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20100617

Urbanismo 5 estrelas (46) - Lixeiras (2)

"Esta é a triste imagem com que nos deparamos todos os Domingos à entrada do Parque Industrial do Tortosendo... não se pode culpar a Junta de Freguesia do Tortosendo ou a Câmara Municipal da Covilhã pois os únicos culpados são as "pessoas" que ali colocam o lixo..." Mais uma imagem de marca da vila!

20100423

Urbanismo 5 estrelas (43) - Imagens de marca


Anda a basbacagem engalanada com os anunciados 15 dias de circo tuga, sabe-se lá a que custo e com que proveito..., chega ao Grémio* uma imagem com o balanço do meio ano de vida de outra emblemática obra do derradeiro mandato de Carlos Pinto: o Parque de S. Miguel, no Tortosendo. Havendo quem desembolse, o dr. fará da vida covilhaneinse uma eterna festa.

20100110

PCP acusa

"Junta de Freguesia do Tortosendo decidiu inviabilizar o funcionamento do serviço de refeições e das actividades de enriquecimento curricular (AECs) nas duas escolas do 1º Ciclo existentes na Vila..." Máfia da Cova

20090831

Fantasia 21 - Obras 5 estrelas (2)

"Continuamos a passar em revista a colecção de promessas por cumprir... em anteriores programas eleitorais do PSD Covilhã. Deixamos o rol de incumprimentos à atenção dos leitores e respectiva oposição: Centro da Juventude. Estádio Municipal de Futebol. Pavilhão Desportivo Polivalente. Novo Cemitério da Covilhã. Funicular do Largo de São João de Malta. Renovação do Parque Alexandre Aibéo(Jardim botânico). Via periférica à Cidade. Zona de jogo e Casino da Covilhã. Centro de Artes da Covilhã. Estação Intermodal da CP-Gare Ferroviária e zona envolvente. Zona Industrial do Teixoso. Ligação Rotunda do Rato/Rua da Saudade.Outras fantasias: Covilhã Capital da Cultura e Capital do Teatro. Festival Internacional de Cinema, Museu na zona do Castelo. Parque de desportos radicais, piscinas aquecidas em Vales do Rio, Teixoso, Tortosendo e Vila do Carvalho. Teleférico entre a Central de Camionagem e o centro da cidade. Construção do novo mercado na antiga garagem de São Cristóvão...E mais, muito mais mentiras 5 estrelas, num condomínio perto de si. Lá iremos" Carpinteira

20090715

Fantasia 17 - Grandes obras (anunciadas)

"...Carlos Pinto / PSD de há uns anos a esta parte nos vem habituando a... grandiosos títulos de jornal, que passados anos continuam a teimar em não acontecer, em não aparecer, senão vejamos:

