Não bastava o humilhante desaire eleitoral de Eduardo Cavaco, o favorito de Pinto, na freguesia da Conceição, soube-se agora que a sua confraria da Cherovia existia avant la lettre... O circo prossegue por mais 4 anos: "venho aqui prestar a minha solidariedade ao maestro, a propósito do registo abusivo da confraria da cherovia por um putativo confrade. A cherovia é pertença do maestro, e não devia ser usurpada deste forma infame..." Carpe
20091030
Confraria da Cherovia, "avant la lettre"
Não bastava o humilhante desaire eleitoral de Eduardo Cavaco, o favorito de Pinto, na freguesia da Conceição, soube-se agora que a sua confraria da Cherovia existia avant la lettre... O circo prossegue por mais 4 anos: "venho aqui prestar a minha solidariedade ao maestro, a propósito do registo abusivo da confraria da cherovia por um putativo confrade. A cherovia é pertença do maestro, e não devia ser usurpada deste forma infame..." Carpe
20091013
Uff, acabou
20090706
20090702
Humor: Carlos Pinto pede rigor
20090701
Prémio Romão Vieira (11)
A novel e bem aventurada nomeada ao Prémio Romão Vieira é Ana Ribeiro Rodrigues, em estreia mas não sem merecimento, pela esclarecedora peça "jornalística" do acólito NC em que descreve a espera de Carlos Pinto pelos sinais, "para ver se o “clima de simpatia” em torno da sua candidatura é “real e evidente” para decidir se avança para um novo mandato." Não vá faltar resposta à exortação, o Grémio* atribui já alguns sinais ao edil. Sinais de esperança, sem bluff, com humor e amizade.
20090618
O castiço
20090429
Camping "de" Carlos Pinto

Estafadas as placas das rotas turísticas [?], Carlos Pinto "oferece" agora à cidade outra inovadora remessa de sinalética, tão absurda quanto a outra, apesar de nelas constar o seu nome. O espécime que vê na imagem até parece ter sido instalado a pensar em nós... Gerou tal confusão aqui no Grémio* que ainda não chegámos a consenso sobre se a placa se destina a promover o camping ou o próprio Pinto.
20090417
O "charme" dos Costa Pais
20090315
"Virgens num bordel"
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Metáfora que prova a sua craveira intelectual. Sem ironia.
20090306
O sermão do (e ao) padre Geraldes
Desta vez citamos na íntegra um documento para a posteridade. Leia, reficta, comova-se e se quiser acompanhe o debate que vai no Carpinteira sobre esse contrasenso que é a "blogoesfera local". O Grémio* tentara noutra ocasião pensar a relação entre o poder e a imprensa locais, mas o Carpinteira excedeu-se.
"O Sermão - Esta semana o clérigo Geraldes resolveu escrever um sermão sobre os/as covardes, no seu jornal católico/apostólico/romano NC. Entendeu fazê-lo do alto do seu púlpito, em tom inquisitorial, com acusações genéricas sobre os covardes e afins, que é sempre mais fácil e, seguramente, mais proveitoso para quem tem em vista atingir um determinado fim. Na verdade, ignorava esse tema fracturante da Igreja: os covardes e as covardes. Temos então, uma oratória transformada em alimento espiritual pelo nosso clérigo, se calhar para vender aos crentes, quanto mais não seja, para os levar a ler mais vezes a Biblia, que é um exercício que se recomenda sempre, em tempo de crise e de covardia. Bom, depois de ter percorrido a prosa, e tropeçado em evocações do Padre António Vieira e Almada Negreiros, como forma de legitimarem as afirmações que o clérigo ia produzindo, dou por mim no meio de uma campanha negra contra a imoralidade covarde, e pela salvação das almas. Tudo bem. Nesse exacto momento, lembro-me também de Antero de Quental, quando disse que o vírus que provocou a doença foi o cristianismo, que fez cair sobre o país uma sombra densa que se transformou no que podemos chamar de uma longa noite portuguesa. Outras estórias. Eis-me então chegado à frase mais interessante e sumarenta desta missiva que reza assim: “Os covardes (…) usam blogs cujos autores são desconhecidos (…) É gente séria esta?” Ou seja, no mundo complexo e sério do clérigo Geraldes, as pessoas sentem-se perdidas e ofendidas, sem esse recurso sistemático à autoridade de autor, como se a ideia não valesse por si, e as pessoas só fossem capazes de a acolher, não pelo que ela vale em si mesma, mas quando imposta pelo recurso autoral. Pelo contrário, estou convencido, que os leitores podem ler os textos sem saberem quem são os seus autores, e nem por isso deixarão de lhes atribuir significado. Penso que o texto deve funcionar por si, sem necessidade de o nomear. Isso não impede que um leitor, qualquer leitor, possa