A concessão dos transportes urbanos à Covibus é uma mina. Se não é, parece: recebeu 75.000,00€ por dois meses de serviço e agora, por mais dois meses, embolsa o mesmo que receberia por três: mais 115.000,00€. Apetece perguntar se o aumento da subvenção é um prémio pelo serviço de qualidade que a empresa presta, com os chassos que por aí se arrastam. Bendita providência...
Em Maio, Carlos Pinto "justificava a atribuição do serviço à empresa que ganhou o concurso para a concessão com o argumento de que fazia sentido os funcionários começarem a familiarizar-se com as rotas", segundo o NC. Agora, João Esgalhado, aparentemente preocupado com os lucros da empresa (sabe-se lá porquê...), "explicou que nos meses de Julho e Agosto há um número significativo de pessoas que sai da cidade, como é o caso dos estudantes, e faz diminuir as receitas da Covibus." Perceberam?
A apresentar mensagens correspondentes à consulta rotas ordenadas por data. Ordenar por relevância Mostrar todas as mensagens
A apresentar mensagens correspondentes à consulta rotas ordenadas por data. Ordenar por relevância Mostrar todas as mensagens
20090727
20090429
Camping "de" Carlos Pinto

Estafadas as placas das rotas turísticas [?], Carlos Pinto "oferece" agora à cidade outra inovadora remessa de sinalética, tão absurda quanto a outra, apesar de nelas constar o seu nome. O espécime que vê na imagem até parece ter sido instalado a pensar em nós... Gerou tal confusão aqui no Grémio* que ainda não chegámos a consenso sobre se a placa se destina a promover o camping ou o próprio Pinto.
Temas:
:),
CM Covilhã
20090421
fantasia 11 - Rotas pedonais
Este enigmático conjunto de tótems é outra generosa dádiva camarária aos passeios da Covilhã, "sinalizando" as rotas urbanas. No Dia do Património, o Grémio* deparou com estes espécimes, ficando na dúvida se estão em fase de instalação ou de decrepitude. Será isto coberto pela aplicação do ambicionado "fundo perdido"?
Temas:
CM Covilhã
20090418
Urbanismo 5 estrelas (12) - Monumentos
Uma das poucas peças que povoam o espaço público covilhanense digna do epíteto de "escultura" mereceu o enquadramento urbanístico que o leitor pode apreciar na imagem. Fará esta obra de arte (em segundo plano) parte das rotas comemorativas do Dia do Património? Não será ela exemplificativa da "preocupação da Câmara com a preservação das raízes históricas covilhaneinses", como diz Carlos Pinto?


Temas:
CM Covilhã
20090403
Fundo perdido...!
Ao que parece, a "rede" (?) de autarquias da Beira Interior dispõe de mais 10 ou 15 milhões de euros para "investir", vulgo "estoirar" no nosso "desenvolvimento". Chamam-lhe premonitória e justamente "fundo perdido". O QREN "potencia" tudo, menos o que deve. Rejubile, turista:
"A união das maiores cidades da Beira Interior resultou num cheque chorudo: dez milhões para cultura, turismo e património - “REDE Património de Cidades”, a candidatura que juntou pela primeira vez na história recente da região Castelo Branco, Fundão, Covilhã e Guarda numa acção deste cariz... dez milhões de euros a fundo perdido que agora vão ser canalizados para projectos apresentados pelas autarquias no domínio da cultura, património e turismo, no total de 15 milhões de euros... Joaquim Morão... considera que “a aprovação da candidatura foi de grande relevância para estas cidades, porque nos permite fazer fortíssimos investimentos ligados principalmente ao turismo, no sentido de promovermos os nossos bens culturais, e trazer uma maior atractividade turística... um passo importante para a competitividade regional”. O dinheiro será repartido de forma equitativa entre todos os municípios. Cada um terá ao dispor três milhões de euros, ficando reservados outros três milhões para custos administrativos. Há diversos objectivos em conjunto, mas