De 2006: Via periférica à Cidade; Barragens das Cortes e Atalaia... Zona de jogo e Casino da Covilhã; Unidade hoteleira do Sanatório; Centro de Artes da Covilhã; Renovação do Edificio da Estação da CP, Gare Ferroviária e zona envolvente; Zona Industrial do Teixoso; Nova estrutura aeroportuária – Aeroporto Regional da Covilhã; Via rápida de ligação a Coimbra, com perfil de auto-estrada; Estrada Barco-Ourondo; Remodelação da Estrada entre a Pone Pedrinha, Ferro e Peraboa; Novos anéis urbanos (Barroca do Lobo Sineiro, Rua Mateus Fernandes TCT, Rua da Saudade Rotunda do Rato); Rede de Transportes Públicos do Concelho; Revisão do PDM. De 2002: Centro da Juventude; Estádio Municipal de Futebol; Pavilhão Desportivo Polivalente; Novo Cemitério da Covilhã; Funicular do Largo de São João de Malta; Renovação do Parque Alexandre Aibéo. São mais que muitas as obras que nunca chegam a ser sequer projectos. São mais que muitas as promessas adiadas. E assim se vai fazendo crer que se faz, e assim se vai passando a mensagem de uma cidade e um concelho 5 estrelas... anunciou-se o Centro de Artes, depois gastou-se dinheiro no projecto, entretanto a obra não avançou... anuncia-se a organização da “Covilhã Capital do Teatro” e do Festival Internacional de Cinema, a par com o anúncio da Covilhã Capital da Cultura... anuncia-se a criação do Museu da Covilhã... mas entretanto criou-se no mesmo sitio o “Edificio Arte e Cultura”, antes Casa do Professor... “Grande Museu” na zona do Castelo... Centro de Juventude e um parque de desportos radicais, piscinas aquecidas em Vales do Rio, Teixoso, Tortosendo e Vila do Carvalho... em lugar das piscinas ofereceu-se o terreno a um grande grupo económico para construção de um colégio internacional... Construção de fogos - habitação social destinados à venda a custos controlados para apoiar a fixação de jovens no Concelho e mais 400 para arrendamento e venda a custos controlados, depois a compra das habitações à Somague, que por sua vez foram construídas em cima dos terrenos do Benfica do Tortosendo, que reclamou justamente e que por contrapartida vai ter a sua sede nova construída pela Somague... anunciar a construção do teleférico entre a Central de Camionagem e o centro da cidade, o funicular do Largo de São João de Malta e um circuito especial de transportes entre o Ernesto Cruz e o Bairro de Santo António e uma vez mais modificar todas as prioridades e construir as escadinhas de santo andré, de entrada directa para o call center, que agora é no mercado municipal, remodelado há pouco tempo, mas que agora já não vai ser o mercado, é um silo-auto e um call center e os vendedores colocam-se por cima do shopping sporting porque se vai construir um mercado novo na antiga garagem são cristóvão, o que já não é... depois faz-se uma ponte pedonal entre os penedos altos e a garagem de são joão.... dotar o aerodromo municipal de condições que permitam o serviço de aeronaves de pequena e média dimensão... depois já não há aerodromo nenhum... porque até ficava bem ali uma urbanização como a da quinta do freixo..." Vitor Reis Silva/CDU, Assembleia Municipal

20090513

Urbanismo 5 estrelas (17) - Trânsito

Na imagem indica-se o circuito que quem sai da Central de Camionagem descreve se pretender deslocar-se em direcção ao Tortosendo, por exemplo. Uma das inúmeras consequências do caos urbanístico e viário do condomínio 5 estrelas, que nem a proliferação de semáforos resolve. Parece-lhe lógico ir à rotunda do Tribunal inverter a marcha? Resultará este disparate da aplicação do ansiado Plano de Mobilidade?

20090506

25 de Abril, na Covilhã?

Com que legitimidade e por que razão a Assembleia de Freguesia de Tortosendo censurou o discurso de Ana Monteiro na Sessão Solene comemorativa do 25 de Abril? Por que afirma o elemento da CDU que a intervenção da deputada municipal do Bloco de Esquerda "em nada dignificou as Comemorações do 25 de Abril"? Sai o PCP mais dignificado?

O Grémio* tem aguardado alguma crítica, opinião, um argumento que seja sobre o empenhamento de alguém em dizer o que muitos calam, mas nada. Nada. É certo que o discurso da Ana Monteiro precisa, num ponto ou noutro, de descodificação e que isso não está ao alcance de qualquer romão. Porém, a sua riqueza reside precisamente na ambivalência de juntar a voz crua de quem passa dificuldades - É muito complicado querer dar de comer aos nossos filhos e não termos -, e são cada vez mais no concelho, a observações acutilantes sobre a segregação e desprezo perpetrados pela casta política reinante.

O discurso da Ana afronta a cultura de patrocínio autárquico, cujos processos de intimidação são públicos e que deveriam merecer a condenação de todos os partidos, inclusive do PSD, demonstra séria preocupação com a condição humana e propugna um conjunto de valores universais, mais importantes que a bacoca formalidade cerimonial. No fundo, é um discurso político, no que isso pode ter de sério. Et pour cause, transcrevemos do seu blog alguns excertos.

