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20100531

CMC vs UBI

Estranhámos a suave notícia da dissensão. Agora, confirma-se a boa relação da Câmara com a UBI, e o nível de cada interveniente: "A Covilhã não participa em projectos que servem para “tapar compromissos político-partidários”. Quem o diz é o presidente da Câmara da Covilhã que na última reunião pública do executivo revelou as razões que levaram a autarquia a desistir do projecto “Parkurbis Medical”. Em causa esteve a integração “politicamente imposta”, a meio do processo, do município de Abrantes... “Não fomos excluídos de nada, tivemos a nossa posição e o projecto deixou de se chamar Parkurbis Medical para se passar a ser UBI Medical”, garante o autarca... Questionado pela RJF, o reitor da UBI recorda que não compete à instituição entrar em questões políticas. João Queirós explica que “nos tempos que correm a UBI não se pode dar ao luxo de perder investimentos públicos” e garante que o projecto UBI Medical “vem de encontro aos objectivos da equipa reitoral e da universidade”. O financiamento para sua implementação está garantido e vai permitir a fixação de recursos humanos na região, afirma João Queirós. Para este responsável as parcerias com a autarquia e com o Parkurbis são importantes “e deveríamos, todos, fazer um esforço para que essa cooperação potencie os projectos que, todos, temos em mão”, acrescenta" JF

20100506

Fantasia 35 - Parkurbis medical

Tínhamos (a vã) esperança que algum pergaminho da cova - o Urbi, por exemplo - esclarecesse, desenvolvesse ou desmentisse a notícia aqui ao lado, que há duas semanas nos preparava para a eventual exclusão do Parkurbis do projecto extruturainte das tecnologias da saúde, que a UBI "implementará" com parceiros internacionais. Mas, nada.
Poderá então presumir-se que a UBI deprecia o empreeendededodorismo do Parkurbis? Sabe-se lá... Independentemente disso, o jogral do JF esclareceu-nos sobre o aspecto determinante, sem o qual talvez nem houvesse notícia: revela a autoria da ideia. Da IDEIA, caro leitor! Adivinhe... ou pergunte ao dr. Farromba.

20090729

Prémio Romão Vieira (14) - hipótese como notícia

A imprensa local presta-se a amplificar as promessas eleitorais: "Carlos Pinto, presidente da Câmara da Covilhã e do Conselho de Administração do Parkurbis adiantou no passado sábado, 20 de Junho, que o Parkurbis poderá vir a integrar um Departamento da UBI." - Sob pena deste artigo ser tomado por mera propaganda, à Romão Vieira, não seria prudente transmitir a posição da reitoria sobre o assunto?

20110704

Adeus, Covilhã

Com a devida vénia a O Interior que, apesar do bairrismo, se distancia dos deslumbrados e acéfalos pasquins da paróquia, o Grémio* cita o texto crítico de Rosa Ramos:

