã
20081026
20081025
Política "local"
"O discurso dos partidos, a nível local nota-se melhor, é de uma grande pobreza. Sem ideias e sem projectos estusiasmantes (o seu maior projecto é a conquista do poder, tão só) os partidos já não são espaços de acção criativa e, muito menos, de intervenção... política. Os partidos afastaram-se da luta política verdadeira para se dedicarem a jogos de conveniência (a maior parte do tempo ocupam-no com lutas pela distribuição de lugares ou com intrigas de pacotilha)." Café Mondego
20081024
Carlos Pinto desmentido
Pinto parece confundir os planos pessoal e institucional. A demarcação dos autarcas da região do comunicado abusivamente apresentado em nome da Comurbeiras só os dignifica. É pena que na Covilhã tarde tal clareza, a bem da lisura democrática.
Temas:
CM Covilhã
20081022
Excelência, com Carlos Pinto?
Carlos Pinto lembrou-se agora, reza a imprensa acólita, de pedir ao governo um pólo de excelência, mas ignora-se se de excelência empresarial, tecnológica, industrial, turística, ambiental, urbana ou cívica. É que em todos estes domínios Carlos Pinto pôs o dedo e em nenhum deles conseguiu levar a cabo uma intervenção competente e acertada.
- Quis fazer um parque de ciência e tecnologia no Tortosendo que até agora se reduz a uma zona "industrial": de investigação, inovação e tecnologia nada tem. Carlos Pinto tem revelado, aliás, um condão especial para repelir investigadores e empresas, bem patente na fraca qualificação das pessoas de que se rodeia (ou que o toleram) e na escassa fundamentação técnica das acções que põe em prática, como no caso do abbate dos sobreiros;
- Quis "remodelar" o Pelourinho e, incapaz de promover um concurso de ideias e envolver os actores sociais mais interesados, acabou com o Pelourinho enquanto praça pública, arruinando por arrasto o comércio tradicional;
- Quis recuperar a zona antiga da cidade e criou uma Sociedade de Reabilitação Urbana que até agora pouco mais fez que demolir e esventrar quarteirões ou alimentar-se a si mesma. Dela, o prof. Esgalhado pouca notícia dá...;
- Quis fazer, ou sonhou, com uma cidade, a "Grande Covilhã" e não fez mais que espalhar loteamentos desconexos entre circunvalações e crateras, onde não há uma rua digna nem se descortina algum princípio orientador;
- Quis fazer uma "aldeia de montanha" nas Penhas da Saúde e tolerou que aquilo se transformasse num subúrbio pretensioso, contrariando a linha de qualificação iniciada nos anos 70;
- Quis fazer um colégio internacional, ao qual ofereceu privilegios obscenos, e foi um logro;
- Quis fazer um centro de artes e desistiu, defraudando as expectativas dos compradores;
- Quis desactivar o (antigo) mercado a pretexto de construir um novo, primeiro no campo das festas, depois no famigerado Gameiro. Oferecido o mercado para estacionamento e um Call Center, anuncia-se a desistência do concurso para o novo mercado;
- Quis fazer passar a ideia de que a Câmara se opunha à criação do Pólo turístico da Serra da Estrela, sem que a Assembleia Municipal tivesse abordado o assunto, envolvendo-se numa lamentável quezília pública que sugere motivações pessoais...;
- Como se não bastasse confundir-se com a Câmara, envolveu-se numa trapalhada de comunicados que desacreditou também o funcionamento democrático da Comurbeiras;
- Quis fazer um discurso de comemoração da elevação da covilhã a cidade e não passou do latimbório trauliteiro a que nos habituou, que envergonha qualquer republicano de boa cepa.
- Excelência? - Há pessoas que não se enxergam, não há?