"…Testemunhos paradigmáticos do cortejo condenado dos oitocentos trabalhadores, na sua maioria mulheres, com salários em atraso nas confecções da cova da beira. Em cima de suas cabeças conta é a certeza da pena do tombar no olho da rua... Dos representantes da classe dirigente local, o bem nutrido registo infame da ataraxia... O monolítico poder local, que se deveria comprometer com o desenvolvimento de toda uma população, forja na economia doméstica “virtuosas” dívidas de 88 milhões de euros... Os cavalheiros representantes da classe dirigente nacional administram o país em seu nome, dissimulam a necessidade de se manterem no seio da impostura, longos passos se dão para alimentar banqueiros, estas figuras paradigmáticas, que na sua autópsia revelaram nas entranhas a absolvição da má gestão, do roubo descarado, dos milhões da corrupção... Há qualquer coisa de bafiento no epicentro da esfinge podre deste poder, que na nossa cidade determina o que vai acontecer, mestres nas piruetas e nos artifícios da circunstância e da pompa que em altitude se iluminam, adulados, venerados e bajulados por espantalhos. Podre poder automaticamente poderoso que se entranha e insiste no desenfreio do florescimento do mercado imobiliário, que vai-se lá saber porquê, esta insistência não corresponde à procura real de habitação na cidade... Investe-se na propaganda de “salvadores da urbe”, onde todos os compromissos assumidos com as gentes se transformam em menos que nada, neste universo partido mutila-se uma cidade ao serviço da vontade de clientelas. No escalpe da toponímia da cidade nascem elevadores de vã glória, as pontes de vã de eternidade, templos do vão consumismo, promessas vãs de felicidade... os ares da globalização, do desenvolvimento, das obras “extruturantes”, do cosmopolitismo saloio. A diferença é expurgada nesta cidade, na política do pontapé, no repertório passional trauliteiro, carroceiro e calhoeiro, varre-se deste concelho quem olhe de esguelha o servilismo lacaio do regime. Escorraçam-se os legítimos opositores democráticos, censuram-se artistas e intelectuais opositores. Vinga esta cultura de patrocínio autárquico, atolam-se os inventores de novas formas de democracia, de novas armas consistentes de libertação. O medo faz caminho, o medo de não arranjar e o medo de perder o emprego, o medo de serem substituídos por outros mais “empenhados” e mais “praticantes”, o medo de não conseguir a licença da Câmara, o medo da marginalização, o medo das garras disformes da justiça… o medo de perder a cunha para o lugar num lar de idosos… o medo… o medo… o medo de quem não joga com as cartas viradas para cima. O medo de aplaudir quem se compromete e de quem não amocha, o medo de aplaudir o cidadão da esfera livre, denunciado e serpenteado, pela ignorância do regime, como nocivo para os “crentes”... Tarda o relâmpago da liberdade!"

20090501

Os "ardorosos devotos" do Tortosendo



Pelo menos uma vez no ano, há cultura no Tortosendo! O programa de onde destacámos este excerto divulga por atacado o 1º de Maio e a Festa da Ascensão, a Sra. dos Remédios e a Festa das Sopas, as bodas de ouro do Externato, uma noite de fados, etc. A mistura da religião com a política não espanta nem os "ardorosos devotos" da laicidade, cientes de que não é com princípios que se ganham eleições num país atrasado.

20090427

Parque de S. Miguel, ainda

Carlos Abreu é um desses seres enigmáticos que de vez em quando dá provas de um carácter iluminado e, para gáudio, descerra umas placas. O Grémio* não esquece a ternura de "oferecer" passeios encarnados à vila (outrora) vermelha... Desta vez, a sua junta denuncia num press release (clique, vale a pena) as malvadas forças de bloqueio que impedem o progresso tortozaeindeinse, contra as quais brame. O inefável Romão não esquecerá o apelo. E ficam sempre bem nos discursos de inauguração alusões a inimigos vagos e poderosos. Enfim.

Os queixosos terão chamado a tv e, imagine-se, chegaram ao desplante de contratar um advogado do PSD nacional para afrontar o PSD local e o seu brâmane. A junta repudia tais métodos, mas não se inibe de, supostamente ao arrepio da Lei e de providências cautelares, estimular a construção "a mata cavalos" desse ex-libris que será o parque de S. Miguel do Tortosendo, cuja criação certamente imortalizará a criatura.

Os blogs acólitos (ver 1 e 2) querem ampliar a cruzada, demonstrando quão bela está a obra. Mas falta-lhes razão. Reveja aqui parte da história de mais um lindo investimento no seu futuro. Agradeça!

20090218

Parque de Feiras do Tortosendo...

