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20110923

A Igreja e o PSD

A Igreja católica não descura a intervenção política directa nos mais variados sectores, especialmente na imprensa regional. Sendo proprietária do Notícias da Covilhã, uma espécie de Jornal da Madeira local que promove a perpetuação da intelligentsia covilhaneinse, não parece ter pejo em associar-se ao PSD e, por arrasto, a este Governo. Assegura a RCB que o "bispo da diocese da Guarda marcou presença nas jornadas parlamentares do PSD, que decorreram no Fundão, onde assistiu à conferência de Pedro Santana Lopes". - Nos misericordiosos tempos que atravessamos, o Grémio* preferia ver a Igreja comprometida com a salvação das almas, levantando-se em prol dos mais desfavorecidos, da justiça social e da ética pública, antes de se envolver na acção político-partidária, de onde, como bem lembra D. José Policarpo, pode não sair "com as mãos limpas". Tiudo às claras, portanto.

20100530

Parolos

"O inenarrável Presidente da Câmara da Covilhã chamou "parolo" ao Governador Civil da Guarda, por causa de um Hospital. "Parolo", entre outras coisas, significa "homem da serra", o que se apropria a Santinho Pacheco e a Carlos Pinto. Pinto é, pois, também "parolo". Aliás, ele é o parolo-mor da Beira Interior. Para além de ser um espertalhão. Pinto significa em termos de política de desenvolvimento tudo o que eu não quero para a minha cidade. As suas opções são quase sempre populistas e demagógicas. Por outro lado, não gosto da figurinha empertigada e arrogante... Pinto tem investido (com muito dinheiro gasto) na promoção da sua cidade. A investida é contínua: Covilhã, cidade da neve, das cherovias, da animação pimba e da selecção de futebol. E do Hospital Central. O homem esforça-se e produz sound bytes a gosto dos jornalistas. A delegação do Jornal do Fundão... é um exemplo da forma como um órgão de informação se coloca ao serviço de uma estratégia de propaganda. A maioria rende-se a Carlos Pinto e "a esquerda" baixa os braços." Café Mondego

20100503

Prémio Romão Vieira 24 - O penetra

O relato de uma distinção recebida pelo Centro Hospitalar da Cova da Beira no Jornal do Fundão desta semana serviu, tudo serve, de pretexto para a joint-venture Romão Vieira/Carlos Pinto, em vigor há vinte e tal anos, ofuscar o assunto da notícia e exaltar a resplandecente "visão" do edil que, por mera coincidência, "curiosamente, no dia anterior... [talvez sem saber de nada] veio publicamente e pela primeira vez defender que o "Pêro da Covilhã" passe a Hospital Central..." - Que terá pensado no seu íntimo João Casteleiro, director do CHCB, da deselegante intromissão?

20090615

Prémio Romão Vieira (10)

Dado que foi reservado o acesso electrónico, o Grémio* deu-se ao trabalho de reproduzir um pergaminho do Jornal do Fundão para fundamentar a renomeação do jogral ao homónimo Prémio Romão Vieira. Para poupar tempo ao leitor sem denegrir a qualidade jornalística da peça, apenas mantivemos legíveis as perguntas, pois as respostas nada adiantam. Ignore os pontos de interrogação e obterá o perfeito resumo de mais uma profética "entrevista" de Carlos Pinto. Junte ao cabeçalho e espere... espere pelo 5º mandato. Agora é que vai ser!

20090601

Prémio Romão Vieira (8)

Nomeação de Romão Vieira ao Prémio homónimo, por continuar a raspar o pergaminho do JF. Diz RV que "Carlos Pinto falou numa mesa redonda sobre "Deslocalização" perante cerca de 250 gestores de organizações internacionais... num debate de duas horas e meia [safa!]. Das vantagens da localização de um Call Center na Covilhã... recursos humanos qualificados... centralidade... entre outros aspectos."

O Jornal do Fundão tem o direito de continuar a endeusar o edil, mas será justo apontar o emprego de telefonistas precários como exemplo de desenvolvimento? Considera-o o "jornalista" (ou o director...) um novo paradigma de deslocalização, o suposto tema? Referir-se-ia o edil à "deslocalização" do mercado municipal? Terá o JF esquecido o seu passado, do qual em boa parte ainda vive?

20090429

Propaganda e "boa imprensa"

A Câmara do Fundão terá pago a módica quantia de 8.500,00€ pela publicação de um suplemento no Jornal do Fundão. 8.500,00€ por 1 (um) dia de trabalho e 3 ou 4 páginas impressas...! Será por estas e por outras que se tem "boa imprensa"? Será para contar com a "confiança" dos autarcas que o JF se alheou da realidade das populações? Andará isto ligado ao endeusamento de certas personagens locais?

