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20051215

Suspensões sucessivas do PDM

"Noticiava O Interior que o "executivo da Covilhã aprovou por maioria, (...) a suspensão de mais uma parcela do Plano Director Municipal (PDM) por dois anos, depois de na última Assembleia Municipal (AM), realizada há 15 dias, ter votado a desafectação de outras três zonas: o Parque Industrial do Tortosendo, a área entre a Faculdade de Medicina e a Quinta do Freixo e ainda a zona de Terlamonte, onde se pretende construir o aeroporto regional. (...) Se a lei impede e não permite, então manda o executivo e resolve a seu belo prazer. (...) É o executivo que temos." Covilhã Atenta

20051129

Quinta do Freixo, Covilhã

"(...) A [da Assembleia Municipal] sessão decorreu pois com a esperada normalidade, (...) até ao ponto onde se pretendia a votação da suspensão parcial do PDM da Covilhã. Esta medida pretende incidir sobre terrenos localizados no Terlamonte, Teixoso, onde está prevista a construção do futuro Aeroporto da Covilhã, no Tortosendo, onde a autarquia pretende lançar uma terceira fase de expansão do parque industrial e na Boidobra, onde até há bem pouco tempo decorriam os trabalhos de construção da Quinta do Freixo. E foi este último ponto que “incendiou” a oposição feita pelos deputados do Partido Comunista e do Bloco de Esquerda. A Quinta do Freixo é uma urbanização onde está prevista a construção de 575 vivendas e que está situada em terrenos de Reserva Agrícola Nacional (RAN). Vai daí, a autarquia pretende alterar o PDM, para todos estes locais e apresentar planos de pormenor que viabilizem todas estas construções. A medida foi votada favoravelmente pelos representantes do Partido Social-Democrata e do Partido Socialista". URBI, 29/11

20051128

Quinta do Freixo, Covilhã, PDM

"A Assembleia Municipal da Covilhã aprovou na sexta-feira, por maioria, a suspensão parcial do Plano Director Municipal (...) a suspensão abrange terrenos no Terlamonte, que a autarquia quer destinar a um futuro aeroporto, abrange também a ampliação da zona industrial do Tortosendo e a construção de uma urbanização com mais de 500 fogos de habitação à entrada da cidade (Quinta do Freixo). Segundo a proposta apresentada pelo presidente da Câmara, Carlos Pinto (PSD), aqueles empreendimentos são incompatíveis com a utilização do solo prevista no actual PDM. A autarquia pretende por isso suspende-lo e apresentar planos de pormenor que permitam as construções naquelas áreas. (...)
Jorge Fael (CDU) acusou a Câmara de querer beneficiar a empresa construtora - Construções Lourenço, de que faz parte Rui Lourenço, deputado municipal do PSD (...) por ter autorizado, em Abril, terraplanagens na área, em cerca de 10 hectares, sem que fosse autorizada a desanexação de terrenos da Reserva Agrícola Nacional (RAN) (...) Carlos Pinto defendeu que o empreendimento é importante para o desenvolvimento da cidade e que os terrenos que pertencem à RAN são muito pequenos e sem relevância agrícola. Por isso, "qual é o problema de afrontar a CCDRC”, questionou. O autarca criticou ainda "direcções regionais que mais valia não meterem o bico no planeamento do território" (...)

PS AO LADO DO PSD - Carlos Pinto defendeu a revisão dos territórios da RAN e da Reserva Ecológica Nacional (REN) considerando que a situação legal que se vive no país é "irracional" e trava o desenvolvimento. “Não me vou calar”, gritou, (...) Um discurso que não convenceu o comunista Jorge Fael, que continua a suspeitar dos negócios imobiliários na Quinta do Freixo. “O que ouvimos foram palavras, apenas”. (...) “Este caso é um Freixogate”." Luís Fonseca, Diário XXI, Segunda-Feira, 28 de Novembro de 2005

20050405

Câmara vai pedir mais 890 mil euros

"A Câmara da Covilhã aprovou a (...) contracção de um empréstimo no valor de 890 mil euros. (...) Segundo Miguel Nascimento, o empréstimo foi justificado pelo presidente, Carlos Pinto, para pagamento das obras de construção da segunda fase do Parque Industrial do Tortosendo (...) [mas] “o que está em causa são as dívidas acumuladas em empréstimos bancários ao longo de dois mandatos do PSD”. (...) já nas contas de 2003 “o passivo da autarquia se situava em cerca de 76 milhões de euros”. “As despesas com o serviço de dívida registam a partir deste ano uma progressão fortíssima, com o fim dos períodos de carência [período que medeia entre a contracção do empréstimo e o início do seu pagamento] de 13 empréstimos, num encargo de pelo menos 52 milhões de euros”, refere o vereador. À saída da reunião do executivo, o presidente da autarquia, Carlos Pinto, não prestou declarações aos jornalistas." Diário XXI, 2005-04-04