"O presidente da junta de freguesia do Tortosendo espera que o novo Parque de São Miguel possa ser inaugurado até ao inicio do verão. Apesar da polémica que envolve esta obra, devido a uma contra ordenação emitida pela brigada do ambiente da GNR devido ao alegado abate ilegal de árvores naquele local, Carlos Abreu garante que "os trabalhos estão a decorrer a um ritmo normal..." RCB

20081203

Questões de interesse público

Pedro Teixeira, editor do Sombra Verde, apontou para a estrela* :), não ficou a ver o dedo. Não obstante a transcrição que abaixo fazemos, sugerimos a leitura integral deste seu assertivo artigo.
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"... a propósito das intenções da Câmara Municipal da Covilhã (CMC) face a dois terrenos com sobreiros, espécie protegida pelo Decreto-lei n.º 169/2001, localizados na freguesia do Tortosendo. (...) a uma câmara municipal (...), não se pede muito. Pede-se, no mínimo, o essencial: que cumpra e faça cumprir as leis da República. Não se pede que goste ou concorde com as mesmas. (...) Eu sei que às vezes é "aborrecido" ter que dar explicações e que é mais fácil apelidar de "reaccionária" a atitude de quem se limita, no uso dos seus legítimos direitos constitucionais, a questionar o poder autárquico. (...) - Deste modo e relativamente às obras num terreno na zona do Bairro do Cabeço, gostaria que a Câmara Municipal me esclarecesse nos seguintes pontos: - A CMC sabe que decorre ainda um recurso que visa anular a decisão do secretário de Estado da Administração Local, a qual permitiu à Câmara expropriar o terreno (...) Dito de outra forma: caso os anteriores proprietários vençam o referido recurso e outros que possam existir e recuperem a posse do referido terreno, poderá a CMC garantir em absoluto que não terá que pagar nenhuma indemnização aos mesmos, com recurso ao dinheiro dos contribuintes, por alteração definitiva das características desse terreno? - Com que base jurídica justifica a CMC a continuação das obras no local, após ter sido levantado um Auto de Notícia por contra-ordenação, emitido pela GNR, por abate de diversos sobreiros (...)? (...) sabendo da continuação das obras no local, qual será a atitude da GNR face ao avanço das mesmas? Sabendo do referido abate de sobreiros e sabendo que a CMC não tem autorização para tal, qual será a atitude da Autoridade Florestal Nacional?

Temos depois as intenções da CMC face a um terreno com 83,9 hectares, maioritariamente integrados na Reserva Ecológica Nacional (REN) e Reserva Agrícola Nacional (RAN) e nos quais existe um povoamento de 3 000 sobreiros. A justificação da CMC tem oscilado entre a necessidade de ampliar a Zona Industrial do Tortosendo (ZIT) e a necessidade de encontrar um terreno para a instalação de um projecto de Potencial Interesse Nacional (PIN). (...) uma área de 84 hectares, de quantas intenções de investimento estamos a falar? São investimentos garantidos ou meras intenções de possíveis investimentos futuros? Qual o motivo pelo qual não se utilizam os terrenos que o actual Plano Director Municipal do Concelho define como de “uso industrial”, precavendo uma possível ampliação da ZIT? - Foram estudadas outras alternativas de localização para estes investimentos, nomeadamente para o referido projecto PIN? Se sim, está a CMC em condições de tornar públicos esses estudos?"

20081115

Atentado ambiental perpetrado pela Câmara?

"A GNR impediu, na passada segunda-feira, o avanço de uma obra da responsabilidade da Câmara Municipal da Covilhã (CMC), no Cabeço do Tortosendo. Em causa está o facto das mesmas porem em causa um povoamento de cerca de 360 sobreiros. (...) A CMC pretende construir um parque de feiras na freguesia do Tortosendo (...) instalações permanentes para uma feira que se realiza um dia por ano [absurdo que o Grémio* oportunamente denunciou: 1, 2, 3, 4 e 5]. (...) Sobre o modo de actuar da minha autarquia já não me restam mais comentários...Sobram-me 3 questões, para outros tantos destinatários: - Para o senhor Secretário de Estado da Administração Local: com que fundamentos legais considerou justificável a expropriação de um terreno com mais de 3 centenas de sobreiros? - Para a Autoridade Florestal Nacional (AFN): sabendo das intenções da CMC para o dito terreno e sabendo que sobre a posse dos mesmos decorre ainda um recurso, com que base legal poderá a AFN justificar uma hipotética autorização para o abate dos sobreiros? Terá a acção da CMC, na passada segunda-feira, influência directa sobre essa decisão? - Para a GNR: na sequência da acção realizada na passada segunda-feira, foi levantado algum auto à CMC e/ou à empresa de contrução em causa? Se não, porquê? - Nota importante: este caso, embora situado na mesma freguesia (Tortosendo), é totalmente independente da situação dos 3 000 sobreiros denunciada em Outubro passado." in Sombra Verde
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Município de excelência, 5 estrelas? - Haja dó!