20090411

Prémio Romão Vieira (6): Silva Ramos

Os ares da Páscoa transformam certas personagens na imagem viva do mártir paroquial. Assim Manuel Silva Ramos aparece justamente nomeado ao Prémio Romão Vieira. Desta vez, naquela novel(i)a semanal que nos chega plasmada nos pergaminhos* do Jornal do Fundão, o escritor (que ganhou um prémio em 1968) aplaude outro mártir que alomba com a cruz da misericórdia e da compaixão. Esse mesmo, caro leitor, eles juntam-se. Desinteressadamente, o Grémio* limita-se a amparar-lhe a lágrima, porque o género literário, esse é inefável, como pode constatar aqui ao lado.
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*Pergaminho -s. m. Pele de carneiro, cabra, ovelha ou cordeiro preparada com alúmen para nela se escrever...

"Benesses" do "dr. Carlos Pinto"

Em resposta às críticas que um certo sr. Lourenço Brito terá feito ao eleitoralismo das "medidas de apoio social" da CMC, veio esta semana a terreiro, que é como quem diz, nos pergaminhos do Jornal do Fundão, um conjunto de cartas em defesa dessas "benesses" e do próprio Carlos Pinto que espelham bem, entre outras coisas, o fanatismo a que conduz a personalização do poder. - A si, caro leitor, parece-lhe lícito chamar "benesse", mais ou menos o mesmo que "esmola", a estes "apoios" públicos? - Estará mesmo em causa o amor pelos idosos do concelho, como vimos noutra ocasião? - Serão estas reacções motivadas pela genuína preocupação com a miséria alheia? "Benesses que o nosso presidente "?

20090408

O pensador...

Quase nos passava ao lado a última prelecção de sapiência de Carlos Pinto, prodigalizada nos pergaminhos do Jornal do Fundão. Citamos as teses de maior espectro visionário, não fosse o leitor imputar ao Grémio* tamanha privação:

"Internacionalização e Inovação são elementos essenciais de saída para a economia portuguesa, num quadro de competitividade acrescida e de escassez de oportunidades no mercado interno... (A CMC tem proporcionado a abertura ao mercado ou, pelo contrário, favorecido os mesmos de sempre?) O Parkurbis já não é, apenas, uma simples promessa, mas ainda não é um êxito empresarial fulgurante. Mas para lá caminha (!)... Nascido por nossa iniciativa, daria um livro sobre como a acção pública estadual (haverá assessores brasileiros na CMC?) neste domínio... vocacionado para as novas tecnologias, capaz de competir com qualquer estrutura deste tipo, existente na Europa... Sem embargo do lugar para todos, não perceber que a mudança de matriz económica e empresarial no nosso País tem que partir da realidade existente, fazendo-a evoluir, é cometer erros de estratégia de desenvolvimento que se pagam caro, como está a acontecer entre nós (O Grémio* não diria melhor sobre a actuação da Câmara!)... Para além da Covilhã ser hoje uma cidade onde investir significa, um espaço de qualidade global (?!), quer para as famílias, os técnicos, os empresários."

20090206

Novel(i)a, por Manuel da Silva Ramos

O exílio na província de Manuel da Silva Ramos, escritor que ganhou um prémio de novelística em 1968, como é sabido, adquire agora visibilidade pelas crónicas que semanalmente assina nos pergaminhos do Jornal do Fundão.

Glosas que oscilam entre a autocomiseração e a lauda e que amiúde passam desapercebidas, dada a convergência com o Correio da Covilhã, responsabilidade do inefável Romão, não obstante a gálica verve.

Esta semana MSR surpreendeu, relativamente. Não só por se comparar a Paul Celan: "Depois como Paul Celan, o poeta que se suicidou por causa do nazismo, cavalguei a neve silenciosa do exílio político..."; mas pelo tema, menos obsoleto, e sobretudo pelas considerações sobre a liberdade de expressão na internet, de fortes traços surrealistas, como soie.

Transcrevemos um excerto dessa invectiva genérica, por cortesia do Carpinteira, para que possa o leitor perceber do que falamos, ou não: “A neve (...) ouve, compreende e admite. Todo o contrário, por exemplo da perversa Internet onde reina o fascismo e a delação, e onde muitos imbecis escrevem pensando que tem qualquer coisa de essencial para dizer ao mundo. A poesia é maior que toda a difamação, todo o desprezo deste oco instrumento tecnológico que é um caudal de lama infecta. Neva no meu coração mas não na Internet".

