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20090306

5 estrelas: "the show must go on"

A campanha Covilhã cinco estrelas continua de vento em popa, usando o erário público para proveito não se sabe bem de quem, nem de quê. Certo é que esta campanha disparatada parece alcançar exactamente o contrário daquilo que propôs Carlos Pinto, embora os jornais e as revistas fashion agradeçam ("boa imprensa"...) e alguns basbaques exultem com a farsa.

Façamos então de conta que a verdadeira fortuna gasta pelo Município da Covilhã em propaganda no ano passado foi um "investimento" no nosso futuro, na nossa qualidade de vida. Façamos de conta que a "visão estratégica" da Câmara justifica o dispêndio de mais 70.000,00€ dos nossos impostos em anúncios de imprensa, só nos primeiros dois meses do corrente ano, como aqui pode constatar. E ainda a procissão vai no adro...

28432

Presselivre, Imprensa Livre, S.A.Campanha Covilhã Cidade 5 Estrelas16.000,00 €
28468

Público, Comunicação Social, S.A.Campanha Covilhã Cidade 5 Estrelas18.720,00 €
28490

O Sol é essencial, S. A. Campanha Covilhã Cidade 5 Estrelas8.970,00 €
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Impala Serviços, SL Campanha Covilhã Cidade 5 Estrelas12.000,00 €
27986

Caras - Revistas Impresa PublishingCampanha Covilhã Cidade 5 Estrelas14.950,00 €

20081130

Covilhã 5 Estrelas. Há dúvidas?