20081022

Excelência, com Carlos Pinto?

Carlos Pinto lembrou-se agora, reza a imprensa acólita, de pedir ao governo um pólo de excelência, mas ignora-se se de excelência empresarial, tecnológica, industrial, turística, ambiental, urbana ou cívica. É que em todos estes domínios Carlos Pinto pôs o dedo e em nenhum deles conseguiu levar a cabo uma intervenção competente e acertada.
- Quis fazer um parque de ciência e tecnologia no Tortosendo que até agora se reduz a uma zona "industrial": de investigação, inovação e tecnologia nada tem. Carlos Pinto tem revelado, aliás, um condão especial para repelir investigadores e empresas, bem patente na fraca qualificação das pessoas de que se rodeia (ou que o toleram) e na escassa fundamentação técnica das acções que põe em prática, como no caso do abbate dos sobreiros;
- Quis "remodelar" o Pelourinho e, incapaz de promover um concurso de ideias e envolver os actores sociais mais interesados, acabou com o Pelourinho enquanto praça pública, arruinando por arrasto o comércio tradicional;
- Quis recuperar a zona antiga da cidade e criou uma Sociedade de Reabilitação Urbana que até agora pouco mais fez que demolir e esventrar quarteirões ou alimentar-se a si mesma. Dela, o prof. Esgalhado pouca notícia dá...;
- Quis fazer, ou sonhou, com uma cidade, a "Grande Covilhã" e não fez mais que espalhar loteamentos desconexos entre circunvalações e crateras, onde não há uma rua digna nem se descortina algum princípio orientador;
- Quis fazer uma "aldeia de montanha" nas Penhas da Saúde e tolerou que aquilo se transformasse num subúrbio pretensioso, contrariando a linha de qualificação iniciada nos anos 70;
- Quis fazer um colégio internacional, ao qual ofereceu privilegios obscenos, e foi um logro;
- Quis fazer um centro de artes e desistiu, defraudando as expectativas dos compradores;
- Quis desactivar o (antigo) mercado a pretexto de construir um novo, primeiro no campo das festas, depois no famigerado Gameiro. Oferecido o mercado para estacionamento e um Call Center, anuncia-se a desistência do concurso para o novo mercado;
- Quis fazer passar a ideia de que a Câmara se opunha à criação do Pólo turístico da Serra da Estrela, sem que a Assembleia Municipal tivesse abordado o assunto, envolvendo-se numa lamentável quezília pública que sugere motivações pessoais...;
- Como se não bastasse confundir-se com a Câmara, envolveu-se numa trapalhada de comunicados que desacreditou também o funcionamento democrático da Comurbeiras;
- Quis fazer um discurso de comemoração da elevação da covilhã a cidade e não passou do latimbório trauliteiro a que nos habituou, que envergonha qualquer republicano de boa cepa.
- Excelência? - Há pessoas que não se enxergam, não há?

20081015

O Ambiente segundo Carlos Pinto

De cada vez que fala, melhor transparece o que o move. Carlos Pinto parece confundir-se com a Câmara e comenta a reclassificação de terrenos no Tortosendo com declarações deste jaez: “de vez em quando vêm umas pessoas de fora, não se sabe de onde, com posições reaccionárias que é o que caracteriza essa associação” ou “a Quercus é um negócio e por isso tem pouca credibilidade na CMC”. (RCB) (+)

Para um autarca com a pretensão de tornar aquela Zona Industrial um Parque de Ciência, fica mal não dar lugar ao conhecimento. É que não tem razão quem quer. - Não haverá na Câmara quem explique a Carlos Pinto que as empresas tecnológicas e os investigadores "de ponta" são geralmente alérgicos à opacidade destes procedimentos e ao mau ambiente provocado pelo "modelo de ordenamento" que vem infligindo ao concelho? - Não haverá quem lhe explique que a degradação ambiental que a sua "política urbana" tem provocado lesará o bem público (de que a economia é apenas uma ínfima parte) a longo prazo? Não haverá quem lhe explique (alguém como o Paulo Rosa, enfim), que a sua postura pode mesmo revelar um desfasamento cultural confrangedor? - Citando Antero, contristam-nos "as misérias morais dos homens que pela posição, pela autoridade, pelos anos, têm missão de dar o exemplo". Pesaroso, o Grémio* tem a franqueza caridosa de lho dizer.