"E, de repente, o aeródromo – um símbolo da cidade durante décadas e local de especial importância para uma das maiores mais-valias da Universidade da Beira Interior, a licenciatura em Aeronáutica ­ - vai desaparecer. E, devagarinho, a Covilhã morre também. A gestão da cidade tem sido desastrosa, nos últimos anos. Não se duvida das boas intenções da autarquia, ao ceder o aeródromo para a instalação de um centro de dados da PT. Afinal, em tempo de crise todo e qualquer emprego e investimento que se possa fixar no concelho é uma bênção. Mas é na perceção da relação entre o investimento captado e as soluções que melhor possam beneficiar a cidade e quem lá vive que reside uma boa gestão. Certamente que com alguma boa-vontade se conseguiria arranjar uma solução para a PT que não melindrasse o sector aeronáutico – de resto, a Covilhã teria avançado mais se, nos últimos anos, a aposta nesta área tivesse sido maior. Afinal, o que se passa na Covilhã? O descalabro terá começado, porventura, quando a PSP abandonou o centro. Seguiram-se outros serviços. O fenómeno não é novo: a tendência, nas pequenas e médias cidades, é para a deslocalização do comércio e dos serviços dos velhos centros históricos – algo que a médio e longo prazo se irá revelar numa verdadeira dor de cabeça para as Câmaras. O mercado foi substituído por um moderno call-center. Verdade seja dita: foi um investimento importantíssimo. Trouxe para a cidade centenas de postos de trabalho, mais ou menos precários, mas que têm contribuído para a fixação de alguns recém-licenciados. De qualquer forma, a ideia de construir um novo mercado a caminho da serra, ao lado do cemitério, nunca convenceu ninguém. Além disso, a Covilhã continua a ser a única cidade da região sem uma sala de espetáculos digna – apesar da novela do teatro-cine. Nos entretantos, construiu-se a ponte mais sexy da Europa. Um investimento caríssimo e notável - mais do ponto de vista visual e arquitetónico do que propriamente do ponto de vista funcional. Construiu-se também um ascensor ali para os lados dos Leões. Obras essenciais? Quando se gere dinheiros públicos é preciso atender a todas as solicitações. E é na escolha de prioridades que se distinguem os bons gestores. A desordem urbanística da cidade já não tem remédio. A rua que leva à garagem de São João mete medo – um verdadeiro cadáver urbano. O edifício da garagem, um dos mais belos do país, continua de pé quase por milagre, sem qualquer utilidade (não poderia ser reconvertido em mercado municipal, por exemplo?) e agora serve para acolher, de passagem, pequenas óperas que, e bem, lembram que aquele espaço existe. O turismo está subaproveitado. A desarticulação entre as várias entidades é demasiado óbvia para poder ser desculpável. A cidade até se dá ao luxo de ter dois organismos distintos e rivais para promover a Serra. Facto inédito em Portugal? Desarranjos de empatias em nada contribuem para o desenvolvimento da região (...) O parque da Goldra é estranhíssimo e não tem utilidade na maior parte do ano. Os melhoramentos na rotunda da universidade são visualmente notáveis. Mas de pouco serviram. Uma cidade não pode viver única e exclusivamente dos clientes de uma universidade. Gerir bem é saber escutar quem vive na cidade. E também adivinhar o futuro. Alguns autarcas souberem precaver-se. O dinheiro das autarquias vai escassear (...) é bom que os covilhanenses estejam conscientes de que nada de novo surgirá nos próximos anos – muito menos um aeroporto, como foi anunciado. Não há dinheiro. E vai haver ainda menos. A Guarda, apesar de tudo, teve alguma inteligência. O TMG é uma sala de referência nacional. O edifício da biblioteca Eduardo Lourenço é elegantíssimo e veio revitalizar um pedaço estratégico da cidade. A própria Praça Velha, quer se goste ou não, ganhou novo rosto. E o centro histórico tem vida, graças à mais acertada de todas as decisões: não deixar o moderníssimo centro comercial fugir para a periferia da cidade e assim deixar o centro histórico moribundo. E a Covilhã? É preciso perguntar aos covilhanenses se o programa Polis melhorou, de alguma maneira, a sua qualidade de vida. A cidade da lã e da neve – uma das mais bonitas do mundo – já não tem nada de lã, nem de neve, nem de nada. E o futuro não é promissor. A fatura vai chegar em breve, numa altura em que o desemprego será galopante e a autarquia terá de se concentrar em pagar a dívida acumulada. As tricas, as incompatibilidades, os amuos entre instituições provavelmente continuarão. Nem o Parkurbis terá remédio. E, pelos vistos, nem a aeronáutica. Sobra a Saúde – que, esperemos, continuará a afirmar-se. Enquanto o inferno se instala, o presidente da Câmara está ausente, a terminar uma licenciatura. Na Covilhã, chegou-se ao ponto de as presidências da Câmara serem rotativas por várias pessoas. Adeus, Covilhã. Há comboios que uma vez perdidos, nunca mais poderão ser recuperados. PS: Numa das últimas reuniões de Câmara, Carlos Pinto disse que o aeródromo é “uma espécie de jardim-de-infância para certas pessoas andarem ali a brincar aos aviõezinhos de plástico”. Outra dica para uma boa gestão autárquica: respeitar e tratar condignamente todas as pessoas e o seu trabalho, por humilde que sejam. Curiosamente, em 2008, quando assinou um protocolo com a ALEIA e a UBI para a instalação de uma empresa aeronáutica na cidade, o discurso de Carlos Pinto foi ligeiramente diferente: “ É com prazer que acolhemos a ALEIA na Covilhã porque este investimento representará para a Cidade e para a sua Universidade uma nova via de desenvolvimento e estará, esta região, a contribuir para o prestígio da indústria aeronáutica portuguesa”, disse."