A inércia e apatia da imprensa "local" faz supor que tudo vai bem no Município. Mas outros orgãos de comunicação social, atentos aos inúmeros sinais de colapso do modelo político-demagógico protagonizado por Carlos Pinto, transmitem uma imagem bem mais fiel deste modo eleitoralista e suicidário de "gestão" pública. Transcrevemos do Expresso uma extensa notícia sobre um caso que se afigura escandaloso, para o qual o Grémio* já havia alertado.
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Alegado recurso a verbas LEADER como saco azul para publicidade da câmara... "Dúvidas, muitas dúvidas - é o estigma que pesa sobre a nova campanha ‘Covilhã, Cidade 5 Estrelas’. - A polémica estalou na região por esta publicidade surgir ‘colada’ ao LEADER, programa comunitário destinado ao desenvolvimento dos meios rurais. E também pelo facto de o presidente da Câmara da Covilhã, Carlos Pinto, presidir à Rude, associação responsável pela execução dos fundos LEADER na Cova da Beira. O autarca da Covilhã candidatou esta campanha para financiamento do programa comunitário, mas o gestor do LEADER já lhe pediu esclarecimentos, não tendo ainda obtido resposta. - A campanha ‘Covilhã, Cidade 5 Estrelas’ está a ser massivamente divulgada através de cartazes por toda a cidade, anúncios no estádio municipal e em publicações como o ‘Público’, ‘Visão’, ‘Caras’, ‘Lux’, ou mesmo a revista de bordo da TAP. Todos os anúncios ostentam o logótipo do LEADER e da Rude, sendo pouco claro se se trata ou não de publicidade camarária. - Presidida pelo autarca da Covilhã, a Rude é uma das 52 associações criadas em Portugal no âmbito do LEADER, que contam com fundos comunitários para acções de valorização do mundo rural (€4 milhões a €5 milhões foi a verba atribuída a cada associação no último Quadro Comunitário de Apoio). - Estranhando a falta de relação directa entre a campanha da Covilhã e os objectivos do programa comunitário, o gestor do LEADER já solicitou esclarecimentos a Carlos Pinto. - “Não pagamos essa campanha” - Enviada a 13 de Setembro, a carta do director-geral da Direcção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (organismo que superintende as associações LEADER em Portugal) não teve ainda qualquer resposta por parte do presidente da Rude e da Câmara da Covilhã. - “Não pagamos essa campanha. Aguardamos esclarecimentos por parte da Rude”, garante Rui Baptista, chefe do LEADER a nível nacional, adiantando ter sido recebida uma candidatura da Rude no valor total de €800 mil, incluindo a campanha da Covilhã e várias acções na Cova da Beira. “O nosso sistema alertou-nos para a situação e bloqueámos o pagamento. É pouco habitual este tipo de despesas e não faremos transferência financeira enquanto não tivermos resposta ao nosso pedido de esclarecimento”, salienta o responsável do programa, frisando que “nenhum pagamento foi feito para esta campanha”. - No pacote de €800 mil da candidatura da Rude, a campanha da Covilhã foi a que “saltou à vista pelo tipo de acção”. São consideradas elegíveis para financiamento pelo LEADER as despesas da Feira de São Tiago, na Covilhã, que incluiu concertos de Luís Represas, João Gil, António Pinto Basto e João Braga, e apesar de não ter nenhum «stand» agrícola. “Mas as feiras funcionam muitas vezes como actividades de dinamização das zonas rurais”, faz notar Rui Baptista. - Numa avaliação das 52 associações de desenvolvimento rural financiadas pelo LEADER, a Rude figura em último lugar, com a pior taxa de execução de todas. “Tem sido sempre assim, desde o início”, refere o chefe do programa em Portugal. Em Junho, quando esta avaliação foi apresentada, a Rude tinha por executar €906 mil, o equivalente a 69% do Vector 1 e a apenas 24% do Vector 2 do Fundo Europeu de Orientação e Garantia Agrícola (FEOGA). Avizinhando-se um novo quadro comunitário, estes fundos ficariam ‘perdidos’ se não fossem aplicados até ao final de 2008. Foi depois desta apresentação pública, em Junho, que foi lançada a publicidade ‘Covilhã, Cidade 5 Estrelas’. A campanha está a ser fortemente contestada na blogosfera, onde lhe chamam “O (rude) desenvolvimento rural 5 estrelas” e inclusivamente acusam a associação Rude de funcionar como “um BPN pequenino”. - Quanto custou a campanha? - É um mistério, ao qual a Câmara da Covilhã não dá resposta. Sobre a nova campanha da cidade, o EXPRESSO tentou contactar Carlos Pinto, presidente da associação Rude e da Câmara da Covilhã, cujo gabinete informou que este se encontrava ausente toda a semana, mas que delegava o assunto no vereador Luís Barreiros. O vereador só quis responder ao EXPRESSO por correio electrónico e, questionado sobre os custos e a origem da campanha (se foi lançada pela Câmara ou pela Rude), apenas referiu que no âmbito do programa LEADER “foi aprovada uma [De qual entidade?] candidatura no valor de €40.112,92 pela Unidade de Gestão em regime de ‘overbooking’, isto é, sem garantia de qualquer comparticipação comunitária, não tendo o município até à data recebido um euro de comparticipação”. Conceição Antunes, EXPRESSO

20090831

Fantasia 21 - Obras 5 estrelas (2)

"Continuamos a passar em revista a colecção de promessas por cumprir... em anteriores programas eleitorais do PSD Covilhã. Deixamos o rol de incumprimentos à atenção dos leitores e respectiva oposição: Centro da Juventude. Estádio Municipal de Futebol. Pavilhão Desportivo Polivalente. Novo Cemitério da Covilhã. Funicular do Largo de São João de Malta. Renovação do Parque Alexandre Aibéo(Jardim botânico). Via periférica à Cidade. Zona de jogo e Casino da Covilhã. Centro de Artes da Covilhã. Estação Intermodal da CP-Gare Ferroviária e zona envolvente. Zona Industrial do Teixoso. Ligação Rotunda do Rato/Rua da Saudade.Outras fantasias: Covilhã Capital da Cultura e Capital do Teatro. Festival Internacional de Cinema, Museu na zona do Castelo. Parque de desportos radicais, piscinas aquecidas em Vales do Rio, Teixoso, Tortosendo e Vila do Carvalho. Teleférico entre a Central de Camionagem e o centro da cidade. Construção do novo mercado na antiga garagem de São Cristóvão...E mais, muito mais mentiras 5 estrelas, num condomínio perto de si. Lá iremos" Carpinteira