20080925

Pavilhão da sopa!?

Do executivo PSD que preside à Câmara já se viu de tudo, mas querer fazer um pavilhão para acolher a Feira e a Festa das Sopas de S. Miguel (!), que se realiza uma vez no ano no Tortosendo, começa a roçar os limites da sanidade mental. O Grémio* sugere que se use o pavilhão do Unidos, que está às moscas, ou arrende o pavilhão da RUDE, que nunca serviu para nada, a não ser "cristalizar" dinheiro comunitário (nosso, portanto) destinado ao desenvolvimento rural. Será que Carlos Abreu e Carlos Pinto querem continuar a ganhar eleições à custa de obras deste jaez, absolutamente desnecessárias?

20080911

Prémio Romão Vieira (1)

O Grémio da Estrela propõe a candidatura de Eduardo Alves ao novel Prémio Romão Vieira* do jornalismo universitário, com base nos seguintes extractos de uma notícia (?) sobre a Feira de São Miguel: "Tortosendo ... maior vila do concelho... festa da padroeira... uma das maiores feiras da região post.... a maior vila do concelho da Covilhã... festa em honra de Nossa Senhora da Oliveira... festa da padroeira da “vila Operária”... procissão de velas... dois milhares de fiéis... eucaristia... Junta de Freguesia do Tortosendo... actividades lúdicas e culturais... Grande Noite de Fados... Nossa Senhora dos Remédios... das mais conhecidas instituições escolares... Caminhada de São Miguel... sardinhada de São Miguel oferecida pela Junta de Freguesia ... uma das mais emblemáticas iniciativas da vila... edição das “Sopas do Tortosendo”... habitantes da vila... com a presença de mais de dez casas comerciais... Grande Prémio de Atletismo São Miguel.... Montaria aos Javalis... Feira de São Miguel. Um dos principais certames agrícolas e comerciais de toda a região Centro"Urbi - Haja dó!
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* Vulto do jornalismo regional e cronista de mérito do Jornal do Fundão, conhecido pela isenção, equidistância e espírito crítico com que cobre todos os assuntos relacionados, directa ou indirectamente, com a Câmara da Covilhã, que há muito merece um prémio de reconhecimento pelos altos serviços prestados.

20080809

Os sobreiros do Tortosendo como obstáculo 2

O Sombra Verde também se pronuncia contra o arranque dos sobreiros para construir o anunciado e desnecessário parque de feiras.

20080801

Os sobreiros do Tortosendo como obstáculo

Além do artifício descrito no post anterior, a propósito de um Parque de Feiras para servir uma vez no ano, "Carlos Pinto anunciou também a replantação dos sobreiros que vão sair do Bairro do Cabeço “e mais uns quantos do Parque Industrial do Tortosendo”, em terrenos das freguesias do Sarzedo e do Dominguiso. Um processo que visa a criação de duas zonas verdes em freguesias do concelho, com as árvores da freguesia operária. Só após a retirada das ditas árvores do terreno no Bairro do Cabeço e a replantação das mesmas nas freguesias vizinhas é que as obras vão começar."" Urbi
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Ora, sendo os sobreiros, desde o reinado de D. Sancho I, uma espécie protegida em Portugal, resta ver como vai a Câmara resolver a questão: deitando abaixo e fazendo uso de habilidades (como esta ou esta), ou respeitando os espécimes, de acordo com a LEI.

20080729

Mais um atentado à inteligência

Carlos Pinto quer fazer um Parque de Feiras "com largas avenidas" no Tortosendo, para servir uma vez no ano. Diz o Urbi que a obra destina-se a acolher "uma das maiores feiras agrícolas da região"... É isto jornalismo universitário?