Esgotadas as diversas providências cautelares sem que ninguém, nem sequer os tribunais, dessem razão à joint-venture Frexes/Pinto contra o Turismo da Serra da Estrela, a Câmara da Covilhã criou, finalmente, uma "agência" como deve ser. O dr. Pinto manda, o povo paga, que é o menos. Vítor Pereira prega aos peixes, diz que o município segue uma estratégia errada. Quem se importa?
O Grémio* acredita que a Turismo da Covilhã ajudará a Câmara a manter-se nos lugares cimeiro do rating municipal. Atendendo ao painel de honoráveis fundadores, há quem assevere que a agência 5 estrelas começará por vender o parque temático das Penhas da Saúde como um típico povoado autóctone, o que nem está longe da verdade. O Cântaro Zangado elenca razões de sobra.
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20100208
20090915
Prémio Romão Vieira (18) - Jornal de campanha
Quinta nomeação ao Prémio Romão Vieira do Urbi, jornal universitário que resume a secção "Covilhã" às acções de campanha de Carlos Pinto, omitindo tudo o resto. Exemplos da lamentável edição desta semana: Teleperformance cria mais postos de trabalho, Estação tem nova Igreja, Centro de Convívio Portas do Sol retoma actividades, Carpinteira já tem ponte, Câmara distribui mais casas sociais, As novas campanhas, Banda da Covilhã avança com escola de música, Covilhã reúne candidaturas de cinco partidos, Ferro voltou a ser “capital do folclore”, Ministério não paga à Covilhã, Caminhadas promovem Serra da Estrela, História e Toponímia da Covilhã em Livro. - Chegarão ali as mudanças na UBI?
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CM Covilhã
20090729
Fantasia 19 - Aldeia de montanha
A "notícia" abaixo exemplifica a "estratégia" camarária para "requalificar" um bairro da lata implantado nas Penhas da Saúde, em pleno Parque Natural da Serra da Estrela. No Cântaro Zangado e na Kaminhos tem mais umas achas para perceber a génese do "aldeamento de montanha" (este ou outro, nunca se sabe...) que Carlos Pinto anunciou para 2001 (!), considerando, acertadamente..., "indispensável rever" a "imagem chocante de degradação". Sempre sui generis, a visão do edil, não é?
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CM Covilhã
20090708
É o turismo, estúpido!
A fixação dos gurus da Cova no turismo tem novos desenvolvimentos: "Depois daquela arenga do grande condomínio da cova da beira, que permitiria juntar o Fundão e a Covilhã para formarem o maior pólo urbano do Interior do País, o dr frexes/dr pinto, entretidos no pastoreio eleitoral, preparem-se agora para criar uma agência de promoção turística.... convém lembrar que já existe uma Entidade Regional de Turismo da Serra da Estrela, a Agência Regional de Turismo do Centro e ainda a empresa municipal Fundão Turismo. Para quê então mais uma agência com o patrocínio da dupla dr frexes/dr pinto?" Carpinteira
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CM Covilhã,
CM Fundão
20090630
"Desenvolvimento", segundo Pinto
Outro artigo do Cântaro Zangado aclara a incompatibilidade entre a razão e a prepotência no exercício de certos cargos públicos. Este blog desenvolve um meritório trabalho de divulgação do Parque Natural da Serra da Estrela, destaca potencialidades e alerta justificadamente para as diversas ameaças ao seu património natural. O Cântaro oferece uma visão esclarecida e cosmopolita, distinta da generalidade das opções que os políticos locais preconizam e oposta à soberba com que se proclama o "desenvolvimento" (da espécie?). Porque a ignorância tem de ser combatida todos os dias, aqui fica um excerto do seu mais recente alerta:
"Carlos Pinto, o jurássico presidente da Câmara da Covilhã, voltou mais uma vez a prometer dois "grandes projectos" para Unhais da Serra, que considera "essenciais para o futuro" da vila. Quais são? A conclusão da asfaltação do caminho para a Nave de Santo António (a cerca de 1600 m de altitude) e a construção de um teleférico para a Torre. (...) Esta estrada vai percorrer um vale lindíssimo, que vai ser mais difícil aproveitar para o turismo de montanha quando os dois "grandes projectos" estiverem concluídos. Digo-o porque sei que os que, como eu, procuram os destinos de montanha, fazem-no em busca de espaços (...) onde possam aprofundar uma relação exigente com um meio o mais natural possível (...) este tipo de "erros" cometem-se sistematicamente na serra da Estrela (...) desperdiçando-se deste modo fundos que muita falta fariam para um verdadeiro desenvolvimento do turismo (...) começam-se obras sem se saber como se vão pagar na totalidade, sem se terem as devidas autorizações, sem se estudarem os impactos ambientais devidamente (...) Quanto ao teleférico Unhais-Torre, Carlos Pinto promete-o frequentemente quando se desloca à Vila de Unhais. Bem sei que as populações gostam de ouvir estas promessas, que sentem que trazem desenvolvimento à terra. Mas eu creio que esse desenvolvimento é muito, muito incerto, sendo muito certos os seus prejuízos em termos ambientais e paisagísticos."