20090715

Fantasia 17 - Grandes obras (anunciadas)

"...Carlos Pinto / PSD de há uns anos a esta parte nos vem habituando a... grandiosos títulos de jornal, que passados anos continuam a teimar em não acontecer, em não aparecer, senão vejamos:

De 2006: Via periférica à Cidade; Barragens das Cortes e Atalaia... Zona de jogo e Casino da Covilhã; Unidade hoteleira do Sanatório; Centro de Artes da Covilhã; Renovação do Edificio da Estação da CP, Gare Ferroviária e zona envolvente; Zona Industrial do Teixoso; Nova estrutura aeroportuária – Aeroporto Regional da Covilhã; Via rápida de ligação a Coimbra, com perfil de auto-estrada; Estrada Barco-Ourondo; Remodelação da Estrada entre a Pone Pedrinha, Ferro e Peraboa; Novos anéis urbanos (Barroca do Lobo Sineiro, Rua Mateus Fernandes TCT, Rua da Saudade Rotunda do Rato); Rede de Transportes Públicos do Concelho; Revisão do PDM. De 2002: Centro da Juventude; Estádio Municipal de Futebol; Pavilhão Desportivo Polivalente; Novo Cemitério da Covilhã; Funicular do Largo de São João de Malta; Renovação do Parque Alexandre Aibéo. São mais que muitas as obras que nunca chegam a ser sequer projectos. São mais que muitas as promessas adiadas. E assim se vai fazendo crer que se faz, e assim se vai passando a mensagem de uma cidade e um concelho 5 estrelas... anunciou-se o Centro de Artes, depois gastou-se dinheiro no projecto, entretanto a obra não avançou... anuncia-se a organização da “Covilhã Capital do Teatro” e do Festival Internacional de Cinema, a par com o anúncio da Covilhã Capital da Cultura... anuncia-se a criação do Museu da Covilhã... mas entretanto criou-se no mesmo sitio o “Edificio Arte e Cultura”, antes Casa do Professor... “Grande Museu” na zona do Castelo... Centro de Juventude e um parque de desportos radicais, piscinas aquecidas em Vales do Rio, Teixoso, Tortosendo e Vila do Carvalho... em lugar das piscinas ofereceu-se o terreno a um grande grupo económico para construção de um colégio internacional... Construção de fogos - habitação social destinados à venda a custos controlados para apoiar a fixação de jovens no Concelho e mais 400 para arrendamento e venda a custos controlados, depois a compra das habitações à Somague, que por sua vez foram construídas em cima dos terrenos do Benfica do Tortosendo, que reclamou justamente e que por contrapartida vai ter a sua sede nova construída pela Somague... anunciar a construção do teleférico entre a Central de Camionagem e o centro da cidade, o funicular do Largo de São João de Malta e um circuito especial de transportes entre o Ernesto Cruz e o Bairro de Santo António e uma vez mais modificar todas as prioridades e construir as escadinhas de santo andré, de entrada directa para o call center, que agora é no mercado municipal, remodelado há pouco tempo, mas que agora já não vai ser o mercado, é um silo-auto e um call center e os vendedores colocam-se por cima do shopping sporting porque se vai construir um mercado novo na antiga garagem são cristóvão, o que já não é... depois faz-se uma ponte pedonal entre os penedos altos e a garagem de são joão.... dotar o aerodromo municipal de condições que permitam o serviço de aeronaves de pequena e média dimensão... depois já não há aerodromo nenhum... porque até ficava bem ali uma urbanização como a da quinta do freixo..." Vitor Reis Silva/CDU, Assembleia Municipal