- Quis fazer um parque de ciência e tecnologia no Tortosendo que até agora se reduz a uma zona "industrial": de investigação, inovação e tecnologia nada tem. Carlos Pinto tem revelado, aliás, um condão especial para repelir investigadores e empresas, bem patente na fraca qualificação das pessoas de que se rodeia (ou que o toleram) e na escassa fundamentação técnica das acções que põe em prática, como no caso do abbate dos sobreiros;
- Quis "remodelar" o Pelourinho e, incapaz de promover um concurso de ideias e envolver os actores sociais mais interesados, acabou com o Pelourinho enquanto praça pública, arruinando por arrasto o comércio tradicional;
- Quis recuperar a zona antiga da cidade e criou uma Sociedade de Reabilitação Urbana que até agora pouco mais fez que demolir e esventrar quarteirões ou alimentar-se a si mesma. Dela, o prof. Esgalhado pouca notícia dá...;
- Quis fazer, ou sonhou, com uma cidade, a "Grande Covilhã" e não fez mais que espalhar loteamentos desconexos entre circunvalações e crateras, onde não há uma rua digna nem se descortina algum princípio orientador;
- Quis fazer uma "aldeia de montanha" nas Penhas da Saúde e tolerou que aquilo se transformasse num subúrbio pretensioso, contrariando a linha de qualificação iniciada nos anos 70;
- Quis fazer um colégio internacional, ao qual ofereceu privilegios obscenos, e foi um logro;
- Quis fazer um centro de artes e desistiu, defraudando as expectativas dos compradores;
- Quis desactivar o (antigo) mercado a pretexto de construir um novo, primeiro no campo das festas, depois no famigerado Gameiro. Oferecido o mercado para estacionamento e um Call Center, anuncia-se a desistência do concurso para o novo mercado;
- Quis fazer passar a ideia de que a Câmara se opunha à criação do Pólo turístico da Serra da Estrela, sem que a Assembleia Municipal tivesse abordado o assunto, envolvendo-se numa lamentável quezília pública que sugere motivações pessoais...;
- Como se não bastasse confundir-se com a Câmara, envolveu-se numa trapalhada de comunicados que desacreditou também o funcionamento democrático da Comurbeiras;
- Quis fazer um discurso de comemoração da elevação da covilhã a cidade e não passou do latimbório trauliteiro a que nos habituou, que envergonha qualquer republicano de boa cepa.
- Excelência? - Há pessoas que não se enxergam, não há?
Temas:
CM Covilhã
20081020
Pavilhão Paulo Rosa
Paulo Rosa sonha com o dia em que a Covilhã receberá "grandes competições desportivas nacionais e internacionais", donde deduz a "necessidade estratégica" de construir um pavilhão municipal. - Se não soasse tão anacrónico, próprio do tempo em que as autarquias semeavam naves à toa, malbaratando os fundos de coesão em empreitadas concepção/construção, untos e lápides, arriscava-se a ser levado a sério.
Temas:
CM Covilhã
20081018
Patrão, Pinto e o poder "local"
Carlos Pinto diz que a CMC não integra o pólo turístico da Serra da Estrela por [ele 1] discordar dos estatutos, publicados em Diário da República e por [ele 2] se opor à “manipulação de estruturas de raiz municipal para objectivos e lógicas pessoais e partidárias”. Que atrevimento! - Por seu turno, Jorge Patrão afirma: “Pinto já nos habituou a, quando não manda não participa. Não percebo porque é que tem que ser sempre o presidente da CMC a mandar nas coisas”. Um mimo!
Temas:
CM Covilhã
20081017
Covilhã Maior apoia Pinto, uma novidade
Até nos viadutos o Covilhã Maior reconhece a inovação que há em Carlos Pinto, pelo que apoia a sua re-re-re-recandidatura em 2009. Sem argumentos, o Grémio* vê-se na obrigação de o citar: “vozes de burro não chegam ao céu”. É um castiço, este Carlos Proença.
Temas:
CM Covilhã
Covilhã Shopping: inflexões
Carlos Pinto, em entrevista à RCB, diz que "a câmara foi benevolente no processo [de licenciamento/ encerramento do CovilhãShopping/ Monteverde] (...), até ao momento em que se sentiu enganada pelo administrador do edifício. (...) Para Carlos Pinto ninguém está acima da lei [!] "exigimos licenças a quem constrói capoeiros [Ah!] e não exigíamos a estes senhores só porque têm uma insígnia pensam que estão acima da lei, com a câmara da Covilhã estão enganados". Depois, o JF narra, na mesma edição, que a Câmara da Covilhã fecha o Shopping esta noite, depois que há Obras a decorrerem para tentar evitar fecho do Covilhã Shopping e, finalmente, na última página de publicidade institucional, a Câmara da Covilhã suspende encerramento de shopping. - Note-se que este Shopping terá sido inaugurado há 16 anos pelo mesmo presidente da Câmara. Alguém entende isto?