"Carlos Pinto, o jurássico presidente da Câmara da Covilhã, voltou mais uma vez a prometer dois "grandes projectos" para Unhais da Serra, que considera "essenciais para o futuro" da vila. Quais são? A conclusão da asfaltação do caminho para a Nave de Santo António (a cerca de 1600 m de altitude) e a construção de um teleférico para a Torre. (...) Esta estrada vai percorrer um vale lindíssimo, que vai ser mais difícil aproveitar para o turismo de montanha quando os dois "grandes projectos" estiverem concluídos. Digo-o porque sei que os que, como eu, procuram os destinos de montanha, fazem-no em busca de espaços (...) onde possam aprofundar uma relação exigente com um meio o mais natural possível (...) este tipo de "erros" cometem-se sistematicamente na serra da Estrela (...) desperdiçando-se deste modo fundos que muita falta fariam para um verdadeiro desenvolvimento do turismo (...) começam-se obras sem se saber como se vão pagar na totalidade, sem se terem as devidas autorizações, sem se estudarem os impactos ambientais devidamente (...) Quanto ao teleférico Unhais-Torre, Carlos Pinto promete-o frequentemente quando se desloca à Vila de Unhais. Bem sei que as populações gostam de ouvir estas promessas, que sentem que trazem desenvolvimento à terra. Mas eu creio que esse desenvolvimento é muito, muito incerto, sendo muito certos os seus prejuízos em termos ambientais e paisagísticos."
Temas:
CM Covilhã
20090604
Gosto na miséria, apenas
"A Cova da Beira aparece apenas em 21.º lugar em 30 sub-regiões nacionais", mas é "a mais competitiva da Beira Interior" (sic!) no índice nacional de competitividade, onde a sub-região da Serra da Estrela figura em último, dizem os pergaminhos do JF com a sua inaudita capacidade de transformar o infortúnio num consolo. O título, "Uma foice em seara alheia" não se adequa, mas fica bem ao jogral. Debate no carpe.
20090327
Fantasia 10 - Torre de Santo António
Em 2006 foi notícia outra promessa vã: a conclusão da obra prima do pai do Sócrates na cidade-neve, inacabada há mais de 30 anos e já classificada como uma das grandes aberrações pátrias. Carlos Pinto, para tornar "suportável" aquele prédio, construía outros dois ao lado... chamando-lhe "arranjo urbanístico". Um pagode:"Segundo a autarquia, o acordo estabelecido com o Montepio Geral permitiu desbloquear a situação e proceder-se à recuperação da Torre que será destinada ao mercado habitacional... segundo Carlos Pinto, alguns peritos defendem que «o imóvel é suportável do ponto de vista paisagístico nesta encosta da Serra da Estrela». Desde os anos 80 que vários projectos têm sido aventados para a Torre e, com este desfecho a Câmara da Covilhã conta receber compensações e taxas num valor de 648 mil euros. Recorde-se que em Setembro último, em Sessão de Câmara, tinha sido afirmado o destino da Torre que jamais foi concluída e dava, segundo Carlos Pinto «uma «uma imagem de alguma degradação» da cidade. Na altura o presidente da câmara, referia que já tinha sido estabelecido um acordo com o proprietário do empreendimento, o banco Montepio Geral. O edil social-democrata acrescentava, ainda que a recuperação da Torre passava pela construção de mais dois edifícios na base para «servir de apoio à estrutura central». Projectava-se o complexo «como um T invertido, com comércio e estacionamento, na zona dos primeiros pisos e apartamentos de habitação na torre central», esclarecia Carlos Pinto. A construção da Torre data de meados dos anos 70 e é um projecto do arquitecto Pinto de Sousa, pai do actual primeiro-ministro, José Sócrates. O empreendimento previa um conjunto de três grandes edifícios para habitação, comércio e estacionamento. A estrutura central com 60 apartamentos foi o único a ser construído. A não conclusão do projecto deveu-se a falências, falta de capitais e burocracias." Kaminhos
Carlos Pinto confirmou ao DN que "o edifício cumpre todos os requisitos ao nível do licenciamento e do pagamento das taxas para ser usado pelo proprietário"...