20100602

UBI desmente Carlos Pinto (2)

"A Universidade da Beira Interior vem, em comunicado, desmentir as declarações de Carlos Pinto na última reunião pública do executivo, a propósito do projecto Ubimedical. Na altura Carlos Pinto justificou a saída da câmara da Covilhã com a alteração dos pressupostos que estavam inicialmente estabelecidos... Carlos Pinto desafiou o reitor da Universidade da Beira Interior a vir publicamente explicar a saída da câmara da Covilhã do projecto. Em comunicado, a UBI vem garantir que todos os pressupostos e objectivos iniciais do projecto “como sejam a fixação de recursos humanos e financeiros” se mantêm inalterados... A entrada do parque tecnológico de Abrantes no plano estratégico Inovida "não afectou em nada a concretização do Ubimedical" nem o montante de investimento a ele destinado, ou seja, sete milhões e meio de euros dos 12 milhões que totalizam o projecto... a UBI confirma que recebeu “no passado dia 27 de Março um email assinado pelo presidente do conselho de administração do Parkurbis a anunciar a sua intenção de abandonar o projecto”. Apesar da "contrariedade" que representa a saída de um parceiro importante na recta final do processo, a UBI decidiu assumir a sua continuação e submeteu a candidatura..." RCB

20100303

"Farromba é de arromba..." (2)

Com o auxílio de um contumaz oráculo, outro enigma paroquial se dissipa: "Ele [Farromba] é director executivo da parkurbis, da federação de ski, de vários outros cargos e projectos, do qual se destaca a presidência de uma tal Associação de Business Angels da Covilhã, seja lá o que for... a Covilhã Solidária, vereador etc etc. E agora da agência de turismo? Quando é que o rapaz descansa? Não, não estamos a falar de dormir, porque isso homens desta estirpe não fazem... Estamos a falar de parar para pensar. Talvez não seja preciso porque o chefe não lhe paga para pensar..."

20100210

Pedro Farromba, quem é?

Bem diz o povo que "quem mente uma vez, mente um cento"... Numa sucessão de desmentidos o dr. Farromba sempre sobe a vereador, ultrapassando as decorativas "madames" paritárias do PSD. Mas Fiadeiro pode voltar... e Farromba vai manter-se "ligado" ao Parkurbis..., assegura a RCB. Será este novel vereador, ainda não-reformado, o tão esperado e impoluto delfim?

20100119

Prémio Romão Vieira 20 - Desmentidos?

O Prémio vai para a incoerência entre o título e o artigo da RCB: "Presidente da câmara da Covilhã desmente Luís Patrão - "Luís Patrão diz que "cabe à autarquia a aprovação do projecto e os documentos já estão entregues para aprovação..." Carlos Pinto foi peremptório "isso não é verdade; os elementos não foram todos entregues na câmara e essa questão deve ser remetida à Enatur que é a entidade responsável pela concretização do projecto" - Se não foram entregues "todos" os elementos é porque foram alguns...

Outra: diz o JF de 14/01 que "Pedro Farromba rende Luís Fiadeiro na Câmara [título!]... A decisão poderia [mesmo à Romão] ser anunciada na sessão desta sexta-feira. Para a equipa social-democrata deverá [quem disse?] ser chamado Pedro Farromba, director executivo do Parkurbis e número 10 [onde estão as senhoras?] da lista." Agora, despistando-nos com o Rebordão, diz a RCB que "quanto a uma eventual mudança na composição da autarquia, com a substituição de Luís Fiadeiro por Pedro Farromba, o presidente da câmara da Covilhã garante que "nunca esse cenário foi equacionado". Pois!

20090923

Vítor Pereira acredita na vitória

Convencido de que a vitória está ao seu alcance, Vitor Pereira deu uma esclarecedora entrevista, para ler na integra n'O Interior, em que falou dos projectos da sua equipa, por oposição à "maioria cilíndrica" do PSD que sabota as prórias reuniões de Câmara: "A maioria PSD usa e abusa da lei para tornar as sessões de Câmara verdadeiras caixas de surpresa. E para quê? Para evitar a discussão e o debate."