construir um sentido ou concluir pela falta dele. De uma coisa tenho a certeza, o direito de propriedade sobre os posts que escrevo, aos poucos, deixam de pertencer-me, e passam para o lado de quem os lê. É uma velha questão da estética da recepção, que não vou aprofundar para não me desviar do assunto. Mas é claro que a covardia tem as costas largas, e o fito de tanta prosápia do clérigo Geraldes não era, seguramente esse. Vamos então ao que interessa: Os blogues continuam a ser, ao contrário dos pasquins paroquiais, os poucos espaços de livre opinião não controlada pelo poder autárquico. Como todos sabemos: a imprensa local é ainda hoje muito dependente da publicidade local e pública, o que limita, demasiadas vezes a sua independência política. Os blogues anónimos e não anónimos têm sido, em muitos lugares, um espaço raro de opinião livre. Esse é que o problema, e o clérigo Geraldes sabe isso; a nomenklatura local está pouco habituada à crítica e à denúncia. A aversão à crítica livre é, aliás, uma característica comum aos autarcas, mas principalmente à Igreja, historicamente intolerante com o diferente e o contraditório; era outra estória, mas não tenho tempo. Certamente, o problema não está nos/nas covardes, o problema reside no senhor padre, que não se dá bem com a liberdade de expressão. É sabido que ainda perduram genes do Santo Oficio em alguns sectores da Igreja portuguesa, até porque, a censura ideológica e a perseguição religiosa, institucionalizada em força até ao século XIX, ajudou a criar esses tiques de exclusivismo e intolerância. Pois assim se fez o caminho para um longo período de igreja única e de partido único, que marcou três quartos do século XX. Mas os tempos hoje, são outros, mesmo que isso desgoste ao clérigo Geraldes. Bom, a prosa já vai longa, vou mas é aspergir a cama com água benta e rezar as três avé-marias do costume, não vá o diabo tecê-las."
20090225
"Benvindos"!
Um candidato a Reitor, professor catedrático... de letras, aos internautas blogoesféricos: "benvindos". Lapso ou blague?
20090112
João Esgalhado acredita...
20081229
Cabeças (de lista) do PSD
20081228
Obras de fachada
20081222
João Esgalhado...
"Foi arquivado pelo Ministério Público, o processo no qual João Esgalhado, vice-presidente da Câmara Municipal da Covilhã eleito pela lista do PSD, era arguido. Sob este autarca recaíam suspeitas da prática dos crimes de abuso de poder e corrupção passiva para acto lícito." JF (Fotografia do cortejo Covilhã em Festa, adaptada à quadra natalícia)
20081216
Fantasia 02 - Centro de Artes

Naquele tempo..., corria o ano de 2000, a vereadora da cuiltura, a saudosa Maria do Rosário, antecessora de Paulo Rosa na pasta, anunciara o arranque do Centro de Artes da Covilhã: "a Câmara da Covilhã está em condições de lançar o concurso para o Centro de Artes no próximo mês de Junho". O complexo teria então uma sala de teatro para 200 pessoas e um centro de congressos com capacidade para 600 pessoas. Volvidos 8 (oito) anos, dessa promessa resta o nome da rua e a qualidade estética do sítio que se aprecia na imagem. Para trás ficaram os imbróglios habituais (1 e 2) nesta equipa autárquica, que culminaram na anulação da adjudicação da obra pelo Tribunal Administrativo de Castelo Branco e na posterior desistência de Carlos Pinto (1 e 2) da sua erecção.
20081215
Carlos Pinto vs Jaime Silva
"O ministro da agricultura assegura que as verbas do programa “Leader” afectas ao desenvolvimento do mundo rural não podem ser utilizadas para financiar campanhas de publicidade de câmaras municipais. Em causa, as dúvidas levantadas a propósito da campanha “Covilhã, cidade cinco estrelas” que a autarquia candidatou à associação Rude (...) Jaime Silva, ministro da agricultura, pescas e de desenvolvimento rural, é peremptório: “não faz parte do programa Leader fazer-se publicidade, pode fazer-se promoção mas daquilo que se está a valorizar que são os produtos transformados da agricultura”." RCB
20081214
Carlos Pinto... Rude
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Significarão estas palavras, como se lê no Máfia da Cova, que Carlos Pinto, presidente da Câmara, terá submetido a Carlos Pinto, presidente da(s) Rude(s), a aprovação daquela campanha publicitária?
20081213
Fantasia 01 - Jardim botânico
20081210
A quem se aplica?
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A quem se poderia aplicar tão eloquente descrição, retirada do Boca de Incêndio, que caracteriza uma atávica e abundante estirpe de políticos do nosso contentamento?