20081214

Carlos Pinto... Rude

Até no insuspeito NC já ecoa a campanha Covilhã, Cidade 5 Estrelas. Citam Carlos Pinto, com cautela: Essa notícia não tem por onde se lhe pegue. É só uma denúncia da ADERES para ver se consegue chatear a RUDE. (...) "Não há problema nenhum. A Câmara adjudicou uma campanha de publicidade e candidatou à RUDE. Ponto final, parágrafo. Tudo o resto é trica" (...) Sem que o assunto seja escalpelizado, surgem dúvidas sobre “um alegado recurso a verbas do LEADER como um saco azul para publicidade da Câmara”, como realça o Expresso. (...) Carlos Pinto, na última sexta-feira, 6, informou que este mês a campanha vai voltar a estar nas páginas da imprensa nacional."
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Significarão estas palavras,
como se lê no Máfia da Cova, que Carlos Pinto, presidente da Câmara, terá submetido a Carlos Pinto, presidente da(s) Rude(s), a aprovação daquela campanha publicitária?

20100318

Prémio Romão Vieira 21 - O conSelho

Qual correia de transmissão da propaganda municipal, Paulo Rocha, do Urbi, deslumbra-se com a cidade e o "conselho", com S, 5 estrelas. Só não refere em quanto nos fica a oferta aos amigos taxistas, a parte desagradável da "notícia". O Romão deve sentir-se ultrapassado: "Protocolo entre a Câmara Municipal e os taxistas do conselho tem o objectivo de atraír turistas para a Covilhã... A Covilhã tem vindo a trabalhar [!?] com o objectivo de divulgar as mais valias da cidade aos turistas... O grande conhecimento que estes profissionais têm acerca do conselho pode-se tornar num excelente cartão de visita para os turistas... o Município da Covilhã atribuiu aos motoristas de táxis uma comparticipação anual... Os taxistas afirmam que este valor é “aceitável para ambas as partes”, sendo que «é a própria cidade quem mais beneficiará com este protocolo" :)

20110706

Urbanismo 5 Estrelas (48) - Espoliação do Aeródromo

A mudez dos partidos políticos, da opinião pública e da complacente imprensa convilhaneinse perante a mais recente tentativa de esbulho do património municipal denota uma alienação social preocupante. Consta que Carlos Pinto e seus acólitos se preparam agora para "oferecer" o terreno do aeródromo municipal à Portugal Telecom, preferencialmente urbanizado a expensas do miserável contribuinte tuga, ignorando os argumentos da Petição Pública contra o encerramento do aeródromo, já subscrita por quase 2.000 pessoas.

Pinto tem sido pródigo em transferir bens públicos para benefícios privados, de que são exemplos gritantes os casos das Águas da Covilhã, Colégio Internacional, Mercado Municipal ou generoso financiamento do futebol e da Igreja. Coisa que parece não escandalizar o indígena, venerador da miraculosa intercessão do edil na criação de empregos a pontapé, entre outras fantasias, sem aparente consciência do desastre em curso.

Propõe agora o prazenteiro executivo PSD, diz o preclaro Pedro Silva, presidente em exercício rotativo, coadjuvar na implantação de um Data Center da PT no aeródromo e, reza o Diário da "República", "definir áreas de estacionamento público e de equipamento urbano", "qualificar os espaços para o enquadramento habitacional e de actividades económicas, culturais e sociais, dimensionadas de acordo com as necessidades" (como se houvesse necessidade!) e, pasme-se, "salvaguardar a estrutura ecológica" (que envolve uma certa maison).

Tiudo como se estivéssemos no Século passado, ávidos de comprar apartamentos a crédito fácil, por recomendação do dr. Cavaco, víssemos na Câmara endividada uma agência imobiliária ao serviço de incógnitos interesses e ainda acreditássemos na possibilidade de aterrar num bem esgalhado Aeroporto Internacional da Grande Covilhã, para os lados de Terlamonte.