entre os principais projectos candidatados há muitos de âmbito local. Destacam-se, a título de exemplo, em Castelo Branco, o plano de valorização da cidade quinhentista da zona histórica e a criação do Museu-Oficina do Bordado de Castelo Branco. Na Covilhã há projectos como a concretização das rotas urbanas da cidade; na Guarda, o Centro de Interpretação do Mundo Romano e a Casa da Memória da Identidade e do Património e no Fundão o corredor verde entre a piscina coberta e o pavilhão desportivo, a requalificação do largo da estação e a criação de ciclovias." JF
"A união das maiores cidades da Beira Interior resultou num cheque chorudo: dez milhões para cultura, turismo e património - “REDE Património de Cidades”, a candidatura que juntou pela primeira vez na história recente da região Castelo Branco, Fundão, Covilhã e Guarda numa acção deste cariz... dez milhões de euros a fundo perdido que agora vão ser canalizados para projectos apresentados pelas autarquias no domínio da cultura, património e turismo, no total de 15 milhões de euros... Joaquim Morão... considera que “a aprovação da candidatura foi de grande relevância para estas cidades, porque nos permite fazer fortíssimos investimentos ligados principalmente ao turismo, no sentido de promovermos os nossos bens culturais, e trazer uma maior atractividade turística... um passo importante para a competitividade regional”. O dinheiro será repartido de forma equitativa entre todos os municípios. Cada um terá ao dispor três milhões de euros, ficando reservados outros três milhões para custos administrativos. Há diversos objectivos em conjunto, mas entre os principais projectos candidatados há muitos de âmbito local. Destacam-se, a título de exemplo, em Castelo Branco, o plano de valorização da cidade quinhentista da zona histórica e a criação do Museu-Oficina do Bordado de Castelo Branco. Na Covilhã há projectos como a concretização das rotas urbanas da cidade; na Guarda, o Centro de Interpretação do Mundo Romano e a Casa da Memória da Identidade e do Património e no Fundão o corredor verde entre a piscina coberta e o pavilhão desportivo, a requalificação do largo da estação e a criação de ciclovias." JF
20090116
Transparência ou escândalo na Covilhã?
Pesquise o caro leitor pela palavra "Covilhã" no site transparencia-pt.org e ficará a saber, entre outras coisas maravilhosas que a internet nos dá e que nem sempre saem no BASE, que a Câmara da Covilhã gastou, pelo menos e até agora €159.078,50 (Executive media: € 74.879,00, worktek: €39.725,00€ + Zenki: €24.94450 + Bus Consulting: €19.500,00), quase Trinta e dois mil contos em campanhas publicitárias do género da Covilhã cinco estrelas. Trinta e dois mil contos por uns cartazes e uns anúncios...! Pagou €60.769,00 por um painel electrónico à Data Display... quase 100.000,00 por um estudo de impacte ambiental... etc., etc.,- Fica também na posse de outras informações úteis para perceber como é esbanjado o dinheiro dos seus impostos. Quase tudo sem concurso público e com o critério que convém às "boas práticas" autárquicas.
_
Como há pouco quem investigue estes factos (e aquele site mais dia menos dia deve desaparecer...), para que possa o leitor tirar as suas próprias conclusões sobre o lucro ou as vantagens deste "investimento público", transcrevemos infra uma síntese das despesas contraídas em Novembro e Dezembro de 2008 pelo Município da Covilhã:
_
Como há pouco quem investigue estes factos (e aquele site mais dia menos dia deve desaparecer...), para que possa o leitor tirar as suas próprias conclusões sobre o lucro ou as vantagens deste "investimento público", transcrevemos infra uma síntese das despesas contraídas em Novembro e Dezembro de 2008 pelo Município da Covilhã:
20081206
Plano? De mobilidade? Na Covilhã?
