Em reacção "à exigência apresentada por Carlos Pinto, na sessão solene comemorativa dos 36 anos do 25 de Abril, de um hospital central para a Covilhã", referido no anterior post do Grémio*, Santinho Pacheco, Governador Civil da Guarda diz que a suposta inconfidência ou a associação de Pinto à "causa" "é uma forma de liquidar à nascença um projecto que poderia ser benéfico para toda a Beira Interior e nós na Guarda não aceitamos ser tratados com menoridade. É por isso que eu estou convicto de que, nos próximos anos, não vamos ter nenhum hospital central na nossa região". O governador civil da Guarda considera que Carlos Pinto "está a colocar-se em bicos de pés ao assumir a liderança deste processo sem que para isso esteja legitimado, uma vez que o tema deveria merecer um entendimento e um amplo consenso entre todos os agentes regionais e não ser lançado desta forma para a praça pública". Também a governadora civil de Castelo Branco já reagiu à exigência de Carlos Pinto. Para Alzira Serrasqueiro "não existe massa crítica na região para um hospital central mas, a avançar a sua constituição, nunca seria apenas para a Covilhã mas para toda a região". Nuno Miguel, RCB
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Será desta que contamos com uma daquelas cartas em defesa da honra, cheias de verve e de pontos de exclamação?
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20100504
20100514
Beira Anterior
Histórias duma região incapaz de olhar o futuro sem cromos embalsamados: "O Presidente da Câmara da Covilhã é o líder incontestado daquilo a que chamam Região da Beira Interior (ou só será Anterior?)... Comporta-se como um líder e, perante a total ausência de protagonismo de outros autarcas, faz-se ouvir. Desta vez reinvindica para a Covilhã um Hospital Central (melhor, que o hospital já existente mude de estatuto)... está a fazer o seu papel. Às vezes, um pouco ridículo. Com eco na comunicação social que gosta de ouvir coisinhas assim." Café Mondego
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CM Covilhã
20100530
Parolos
"O inenarrável Presidente da Câmara da Covilhã chamou "parolo" ao Governador Civil da Guarda, por causa de um Hospital. "Parolo", entre outras coisas, significa "homem da serra", o que se apropria a Santinho Pacheco e a Carlos Pinto. Pinto é, pois, também "parolo". Aliás, ele é o parolo-mor da Beira Interior. Para além de ser um espertalhão. Pinto significa em termos de política de desenvolvimento tudo o que eu não quero para a minha cidade. As suas opções são quase sempre populistas e demagógicas. Por outro lado, não gosto da figurinha empertigada e arrogante... Pinto tem investido (com muito dinheiro gasto) na promoção da sua cidade. A investida é contínua: Covilhã, cidade da neve, das cherovias, da animação pimba e da selecção de futebol. E do Hospital Central. O homem esforça-se e produz sound bytes a gosto dos jornalistas. A delegação do Jornal do Fundão... é um exemplo da forma como um órgão de informação se coloca ao serviço de uma estratégia de propaganda. A maioria rende-se a Carlos Pinto e "a esquerda" baixa os braços." Café Mondego
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CM Covilhã
20100503
Prémio Romão Vieira 24 - O penetra
O relato de uma distinção recebida pelo Centro Hospitalar da Cova da Beira no Jornal do Fundão desta semana serviu, tudo serve, de pretexto para a joint-venture Romão Vieira/Carlos Pinto, em vigor há vinte e tal anos, ofuscar o assunto da notícia e exaltar a resplandecente "visão" do edil que, por mera coincidência, "curiosamente, no dia anterior... [talvez sem saber de nada] veio publicamente e pela primeira vez defender que o "Pêro da Covilhã" passe a Hospital Central..." - Que terá pensado no seu íntimo João Casteleiro, director do CHCB, da deselegante intromissão?
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CM Covilhã
20100616
Pinto visto da Guarda
"A recente proposta do presidente da autarquia da Covilhã, para a criação de um hospital central naquela cidade, trouxe-me à lembrança os meus tempos de infância. O palhaço era aquele... que conseguia fazer rir e chorar ao mesmo tempo..." Jorge Noutel
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CM Covilhã
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