Esquecem estes caciques o amontoado de ruínas, lojas fechadas, prédios por acabar e por vender que marcam o abandono desta terra, sem que nenhuma SRU lhes valha? Será esta a derradeira operação do urbanismo 5 estrelas que tem barbarizado o condomínio? Se a Câmara quisesse realmente intervir naquela zona a bem da população, que tal resolver a entrada na cidade, no cruzamento do hospital? Ou fazer alguma coisa de útil por quem cá vive, por exemplo?

20090415

Urbanismo 5 estrelas (11) - Gameiro

O texto abaixo dá mais uma achega para a compreensão do modo atabalhoado como a câmara lida com a cidade e exemplifica a sua incompetência (e a cultura de prepotência que impera) na definição de prioridades. O imbróglio que envolve o Mercado Municipal é disso paradigmático. Demonstra uma inaudita capacidade de criar problemas do nada e de propor soluções para problemas inexistentes. Ou melhor, inexistentes até ao momento em que a câmara decidiu por "mãos à obra"; porque agora, com o volte-face na "ideia" de substituir o mercado existente por um novo, além da fortuna gasta em expropriações, demolições e terraplanagens, à Valério & Valério, temos a cratera que se vê na imagem para reparar, esgalhada em pleno centro histórico... e a esperança de que o mercado fique onde está, como diz Ana Monteiro (1 e 2). Resta saber se além da factura da remodelação do espaço (só a Tecnat cobrou 261.938,25€...) teremos ainda de arcar com as indemnizações aos expropriados, executadas em prol de duvidoso "interesse público". - Haverá responsáveis por este acto falhado? Que será isto, comparado com as benesses?
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"Era para ser, mas já não é… Em Fevereiro de 2008 a Administração do condomínio covilhanense notificou os comerciantes que tinham as suas bancas de venda no piso cimeiro do mercado, a abandonarem o mesmo. Vítor Marques, o vereador fantasma, especialista em Mercados e Feiras, disse na altura que “ia reunir com os comerciantes mas desconhecia os motivos que levaram a câmara a exigir a cedência das instalações”. Pois pois. Em Abril do mesmo ano, a Administração do condomínio toma a decisão de abertura de concurso para a construção do novo mercado junto ao Gameiro : (local onde a inteligentzia construtiva da urbe 5 estrelas, ergueu edifícios praticamente dentro do cemitério). Bom, agora o dr pinto vem anunciar que o novo mercado da cidade já não vai ficar localizado na antiga garagem de São Cristóvão ao Gameiro, e que o assunto vai voltar a ser apreciado. Hum? - Então, este espaço nobre no centro histórico da Covilhã vai ser transformado em quê? As pedras aparelhadas da anttiga fábrica (na foto) foram para onde? E os condóminos não terão o direito de saber onde é gasto o dinheiro dos seus impostos?" Carpinteira

20090505

Urbanismo 5 estrelas (15) - Av. da Anil

A expansão "urbana" da Covilhã, sob os auspícios de Carlos Pinto/PSD, tem sido um laboratório de incontáveis tipologias de desenrascanço, de arbitrariedade... e de laxismo (perante alguns) da fiscalização municipal. O exemplo abaixo, captado numa das mais concorridas artérias da cidade, a Av. da Anil, elucida-nos sobre a estratégia da Câmara na consecução de um condomínio verdadeiramente 5 estrelas. Apesar de tais malabarismos na usurpação da via pública, constou no Grémio* que até os proprietários mais jeitosos têm dificuldade em "meter" o carro naquelas garagens. Os peões passam.