Mais incompreensível é que em 22/06/2001 o deputado e candidato a Presidente da Câmara da Covilhã José Carlos Lavrador (PS) tenha afirmado ao Notícias da Covilhã existirem "interesses obscuros" no processo de urbanização da cidade, dando como exemplos a construção caótica na zona baixa da cidade e a não demolição da torre de Santo António...
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CM Covilhã
20090326
Fantasia 08 - Barragem (3)
"Tem-se fartado de clamar o executivo da Covilhã, contra a discriminação do governo na aprovação de projectos para o concelho. Então não é que no caso da nova Barragem na Serra da Estrela, a CMC deixou passar uma licença que tinha validade até Setembro de 2008, depois foi pedida uma prorrogação e faltavam documentos. Pois é!" Carpe
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À conta da miragem, a câmara "investiu" recentemente mais 200.000,00€. Peanuts...!
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À conta da miragem, a câmara "investiu" recentemente mais 200.000,00€. Peanuts...!
Temas:
CM Covilhã
20090305
Fantasia 08 - Barragem
"...naquele tempo, esteve em fase de consulta pública o projecto de construção da nova Barragem na Serra da Estrela, lançado pela Câmara Municipal da Covilhã. O projecto... previa a criação de uma albufeira na Ribeira das Cortes, perto das Penhas da Saúde, com 42 metros de altura e capacidade para armazenar dois milhões e 200 mil metros cúbicos de água. Era muita auguinha. Segundo Luís Barreiros, o trauliteiro vereador na Câmara da Covilhã, a concessão à iniciativa privada da futura barragem, através do concurso de concepção, construção e exploração, devia-se ao facto do investimento ser demasiado oneroso para as finanças do município, pelo que "se optou por esta forma de concurso". Hum! Na época o excelso Luís Barreiros explicava que "o vencedor do concurso iria construir a barragem e em contrapartida explorar todas as suas vertentes, nomeadamente o abastecimento de água e a produção de energia eléctrica". E adiantava: "Mesmo que o processo e as obras decorram à velocidade máxima, a albufeira levará pelo menos mais cinco anos até estar pronta a ser utilizada" concluiu. Pois. E a barragem?" Carpinteira
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CM Covilhã
20090109
Prémio Romão Vieira (4)
Desta vez, nomeamos o próprio RV ao prémio homónimo, pelo seguinte título no prestigiado Jornal do Fundão: "Câmaras da Covilhã e Fundão impugnam eleições do PTSE [Pólo Turístico da Serra da Estrela]". - Não, caros leitores, ainda não houve impugnação, apenas a costumeira futurologia do jogral. As "câmaras" da Covilhã e Fundão terão apresentado uma providência cautelar, mas RV parece dar por adquirida a impugnação, escrevendo que, citamos, "a maioria dos municípios da corda da serra também já discordou dos estatutos do PTSE, publicados em Outubro de 2008". Perante jornalismo com tais pergaminhos, o Grémio* lamenta ter de lembrar que não foi bem assim...
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CM Covilhã,
CM Fundão
20081210
Parque Natural?
"A Serra da Estrela é uma área protegida singular em Portugal, possuindo mais 3 estatutos de protecção. Contudo, é paradoxal e incompreensivelmente uma área que sofre (...) de um desenvolvimento insustentável sem precedentes no sector do Turismo de montanha ao nível Europeu..." Cont. no Máfia da Cova e no Cântaro Zangado
20081022
Excelência, com Carlos Pinto?
