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20090411

"Benesses" do "dr. Carlos Pinto"

Em resposta às críticas que um certo sr. Lourenço Brito terá feito ao eleitoralismo das "medidas de apoio social" da CMC, veio esta semana a terreiro, que é como quem diz, nos pergaminhos do Jornal do Fundão, um conjunto de cartas em defesa dessas "benesses" e do próprio Carlos Pinto que espelham bem, entre outras coisas, o fanatismo a que conduz a personalização do poder. - A si, caro leitor, parece-lhe lícito chamar "benesse", mais ou menos o mesmo que "esmola", a estes "apoios" públicos? - Estará mesmo em causa o amor pelos idosos do concelho, como vimos noutra ocasião? - Serão estas reacções motivadas pela genuína preocupação com a miséria alheia? "Benesses que o nosso presidente "?

20090303

Caridade(zinha) de Carlos Pinto

"Medidas da Câmara da Covilhã para combater a crise: Hoje, todos os Tortosendenses receberam por correio uma boa noticia por parte da Câmara Municipal da Covilhã, a qual decidiu isentar de pagamento o custo do serviço de refeição e do prolongamento de horário de todas as crianças dos Jardins de Infância e EB1 do Concelho da Covilhã. Entrando a medida em vigor a partir do dia 02 de Janeiro de 2009. É de louvar actos como este, em que todos os pais que têm filhos em idade escolar agradecem..."
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Agradecerão. Mas esta aparente "boa notícia" não faz esquecer o essencial: a cobertura de creches (nos jardins de infância a situação é um puco melhor) não responde às necessidades do município, como demonstram as longas listas de espera nas instituições públicas e privadas. Os elevados preços praticados para as crianças que têm vaga são consequência desse desajustamento. Os pais conhecem bem a situação e desenrascam-se como podem... sujeitando-se a atravessar a cidade várias vezes ao dia para deixarem as crianças nas instituições, nos avós ou em amas. Grande parte do tráfego tem essa causa, aliada ao deficiente planeamento urbano.

Se nestes quatro mandatos a Câmara pouco se importou com isso, por que vem agora mostrar procupação? Será mesmo pela crise? Por amor? - Não seria mais acertado e verdadeiramente estrutural, em vez dos aeroportos e do forró com que nos insultam a inteligência, apostar no que é importante, na criação de equipamentos de apoio à família, em vez de lançar umas migalhas aos pais em ano eleitoral, abrangindo injustamente os que podem e os que não podem pagar?

20081230

Pinto e os idosos...

Soube o Grémio* que a CMC promoveu um "convívio de Natal" para 3.000 idosos. Além do almoço, tal convívio foi abrilhantado com actuações de "artistas" convidados (Emanuel, Clemente, Romana e Luís Filipe Reis) e encerrou com o habitual discurso de Pinto contra o centralismo (que certamente pagou o regabofe).

Pinto viu neste evento um meio de "celebrar a amizade". Uma velhinha achou mesmo que "O presidente da Câmara Municipal é visto pelos que estiveram presentes como uma pessoa que se preocupa com os problemas dos mais velhos. É muito bom o amor que o presidente tem pelos idosos, muito diferente daquelas pessoas que os abandonam"!

Não obstante a merecida confraternização de idosos e o reconhecido dever da Câmara em pomovê-la, a forma algo desproporcionada deste evento corre o risco de ser considerada eleitoralista, se não oportunista. Não será discutível gastar em cachets de artistas e festas deste tipo o suficiente para uma política de acção social continuada, que não há?