Numa cidade onde, volvidos 4 (quatro) mandatos do mesmo executivo autárquico (por acaso PSD), é difícil encontrar uma rua com passeios decentes, contínuos e praticáveis, não interrompidos por rampas de acesso às garagens (licenciadas pela Câmara), postes de tudo e mais alguma coisa, caixotes do lixo, bocas de incêndio, postos de transformação, caixas de telecomunicações, candeeiros, sinais de trânsito e muitos outros obstáculos colocados ou autorizados pela Câmara precisamente no meio dos exíguos passeios, geralmente limitados por lancis altíssimos em quina viva; numa cidade onde, além destas dificuldades, há poucos edifícios públicos naturalmente acessíveis a cadeiras de rodas, assistimos com espanto ao anúncio (pelo que já nos habituaram não deve passar disso...) de que a CMC tem um Plano de Mobilidade, "ainda quase todo no papel" mas que pretende implementar nos próximos 3 a 4 anos :) O arauto é Eduardo Alves/Urbi, nomeado ao Prémio Romão Vieira, que estranhamente não refere onde foi publicado ou pode ser consultado esse eventual "plano". Convinha!
Desta feita, coube a João Esgalhado apresentar a "ideia" como se tivesse chegado agora à Câmara, virgem, embora já reformado da mesma. Agora é que vai ser: rotas pedonais, travessias das ribeiras, mais duas pontes pedonais sobre o Parque da Goldra. - Esta sumidade do planeamento estratégico municipal "lembra que este tipo de projectos “pretendem criar novas soluções de mobilidade nas cidades, e na Covilhã esperamos conseguir uma forma de colocar as pessoas no centro da cidade sem que estas tenham de recorrer com tanta frequência ao automóvel”. Urbi
O Grémio* lembra, também, como competiria a um político sensato e a um jornalista isento e menos deslumbrado, que todas estas "medidas" já faziam parte do POLIS e do plano apresentado pelo Arqt. Teotónio Pereira em 2002, até agora pouco concretizado, apesar das inaugurações em duplicado. Lembramos até que, como inúmeras outras na Covilhã, a rua onde desemboca a ponte em construção sobre a Ribeira da Carpinteira, uma ponte pedonal, nem sequer tem passeio para peões! O que sobra na via do aeródromo falta na cidade... Mas centremo-nos no essencial: - Não é responsabilidade desta Câmara o descalabro urbanístico patente? - Não serão os executivos liderados por Carlos Pinto responsáveis pelos problemas que o vereador implicitamente reconhece? - Por quem nos tomam? - Que andam a fazer há 16 anos?
Desta feita, coube a João Esgalhado apresentar a "ideia" como se tivesse chegado agora à Câmara, virgem, embora já reformado da mesma. Agora é que vai ser: rotas pedonais, travessias das ribeiras, mais duas pontes pedonais sobre o Parque da Goldra. - Esta sumidade do planeamento estratégico municipal "lembra que este tipo de projectos “pretendem criar novas soluções de mobilidade nas cidades, e na Covilhã esperamos conseguir uma forma de colocar as pessoas no centro da cidade sem que estas tenham de recorrer com tanta frequência ao automóvel”. Urbi
O Grémio* lembra, também, como competiria a um político sensato e a um jornalista isento e menos deslumbrado, que todas estas "medidas" já faziam parte do POLIS e do plano apresentado pelo Arqt. Teotónio Pereira em 2002, até agora pouco concretizado, apesar das inaugurações em duplicado. Lembramos até que, como inúmeras outras na Covilhã, a rua onde desemboca a ponte em construção sobre a Ribeira da Carpinteira, uma ponte pedonal, nem sequer tem passeio para peões! O que sobra na via do aeródromo falta na cidade... Mas centremo-nos no essencial: - Não é responsabilidade desta Câmara o descalabro urbanístico patente? - Não serão os executivos liderados por Carlos Pinto responsáveis pelos problemas que o vereador implicitamente reconhece? - Por quem nos tomam? - Que andam a fazer há 16 anos?
Temas:
:),
CM Covilhã
Subscrever:
Mensagens (Atom)