Carlos Pinto lembrou-se agora, reza a imprensa acólita, de pedir ao governo um pólo de excelência, mas ignora-se se de excelência empresarial, tecnológica, industrial, turística, ambiental, urbana ou cívica. É que em todos estes domínios Carlos Pinto pôs o dedo e em nenhum deles conseguiu levar a cabo uma intervenção competente e acertada.
- Quis fazer um parque de ciência e tecnologia no Tortosendo que até agora se reduz a uma zona "industrial": de investigação, inovação e tecnologia nada tem. Carlos Pinto tem revelado, aliás, um condão especial para repelir investigadores e empresas, bem patente na fraca qualificação das pessoas de que se rodeia (ou que o toleram) e na escassa fundamentação técnica das acções que põe em prática, como no caso do abbate dos sobreiros;
- Quis "remodelar" o Pelourinho e, incapaz de promover um concurso de ideias e envolver os actores sociais mais interesados, acabou com o Pelourinho enquanto praça pública, arruinando por arrasto o comércio tradicional;
- Quis recuperar a zona antiga da cidade e criou uma Sociedade de Reabilitação Urbana que até agora pouco mais fez que demolir e esventrar quarteirões ou alimentar-se a si mesma. Dela, o prof. Esgalhado pouca notícia dá...;
- Quis fazer, ou sonhou, com uma cidade, a "Grande Covilhã" e não fez mais que espalhar loteamentos desconexos entre circunvalações e crateras, onde não há uma rua digna nem se descortina algum princípio orientador;
- Quis fazer uma "aldeia de montanha" nas Penhas da Saúde e tolerou que aquilo se transformasse num subúrbio pretensioso, contrariando a linha de qualificação iniciada nos anos 70;
- Quis fazer um colégio internacional, ao qual ofereceu privilegios obscenos, e foi um logro;
- Quis fazer um centro de artes e desistiu, defraudando as expectativas dos compradores;
- Quis desactivar o (antigo) mercado a pretexto de construir um novo, primeiro no campo das festas, depois no famigerado Gameiro. Oferecido o mercado para estacionamento e um Call Center, anuncia-se a desistência do concurso para o novo mercado;
- Quis fazer passar a ideia de que a Câmara se opunha à criação do Pólo turístico da Serra da Estrela, sem que a Assembleia Municipal tivesse abordado o assunto, envolvendo-se numa lamentável quezília pública que sugere motivações pessoais...;
- Como se não bastasse confundir-se com a Câmara, envolveu-se numa trapalhada de comunicados que desacreditou também o funcionamento democrático da Comurbeiras;
- Quis fazer um discurso de comemoração da elevação da covilhã a cidade e não passou do latimbório trauliteiro a que nos habituou, que envergonha qualquer republicano de boa cepa.
- Excelência? - Há pessoas que não se enxergam, não há?
- Quis fazer um parque de ciência e tecnologia no Tortosendo que até agora se reduz a uma zona "industrial": de investigação, inovação e tecnologia nada tem. Carlos Pinto tem revelado, aliás, um condão especial para repelir investigadores e empresas, bem patente na fraca qualificação das pessoas de que se rodeia (ou que o toleram) e na escassa fundamentação técnica das acções que põe em prática, como no caso do abbate dos sobreiros;
- Quis "remodelar" o Pelourinho e, incapaz de promover um concurso de ideias e envolver os actores sociais mais interesados, acabou com o Pelourinho enquanto praça pública, arruinando por arrasto o comércio tradicional;
- Quis recuperar a zona antiga da cidade e criou uma Sociedade de Reabilitação Urbana que até agora pouco mais fez que demolir e esventrar quarteirões ou alimentar-se a si mesma. Dela, o prof. Esgalhado pouca notícia dá...;
- Quis fazer, ou sonhou, com uma cidade, a "Grande Covilhã" e não fez mais que espalhar loteamentos desconexos entre circunvalações e crateras, onde não há uma rua digna nem se descortina algum princípio orientador;
- Quis fazer uma "aldeia de montanha" nas Penhas da Saúde e tolerou que aquilo se transformasse num subúrbio pretensioso, contrariando a linha de qualificação iniciada nos anos 70;
- Quis fazer um colégio internacional, ao qual ofereceu privilegios obscenos, e foi um logro;
- Quis fazer um centro de artes e desistiu, defraudando as expectativas dos compradores;
- Quis desactivar o (antigo) mercado a pretexto de construir um novo, primeiro no campo das festas, depois no famigerado Gameiro. Oferecido o mercado para estacionamento e um Call Center, anuncia-se a desistência do concurso para o novo mercado;
- Quis fazer passar a ideia de que a Câmara se opunha à criação do Pólo turístico da Serra da Estrela, sem que a Assembleia Municipal tivesse abordado o assunto, envolvendo-se numa lamentável quezília pública que sugere motivações pessoais...;
- Como se não bastasse confundir-se com a Câmara, envolveu-se numa trapalhada de comunicados que desacreditou também o funcionamento democrático da Comurbeiras;
- Quis fazer um discurso de comemoração da elevação da covilhã a cidade e não passou do latimbório trauliteiro a que nos habituou, que envergonha qualquer republicano de boa cepa.
