"Carlos Pinto considera que têm sido levantadas suspeitas injustas para com a Câmara da Covilhã, mas realçou perante a assembleia que não é caso único. “Tenham cuidado, porque isto está a cair em cima de muita gente, hoje, no País, injustamente. O primeiro-ministro é um deles, que sabe o que está a acontecer. Não há ninguém que possa cuspir para o ar”. (Romão Vieira, Jornal do Fundão, 20-06-2007)
"procurei alertar os socialistas, para terem cuidado e bom senso, a propósito de inquéritos e inspecções, onde deve imperar a prudência, face à actualidade mediática. (...) “Torpe insinuação” e “ameaça velada”, disse o sr. Vítor Pereira, interpretando malevolamente o que eu disse. (...) Para além disso, o senhor vereador/deputado, ou vice-versa, não sabe da “missa a metade”, sobre o vento que se está a semear, nem sobre as tempestades que se podem colher." Carlos Pinto, Presidente da Câmara Municipal da Covilhã, in Jornal do Fundão de 28-06-2007
20070629
20070627
Autarquias falidas
"A maior parte das câmaras municipais não tem meios financeiros que lhes permitam liquidar as suas dívidas a curto prazo e correm o risco de ver a sua situação financeira mais agravada se houver um corte nas transferências do Estado, como prevê a nova Lei das Finanças Locais. (...) Em 2005 (...) não foi cumprida a regra orçamental de endividamento zero..."DN, 27.06.07
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Portugal - economia
20070625
Ministério Público na Covilhã
"O Ministério Público constituiu cinco arguidos num inquérito à construção da Central de Compostagem [da Cova da Beira] de lixo da Quinta das Areias e respectivo aterro sanitário. António José Morais, antigo professor de José Sócrates na Universidade Independente e que desempenhou cargos de nomeação política durante a governação socialista, a ex-mulher de Morais, Ana Simões, e Horácio Luis de Carvalho (...), são acusados dos crimes de corrupção activa e branqueamento de capitais. Outros dois arguidos viram os processos arquivados: Silvino Alves, antigo aluno de António José Morais, e Jorge Pombo, ex-presidente da Câmara da Covilhã. António José Morais esteve ligado à construção do aterro sanitário, em 1996, através do gabinete de engenharia liderado pela mulher, estrutura que preparou o projecto, o programa do concurso, o caderno de encargos e avaliação técnica das propostas. Em 1999, após uma denúncia anónima, a Polícia Judiciária começou a investigar o caso, por alegado favorecimento do consórcio vencedor (...). À data dos factos, José Sócrates era secretário de Estado do Ambiente, mas não foi ouvido no inquérito. (...) a acusação passa pelo alegado pagamento por Horácio Luís de Carvalho de cerca de 60 mil euros ao casal Morais, como contrapartida para o favorecimento das suas empresas na adjudicação, em 1997, do concurso para a concepção, construção e exploração da central de compostagem e aterro (...) intervieram naquele concurso na qualidade de consultores da Associação de Municípios da Cova da Beira (dona da obra)." Luís Fonseca, Diário XXI, Segunda-Feira, 25 de Junho de 2007
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CM Covilhã
20070619
Turistrela e bungalows na Serra da Estrela
"Confrontado pelo Diário XXI com as suspeitas sobre a legalidade do empreendimento levantadas por averiguações da Inspecção Geral de Administração do Território (IGAT) à Câmara da Covilhã, Artur Costa Pais diz que não está “preocupado com isso”. Na última sexta-feira, Carlos Pinto, presidente da Câmara da Covilhã, revelou durante uma reunião da assembleia municipal que 63 das alegadas irregularidades detectadas pela Inspecção-Geral da Administração do Território (IGAT) no relatório parcialmente tornado público em Maio se referiam a cada um dos bungalows. (...)" Daniel Sousa e Silva, Diário XXI, 19 de Junho de 2007
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CM Covilhã
20070616
Carlos Pinto, Sócrates e IGAT
"Presidente da Câmara diz recear inspecções a dossiês de funcionários actualmente "pessoas altamente colocadas (...) Carlos Pinto diz que tem fugido à tentação "de pensar ou exprimir publicamente que haja uma relação entre o facto de há pouco tempo terem citado a Câmara da Covilhã por via das questões relacionadas com a licenciatura do primeiro-ministro e a saída, ao mesmo tempo, deste documento (a inspecção da IGAT)"." LUSA, 15 de Junho de 2007
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CM Covilhã
20070613
Arrogância autárquica!
Carlos Pinto responde no tom que se vê (aqui) aos "deputados" municipais. Uma lição de boas maneiras!
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CM Covilhã
20070602
IGAT na Covilhã
"Câmara da Covilhã garante que o processo ainda está em fase de contraditório, mas secretaria de Estado da Administração Local desmente (...) Inspecção-Geral da Administração do Território (IGAT) que terá detectado dezenas de violações das leis urbanísticas por parte da Câmara da Covilhã (...) a IGAT terá detectado que o município violou sistematicamente o Plano Director Municipal (PDM), a Reserva Ecológica Nacional (REN) e a Reserva Agrícola Nacional (RAN), entre outras alegadas infracções. No dia seguinte, Carlos Pinto desvalorizou o assunto, afirmando que a Inspecção está «transformada num centro de produção de telenovelas à volta dos municípios» e que a autarquia «não deve, nem teme» (...)Em causa está uma inspecção ordinária sectorial ao município da Covilhã iniciada a 17 de Junho de 2005. Segundo o comunicado, o parecer do Inspector-Geral da Administração do Território foi dado a 13 de Fevereiro último, seguindo-se a 15 de Março o despacho tutelar do secretário de Estado Adjunto e da Administração Local. (...) nos termos da lei, o processo está disponível para consulta «pelos órgãos de comunicação social e demais interessados» desde 4 de Maio no serviço de Relações Públicas, Documentação e Informação da Secretaria-Geral da Presidência do Conselho de Ministros. De resto, o comunicado refere também que os elementos processuais «passíveis de intervenção do Ministério Público» foram extraídos dos elementos disponibilizados e enviados, igualmente a 4 de Maio, «aos Procuradores da República junto do Tribunal Administrativo e Fiscal de Castelo Branco e do Tribunal Judicial da Covilhã». Ora, quem não gostou de ter sido desmentido foi Carlos Pinto, (...) diz estar a ser «alvo de uma campanha» da Secretaria de Estado da Administração Local e do PS por não ter a «cor partidária do Governo». A Câmara acusa o gabinete de Eduardo Cabrita de «fazer chegar às televisões notícias falsas e de puro delírio criativo face ao que se denuncia», que, para a edilidade, são assuntos «triviais». (...) As multas que a ex-Direcção Regional de Agricultura da Beira Interior (...) instaurou à Câmara da Covilhã, em Novembro de 2006, por ter violado duas parcelas da Reserva Agrícola Nacional (RAN) durante as obras de urbanização da Quinta do Freixo «foram para o cesto dos papéis já há muitos meses», garantiu Carlos Pinto. «Não pagámos nada», reforçou. Recorde-se que a ex-DRABI multou a Câmara da Covilhã e a empresa Construções Lourenço – responsável pelo loteamento na Quinta do Freixo - em 30 mil euros cada por terem movimentado dois hectares de terreno da RAN." O Interior, 31 de Maio de 2007
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