20090619

Urbanismo 5 estrelas (23) - Paragens de autocarro

O desaparecimento dos abrigos das paragens de autocarro, há três meses e meio, não mereceu (ainda...!) esclarecimento público sério por parte da administração autárquica ou da Covibus. Assim, faça chuva ou faça sol, as zonas de paragem de autocarros proporcionam o lindo espectáculo que vê na imagem - a fotografia foi tirada em frente ao Hospital da Cova da Beira, onde é costume ver idosos, crianças, gente débil, visitas e funcionários do hospital nestes preparos. - Será que esta gente não conta para o executivo de Carlos Pinto, incapaz de tratar a mudança da concessão com a lisura que se impunha? Será que os utentes de transportes públicos não merecem mais do PSD/Covilhã, agora entretido com desmentidos e inaugurações supérfluas? Caberá este modo autista e atabalhoado de lidar com a cidade no universo 5 estrelas que nos tentam impingir? Que pensam os demais partidos do assunto? E a imprensa?

20100517

Urbanismo 5 estrelas (45) - cosmética (tuga)

A cosmética circunstancial em que a Covilhã se enleva para acolher meia dúzia de treinos da Selecção é um exemplo de despesismo fora de época eleitoral: uma espécie de fato domingueiro à medida do dr. Pinto e dos seus acólitos, que tentam corrigir a degradação das obras atabalhoadas e a incúria quotidiana com embelezamentos de última hora, para "fazer ver" e comover os miseráveis. Até o NC estranha: "Passadeiras e gradeamentos pintados, passeios arranjados... azáfama dos funcionários que fazem as alterações necessárias nos dois estádios onde a equipa das quinas vai treinar... “cantoneiros da Câmara Municipal a "polir" seixos das rotundas, a raspar musgo de entre o passeio e o alcatrão”... limpeza dos globos dos candeeiros, da estátua do Pêro da Covilhã e faz um apelo: “Que a nossa selecção se mude de vez para a Covilhã pois assim esta será sem dúvida a melhor cidade para se viver”...pinturas de tudo, sem sinalização, faixas cortadas e acidentes por causa disso... 15 dias em que a Covilhã vai ser noticiada em todo o lado”. - Entretanto, as associações locais definham, sem apoios, sequer para inscrever atletas em provas. Um tema de reportagem melhor que este, não?

20081029

O (rude) desenvolvimento rural 5 estrelas

A Rude, Associação de Desenvolvimento Rural presidida por Carlos Pinto, parece ter no terreno uma inédita estratégia, co-financiada pelo Ministério da Agricultura e pelo programa Leader, votada ao lema Covilhã, cidade cinco estrelas. - Quiçá a sementeira de pendões e outdoors pelas ruas e postes da cidade seja mais que "pasto para os olhos" e contribua para inverter a pobreza e o abandono do mundo rural, suposta missão daquelas entidades.

20090103

Esclarecimentos 5 estrelas

Decorre no Carpinteira um debate sobre o "esclarecimento" da Rude à campanha Covilhã, cidade cinco estrelas. Aprecie a elevação.

20080920

marca Covilhã

O novo logo da Câmara quer vender a ideia de uma "cidade 5 estrelas", mas o fogo de artifício fica aquém dos lindos brasões das freguesias.

20100201

Fantasia 30 - Património covilhaneinse

Acesa vai a discussão lançada pelo Carpinteira (1, 2 e 3)a propósito da iminente demolição das principais pontes ferroviárias da Covilhã. O manufacturas apela a que Salvem a Ponte do Corges!, divulgando o pedido de esclarecimento (1, 2) do Deputado Pedro Soares à REFER. O Grémio* associa-se à causa, esperando que a ideologia do pugresso que deu azo às intervenções nas pontes Pedrinha e do Paul não coíba o dr. Pinto de adoptar a costumeira posição 5 estrelas.