- Excelência? - Há pessoas que não se enxergam, não há?
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CM Covilhã
20081018
Patrão, Pinto e o poder "local"
Carlos Pinto diz que a CMC não integra o pólo turístico da Serra da Estrela por [ele 1] discordar dos estatutos, publicados em Diário da República e por [ele 2] se opor à “manipulação de estruturas de raiz municipal para objectivos e lógicas pessoais e partidárias”. Que atrevimento! - Por seu turno, Jorge Patrão afirma: “Pinto já nos habituou a, quando não manda não participa. Não percebo porque é que tem que ser sempre o presidente da CMC a mandar nas coisas”. Um mimo!
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CM Covilhã
20080921
Penhas da Saúde?
"Carlos Pinto acusa o PNSE de conduzir todo o processo [de ordenamento] “erradamente” e deixa um aviso: “Se querem resolver o problema abram os cordões à bolsa.” O autarca defende a manutenção do bairro mas admite que “meia dúzia (de casas) tenham de ser reformuladas no seu posicionamento”. Susana Proença, JF
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Como o Grémio* descreveu noutros posts, parece que estamos perante mais um sofisma de Carlos Pinto, que tolera a ilegalidade desde que capitalize alguns votos indígenas, a pretexto de um qualquer ordenamento; desde que se construa mais e se "abram [mais] os cordões à bolsa". - Para quê? Para ampliar a vergonhosa "favela de montanha" (1, 2, 3, 4)? - Qualquer dia ainda aparecem a defender indemnizações retroactivas para aqueles que, nos anos 80, perderam os seus "haveres" no lindo bairro "de génese ilegal" que se estendia pela Nave de Santo António. - São autarcas destes que mantêm a Covilhã e o País na cepa torta. - Haverá requalificação possível para um bairro de lata? - Mais que deixar avisos, que tal cumprir a lei, como lhe compete, ordenando a demolição das construções (1, 2, 3, 4) que forem ilegais, a fim de salvaguardar o bem público, antes dos interesses privados. É que, como diz o Cântaro, os cidadãos que querem usufruir da Serra da Estrela na sua qualidade de Parque Natural têm direito a algum asseio ambiental. E esses são a maioria!
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Como o Grémio* descreveu noutros posts, parece que estamos perante mais um sofisma de Carlos Pinto, que tolera a ilegalidade desde que capitalize alguns votos indígenas, a pretexto de um qualquer ordenamento; desde que se construa mais e se "abram [mais] os cordões à bolsa". - Para quê? Para ampliar a vergonhosa "favela de montanha" (1, 2, 3, 4)? - Qualquer dia ainda aparecem a defender indemnizações retroactivas para aqueles que, nos anos 80, perderam os seus "haveres" no lindo bairro "de génese ilegal" que se estendia pela Nave de Santo António. - São autarcas destes que mantêm a Covilhã e o País na cepa torta. - Haverá requalificação possível para um bairro de lata? - Mais que deixar avisos, que tal cumprir a lei, como lhe compete, ordenando a demolição das construções (1, 2, 3, 4) que forem ilegais, a fim de salvaguardar o bem público, antes dos interesses privados. É que, como diz o Cântaro, os cidadãos que querem usufruir da Serra da Estrela na sua qualidade de Parque Natural têm direito a algum asseio ambiental. E esses são a maioria!