Já que falamos de inflexões, consegue o lúcido leitor entender o alinhamento assinalado?
Já que falamos de inflexões, consegue o lúcido leitor entender o alinhamento assinalado?
Temas:
CM Covilhã
20081015
O Ambiente segundo Carlos Pinto
De cada vez que fala, melhor transparece o que o move. Carlos Pinto parece confundir-se com a Câmara e comenta a reclassificação de terrenos no Tortosendo com declarações deste jaez: “de vez em quando vêm umas pessoas de fora, não se sabe de onde, com posições reaccionárias que é o que caracteriza essa associação” ou “a Quercus é um negócio e por isso tem pouca credibilidade na CMC”. (RCB) (+)
Para um autarca com a pretensão de tornar aquela Zona Industrial um Parque de Ciência, fica mal não dar lugar ao conhecimento. É que não tem razão quem quer. - Não haverá na Câmara quem explique a Carlos Pinto que as empresas tecnológicas e os investigadores "de ponta" são geralmente alérgicos à opacidade destes procedimentos e ao mau ambiente provocado pelo "modelo de ordenamento" que vem infligindo ao concelho? - Não haverá quem lhe explique que a degradação ambiental que a sua "política urbana" tem provocado lesará o bem público (de que a economia é apenas uma ínfima parte) a longo prazo? Não haverá quem lhe explique (alguém como o Paulo Rosa, enfim), que a sua postura pode mesmo revelar um desfasamento cultural confrangedor? - Citando Antero, contristam-nos "as misérias morais dos homens que pela posição, pela autoridade, pelos anos, têm missão de dar o exemplo". Pesaroso, o Grémio* tem a franqueza caridosa de lho dizer.
Para um autarca com a pretensão de tornar aquela Zona Industrial um Parque de Ciência, fica mal não dar lugar ao conhecimento. É que não tem razão quem quer. - Não haverá na Câmara quem explique a Carlos Pinto que as empresas tecnológicas e os investigadores "de ponta" são geralmente alérgicos à opacidade destes procedimentos e ao mau ambiente provocado pelo "modelo de ordenamento" que vem infligindo ao concelho? - Não haverá quem lhe explique que a degradação ambiental que a sua "política urbana" tem provocado lesará o bem público (de que a economia é apenas uma ínfima parte) a longo prazo? Não haverá quem lhe explique (alguém como o Paulo Rosa, enfim), que a sua postura pode mesmo revelar um desfasamento cultural confrangedor? - Citando Antero, contristam-nos "as misérias morais dos homens que pela posição, pela autoridade, pelos anos, têm missão de dar o exemplo". Pesaroso, o Grémio* tem a franqueza caridosa de lho dizer.
Temas:
CM Covilhã
20081014
A cherovia do poder
"Como sabem, na Covilhã tudo serve para "promover" a cidade e o seu grande líder, o mais populista, demagogo político da região." Café Mondego
Temas:
CM Covilhã
20081013
Esgalhado e o Mercado Municipal (2)

Take 1: Esgalhado reflecte: "“Ninguém ganhou o concurso [para o novo Mercado Municipal] nos termos em que decorreu”, por as propostas terem “excedido as necessidades locais”, informa João Esgalhado, vice-presidente da Câmara da Covilhã. O autarca adianta que o executivo vai agora seleccionar uma empresa para reformular o projecto, com base em novas directrizes, e apresentar um desenho mais ajustado ao que se pretende. Segundo João Esgalhado as propostas apresentadas no início de Julho tinham uma “volumetria e dimensão excessivas”, uma situação decorrente da liberdade que foi dada, sem restringir suficientemente à partida os critérios.“Temos vindo a procurar soluções, a reflectir sobre a melhor solução. As coisas estão bem encaminhadas para, assim encontremos o financiamento, no próximo ano lançar a obra”, acentua o autarca."NC
Take 2: O Grémio* reflecte, também, sobre as (eventuais) razões para concursos deste género não correrem bem aqui na Covilhã. Continuamos a reflectir, enfim, sobre a reiterada incapacidade do Vereador João Esgalhado, um dos putativos sucessores de Carlos Pinto, em dar explicações convincentes à cidade. - Porque quer Esgalhado "seleccionar uma empresa" na sequência de um concurso público cujo desfecho se ignora? Caberá tal desejo no novo Código de Contratação Pública ou tudo não passa de interpretação equívoca do "jornalista" que no-lo transmite? Não contribuiria o concurso público, aberto à livre e sã concorrência, para elevar a qualidade das propostas e a transparência das decisões, como seria desejável? Estando o Call Center prestes a inaugurar no mercado municipal (talvez para o telemarketing da cherovia...), ainda fará falta "outro" mercado? - Na falta de respostas oficiais, aceitam-se pistas que ajudem a desvendar estes e outros enigmas correlacionados.