"Retomamos o tema da demolição da ponte ferroviária do Corges, construída no século XIX, que a REFER tem em lista de espera para o abate. Um escândalo com hora marcada e com a conivência da sociedade civil covilhaneinse, pejada de basbaques, que se estão nas tintas para o que resta da seu património histórico. Atavismo que não surpreende, depois de anos a fio, assistirem impávidos ao saque e delapidação da sua memória colectiva. Adicione-se ainda, alguma imprensa regional, pactuante com a deriva e o afã destrutivo dos amanuenses camarários, mais uma oposição que tem vindo a assobiar para o lado com um melancólico encolher de ombros. (...) Como se não fosse já suficiente, o património que jaz em ruína e em incrédulo esquecimento, agora vão também aniquilar parte da historia da cidade. Relembro um breve excerto, a propósito da história desta linha escrita por pinto pires:

"Para que a linha passasse pela Covilhã foi necessário construir cinco grandes pontes: a ponte sobre o rio Zêzere em Alcaria, a ponte do Anaquim (nas Poldras), o viaduto dos oito arcos em pedra, a ponte do Corge e a ponte da quinta do rio (...) Nesta obra, durante os meses de Junho, Julho e Agosto de 1891, trabalhavam na construção da linha, dia e noite, 4.000 operários, um grande número, eram mulheres" Carpinteira

Salvem a ponte do Corges

20090617

Fantasia 15 - Pelourinho

A gesta fantasiosa do executivo encabeçado por Carlos Pinto procura novo fôlego -os anos pesam, e a consciência também, certamente- perante a aproximação do acto eleitoral. No seguimento das anteriores maravilhas, como a transformação do Pelourinho numa rotunda/cromeleque gigante (na imagem), a quimera de um condomínio 5 estrelas continua a autorizar as mais disparatadas alquimias amnésicas, na tentativa de fazer esquecer os sucessivos falhanços estratégicos, por exemplo, da SRU Nova Covilhã. Esta mesma elite especializada em anunciar o que fará e o que não fez com o mesma naturalidade do que desfez, volvidos 16 anos, alienada dos problemas reais das pessoas, como o desemprego galopante..., limita-se a animar a malta, "revivendo" um passado mítico, incapaz de inventar o futuro, numa trágica propensão para o abismo, como nota o Carpinteira:

"Depois de 8 anos [16, não?] de falhanço completo na requalificação do centro historico, a Administração apresenta um projecto de cara lavada e "respeito pelo passado", numa rua, onde as casas continuam a cair aos bocados" "(Re)viver o pelourinho é mais uma arenga fabulosa da Administração pra gáudio dos basbaques [programa no Máfia da Cova, que se presta ao frete]. São momentos como este, que nos dão a conhecer o verdadeiro significado de democracia participativa no condomínio. Trata-se d’um evento extraordinário, promovido pelos coveiros do centro da cidade e do comércio tradicional. Nem a propósito; recordamos hoje, uma inolvidável (re)vivência festiva no Pelourinho, faz precisamente um ano".

20090423

Urbanismo 5 estrelas (13) - Goldra

Parque da Goldra, o preço da pressa: "Ainda não há muito tempo, foi a inauguração do novo espaço de lazer da Covilhã, que não saiu nada barato ao Município da Cidade, e que por alguma razão é um dos mais endividados do país... apesar dos elevados orçamentos com que estas obras foram catalogadas, as evidências de maus estudos do local, e talvez alguma má reconstrução dos muros de pedra, com bastantes anos, e que parece que mais minuto menos minuto vão cair de cima de alguém. Entre eles o espaço apertado onde agora passam peões e carros na zona da Universidade, em frente ao Museu dos Lanifícios (agora não passam devido á derrocada), e também a conhecida Calçada Alta... No local apenas dois grandes cartazes avisam (Obras em Breve), mas que já estão para Breve há imenso tempo. Hoje de tarde, a caminho da Universidade, este foi o cenário com que me deparei." Máfia da Cova

20090709

Urbanismo 5 estrelas (26) - empreitadas

A Nova Covilhã – Sociedade de Reabilitação Urbana terá adjudicado por 324.202,20€ sem concurso público, como convém, para esgalhar em 180 dias, uma empreitada no Centro Histórico a outro expoente da obra pública covilhaneinse: Virgílio Roque Ldª, empresa especializada no pastiche histórico. Procurará a SRU satisfazer a crescente procura de T1 e T2 no pujante mercado imobiliário da cidade neve, praticamente sem concorrência?