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CM Covilhã
20080902
Ordenamento da Serra da Estrela
Pelos vistos, a Câmara da Covilhã não encontra grande utilidade no Plano de Ordenamento do Parque Natural da Serra da Estrela, talvez por este reprovar a tendência de actuação do executivo encabeçado por Carlos Pinto, representante da Associação Europeia dos Eleitos de Montanha, note-se!
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CM Covilhã
20080802
Serra da Estrela, o esgoto da discórdia
"... enquanto o Sr. Secretário de Estado do Ambiente da República Portuguesa [Humberto Rosa] inaugurava este espaço [centro de interpretação do PNSE] no "Centro Comercial da Torre" [!], algumas dezenas de metros atrás, afastado dos focos dos jornalistas, continuavam a correr a céu aberto os esgotos desse mesmo edifício. É assim há ano e meio. É do conhecimento de todas as entidades com responsabilidades neste âmbito. Mas em Portugal o que conta é manter as aparências. O que interessa é que as "luzes brilhem" na frente, não importando que nas traseiras, longe dos olhares da multidão, toda a porcaria se acumule." Sombra Verde
20080619
Penhas da Saúde 2
O Grémio da Estrela* alerta para as preciosas observações do Cântaro Zangado sobre as Penhas da Saúde, dita "Área de Reconversão Urbanística", onde consta a miragem camarária de uma mini-cidade, e requalificações várias. Algumas obras parece que avançaram mesmo avant-la-lettre. Retire o inteligente leitor as suas ilações, confrontando este material com o manancial de informação sobre a Serra no Estrela no seu Melhor, a juntar ao nosso post anterior.
20080613
Covilhã vs IGAT
"Na Covilhã, PS e CDU consideram estranho que, um ano depois, os tribunais ainda não se tenham pronunciado sobre o relatório da Inspecção Geral de Administração do Território (IGAT) após averiguações ao município (...) Na altura, o secretário de Estado da Administração Local, Eduardo Cabrita, solicitou a intervenção do Ministério Público e do Tribunal Administrativo, adiantou fonte da Secretaria de Estado, face a alegadas violações de leis urbanísticas e do ordenamento do território. O assunto foi amplamente debatido numa reunião da Assembleia Municipal da Covilhã, a 15 de Junho, em que Carlos Pinto (...) justificou as opções da autarquia nalguns dos dossiês averiguados pela IGAT. Justificou-se com o interesse municipal face a leis urbanísticas e de instrumentos de ordenamento do território que considera uma aberração. Disse que a matéria averiguada pela IGAT "são amendoins". Ainda segundo Carlos Pinto, 63 dos casos dizem respeito a bungalows turísticos instalados na Serra da Estrela. (...) Mas dos tribunais ainda nada se sabe. Aliás, a cópia do relatório final da IGAT e dos despachos do secretário de Estado e do inspector-geral estiveram disponíveis para consulta na secretaria-geral da Presidência do Conselho de Ministros, em Lisboa, mas “deixaram de estar”, disse ao Diário XXI, Jorge Fael, deputado municipal do PCP (...) Do lado do PS, Vítor Pereira, deputado e vereador da Câmara da Covilhã também estranha o silêncio da IGAT." Diário XXI, Sexta-Feira, 13 de Junho de 2008
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CM Covilhã
20070730
Pinto e as barracas das Serra da Estrela
Carlos Pinto faz gosto na miséria: anuncia que a manutenção das barracas não é incompatível com o seu "plano de requalificação" das Penhas da Saúde (Serra da Estela). A Câmara a dar o bom exemplo de admitir a génese ilegal das construções. "Obrigados... tenho um prazer enorme!" Um mimo eleitoralista! VER aqui e aqui
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CM Covilhã
20070619
Turistrela e bungalows na Serra da Estrela
"Confrontado pelo Diário XXI com as suspeitas sobre a legalidade do empreendimento levantadas por averiguações da Inspecção Geral de Administração do Território (IGAT) à Câmara da Covilhã, Artur Costa Pais diz que não está “preocupado com isso”. Na última sexta-feira, Carlos Pinto, presidente da Câmara da Covilhã, revelou durante uma reunião da assembleia municipal que 63 das alegadas irregularidades detectadas pela Inspecção-Geral da Administração do Território (IGAT) no relatório parcialmente tornado público em Maio se referiam a cada um dos bungalows. (...)" Daniel Sousa e Silva, Diário XXI, 19 de Junho de 2007
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