Temas:
CM Covilhã
20081010
"trolls do condomínio"
"A estratégia dos trolls é simples: consiste em desconstruírem objectivamente as questões relevantes, para que as coisas menores ganhem importância..." Carpinteira
20081009
A água, senhores
Voltou (aqui e aqui) a discussão em torno do aluguer dos contadores. Será ou não um abuso a Águas da Covilhã, EM, cobrar 4,4o € de Tarifa de Disponibilidade?
Temas:
CM Covilhã
20081007
Reforma(dos) do executivo camarário
A recente troca de vereadores da Câmara da Covilhã faz com que o Grémio* relembre o seguinte sobre a elite autárquica covilhanense: Carlos Alberto Pinto, o presidente da Câmara, encontra-se reformado desde 2005, com 3099.03 €/mês; Joaquim António Matias, 40 e poucos anos, vereador deposto, estava já reformado desde 2005 com a pensão de 2537.89 €/mês; João Manuel Proença Esgalhado, 40 e poucos anos, vereador, está reformado desde 2005, com 2185.41 €/mês. Segundo a Lei 52/A/2005 (se não houver outra mais favorável), parece que cada um destes pode acumular 1/3 das reformas com os vencimentos de presidente (3.708,00€) e de vereador (2.966,40€), sem contar com os acréscimos referentes a ajudas de custo, subsídios de alimentação, "administração" de empresas municipais, entre outras sinecuras. Reformados ao fim de meia dúzia de anos, estes insubstituíveis ainda declaram com enfado o grande esforço que fazem "por nós", omitindo tais privilégios. Também por esta razão se conclui que a não limitação dos mandatos perverte e enquista a República.
Temas:
CM Covilhã
20081005
Viva a República!
“Portugal é uma República soberana, baseada na dignidade da pessoa humana e na vontade popular e empenhada na construção de uma sociedade livre, justa e solidária”. Constituição da República Portuguesa, artº1º
Em prol da elevação do padrões cívicos, o Grémio da Estrela* combate a obscuridade na relação política entre o cidadão e o Estado, em particular nas áreas da administração pública local, onde falece a ética republicana. Guiados por esse imperativo, celebramos hoje e sempre os valores fundamentais da República: Liberdade, Igualdade e Fraternidade!
Em prol da elevação do padrões cívicos, o Grémio da Estrela* combate a obscuridade na relação política entre o cidadão e o Estado, em particular nas áreas da administração pública local, onde falece a ética republicana. Guiados por esse imperativo, celebramos hoje e sempre os valores fundamentais da República: Liberdade, Igualdade e Fraternidade!
20081003
Cândido(ato) PS
Telma Madaleno, em nome duma tal Comissão Política Concelhia do PS Covilhã, desmente a candidatura de Margarida Lino à Câmara, que a própria já havia desmentido... Foi lamentável conhecer 4 hipotéticos e inconvenientes candidatos do PS. Podendo embora haver contra-informação do polvo PSD, o comunicado de TM reduz a política a meras formalidades de secretaria, nada mais!
Temas:
CM Covilhã
Bernardino Gata, o PSD e a coisa pública
Segundo consta, Bernardino Gata, destacado membro do PSD covilhanense, parece ter edificado a sua própria casa em terreno pertencente ao domíno público municipal. A Assembleia Municipal, que aquele senhor lidera, terá agendado a passagem desse terreno ao domínio privado... por cerca de 200€!
Temas:
CM Covilhã,
Corrupção
20081002
A rotunda que falta
O Grémio* dá uma ideia para a Rotunda Carlos Pinto, junto ao Centro de Artes, no encalço da fabulosa série que alinda a cidade.
Temas:
CM Covilhã
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