Conhecida a avença que MSR detém com a Câmara da Covilhã (1.200€/mês até 2012), o Grémio* achava apropriado que o escritor fizesse uma declaração de interesses quando discorre sobre política local. Que conste aqui no Grémio*, MSR não ocupa o lugar de assessor da CMC por concurso público, situação que lhe conferiria outra autoridade e talvez tornasse mais plausíveis as suas convicções e qualidades, não racionais e poéticas, mas simplesmente políticas.

A cultura democrática pode não se aprofundar anonimamente, mas também achamos que não se faz com a reprodução de lugares comuns ou alimentando a sede de protagonismo com anódinas e cândidas descrições de personagens e episódios castiços. A "arte negra", a imprensa que mudou o mundo e abriu as consciências não surgiu (só) para isso. Bem sabe o MSR que a luta é desigual e, em vernáculo, "fala com as costas quentes".

20090109

Prémio Romão Vieira (4)

Desta vez, nomeamos o próprio RV ao prémio homónimo, pelo seguinte título no prestigiado Jornal do Fundão: "Câmaras da Covilhã e Fundão impugnam eleições do PTSE [Pólo Turístico da Serra da Estrela]". - Não, caros leitores, ainda não houve impugnação, apenas a costumeira futurologia do jogral. As "câmaras" da Covilhã e Fundão terão apresentado uma providência cautelar, mas RV parece dar por adquirida a impugnação, escrevendo que, citamos, "a maioria dos municípios da corda da serra também já discordou dos estatutos do PTSE, publicados em Outubro de 2008". Perante jornalismo com tais pergaminhos, o Grémio* lamenta ter de lembrar que não foi bem assim...

20080911

Prémio Romão Vieira (1)

O Grémio da Estrela propõe a candidatura de Eduardo Alves ao novel Prémio Romão Vieira* do jornalismo universitário, com base nos seguintes extractos de uma notícia (?) sobre a Feira de São Miguel: "Tortosendo ... maior vila do concelho... festa da padroeira... uma das maiores feiras da região post.... a maior vila do concelho da Covilhã... festa em honra de Nossa Senhora da Oliveira... festa da padroeira da “vila Operária”... procissão de velas... dois milhares de fiéis... eucaristia... Junta de Freguesia do Tortosendo... actividades lúdicas e culturais... Grande Noite de Fados... Nossa Senhora dos Remédios... das mais conhecidas instituições escolares... Caminhada de São Miguel... sardinhada de São Miguel oferecida pela Junta de Freguesia ... uma das mais emblemáticas iniciativas da vila... edição das “Sopas do Tortosendo”... habitantes da vila... com a presença de mais de dez casas comerciais... Grande Prémio de Atletismo São Miguel.... Montaria aos Javalis... Feira de São Miguel. Um dos principais certames agrícolas e comerciais de toda a região Centro"Urbi - Haja dó!
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* Vulto do jornalismo regional e cronista de mérito do Jornal do Fundão, conhecido pela isenção, equidistância e espírito crítico com que cobre todos os assuntos relacionados, directa ou indirectamente, com a Câmara da Covilhã, que há muito merece um prémio de reconhecimento pelos altos serviços prestados.

20080719

Câmara da Covilhã repete inaugurações

Findos os arraiais da Covilhã em Festa, da Covifeira e da Feira de S. Tiago, a Covilhã continua em festa! Escreve o "jornalista" Romão Vieira no Jornal do Fundão (jornal que se diz com pergaminhos, talvez medievais) que a "Câmara inaugura um conjunto de obras". Ora, no rol figuram obras já inauguradas há mais de dois anos, como o Edifício Arte e Cultura e a Tinturaria. Será lapso, ou é frete do prestigiado JF?

20070629

Covilhã, Pinto e IGAT

"Carlos Pinto considera que têm sido levantadas suspeitas injustas para com a Câmara da Covilhã, mas realçou perante a assembleia que não é caso único. “Tenham cuidado, porque isto está a cair em cima de muita gente, hoje, no País, injustamente. O primeiro-ministro é um deles, que sabe o que está a acontecer. Não há ninguém que possa cuspir para o ar”. (Romão Vieira, Jornal do Fundão, 20-06-2007)

"procurei alertar os socialistas, para terem cuidado e bom senso, a propósito de inquéritos e inspecções, onde deve imperar a prudência, face à actualidade mediática. (...) “Torpe insinuação” e “ameaça velada”, disse o sr. Vítor Pereira, interpretando malevolamente o que eu disse. (...) Para além disso, o senhor vereador/deputado, ou vice-versa, não sabe da “missa a metade”, sobre o vento que se está a semear, nem sobre as tempestades que se podem colher." Carlos Pinto, Presidente da Câmara Municipal da Covilhã, in Jornal do Fundão de 28-06-2007