Deixou claro que, apesar de estar há 16 ano no poder, Carlos Pinto e o seu séquito não fez o essencial: "a sustentabilidade financeira do município está em risco... Por isso, queremos apostar numa política de rigor e transparência... racionalização dos recursos... modernização administrativa... melhorar os serviços prestados... forte captação de receitas... barragens... produção de energia eléctrica... eólicas... fotovoltaica... uma nova política fiscal que atraia investimento e pessoas... incentivos ao nível do IMI, Derrama e IRS... nada se sabe sobre as participações em empresas como a ICOVI, o Parkurbis, ADC e SRU...

Esta opacidade também se depreende da Nota da Redacção do jornal, explicativa de como "Carlos Pinto, cabeça-de-lista do PSD, recusou [a entrevista na mesma semana], alegando ter as suas «próprias regras». Isto é, ser o último a ser inquirido. Lamentamos..."

20090424

Pinto "satisfeito" com a dívida...!

"Segundo Miguel Nascimento as contas da Câmara da Covilhã reforçam a preocupação do PS relativamente à dívida do munícipio que teve uma “evolução galopante” aproximando-se dos 88 milhões de euros em 2008... Carlos Pinto... desvaloriza as críticas...“Estou muito satisfeito com estes resultados." Susana Proença

"Em nota enviada à imprensa, Miguel Nascimento e Vítor Pereira falam num «endividamento colossal»... Com a ausência dos dados referentes a empresas como o Parkurbis, PolisCovilhã, ADC, Nova Covilhã, ICOVI e ADS, «não é possível aferir a real dimensão do endividamento do município», queixam-se os vereadores. Feitas as contas com as empresas participadas pela autarquia, em 2007 a dívida total era de 106,8 milhões, asseguram. Segundo os números da oposição, a dívida à banca evoluiu de 42,9 milhões para os 47,4 milhões e, no que diz respeito aos fornecedores, que era de 23 milhões em 2007, há agora por liquidar 25,4 milhões." O Interior

20090408

O pensador...

Quase nos passava ao lado a última prelecção de sapiência de Carlos Pinto, prodigalizada nos pergaminhos do Jornal do Fundão. Citamos as teses de maior espectro visionário, não fosse o leitor imputar ao Grémio* tamanha privação:

"Internacionalização e Inovação são elementos essenciais de saída para a economia portuguesa, num quadro de competitividade acrescida e de escassez de oportunidades no mercado interno... (A CMC tem proporcionado a abertura ao mercado ou, pelo contrário, favorecido os mesmos de sempre?) O Parkurbis já não é, apenas, uma simples promessa, mas ainda não é um êxito empresarial fulgurante. Mas para lá caminha (!)... Nascido por nossa iniciativa, daria um livro sobre como a acção pública estadual (haverá assessores brasileiros na CMC?) neste domínio... vocacionado para as novas tecnologias, capaz de competir com qualquer estrutura deste tipo, existente na Europa... Sem embargo do lugar para todos, não perceber que a mudança de matriz económica e empresarial no nosso País tem que partir da realidade existente, fazendo-a evoluir, é cometer erros de estratégia de desenvolvimento que se pagam caro, como está a acontecer entre nós (O Grémio* não diria melhor sobre a actuação da Câmara!)... Para além da Covilhã ser hoje uma cidade onde investir significa, um espaço de qualidade global (?!), quer para as famílias, os técnicos, os empresários."

20080506

Covilhã, 87 milhões de passivo

" A Assembleia Municipal da Covilhã aprovou na quinta-feira, 24, por maioria, com os votos contra do PS, PCP e BE, e a abstenção do presidente da Junta da Boidobra, as contas e relatório relativos ao ano passado. A autarquia apresentou um passivo de 86 milhões e 938 mil euros, o que originou críticas da oposição, preocupada com a saúde financeira do município no futuro. “A dívida da Câmara, excluindo o Parkurbis, o Polis Covilhã e a Nova Covilhã, alcançou em 31 de Dezembro de 2007 o montante mais alto de sempre”, realçou o socialista José Miguel Oliveira. (...) acrescenta o deputado, que inclui no valor a dívida dos SMAS, convertidos em Águas da Covilhã, de quase 20 milhões de euros. (...) Para Marco Gabriel “houve um desvio absoluto das prioridades estabelecidas e votadas”." URBI/Notícias da Covilhã, 2008-05-06