Idosos da região vivem abaixo do limiar da pobreza: "358 euros é o que recebe em média um homem reformado no distrito de Castelo Branco. O valor diminuiu para 266 euros se falarmos no sexo feminino." RCB
20090630
"Desenvolvimento", segundo Pinto
Outro artigo do Cântaro Zangado aclara a incompatibilidade entre a razão e a prepotência no exercício de certos cargos públicos. Este blog desenvolve um meritório trabalho de divulgação do Parque Natural da Serra da Estrela, destaca potencialidades e alerta justificadamente para as diversas ameaças ao seu património natural. O Cântaro oferece uma visão esclarecida e cosmopolita, distinta da generalidade das opções que os políticos locais preconizam e oposta à soberba com que se proclama o "desenvolvimento" (da espécie?). Porque a ignorância tem de ser combatida todos os dias, aqui fica um excerto do seu mais recente alerta:
"Carlos Pinto, o jurássico presidente da Câmara da Covilhã, voltou mais uma vez a prometer dois "grandes projectos" para Unhais da Serra, que considera "essenciais para o futuro" da vila. Quais são? A conclusão da asfaltação do caminho para a Nave de Santo António (a cerca de 1600 m de altitude) e a construção de um teleférico para a Torre. (...) Esta estrada vai percorrer um vale lindíssimo, que vai ser mais difícil aproveitar para o turismo de montanha quando os dois "grandes projectos" estiverem concluídos. Digo-o porque sei que os que, como eu, procuram os destinos de montanha, fazem-no em busca de espaços (...) onde possam aprofundar uma relação exigente com um meio o mais natural possível (...) este tipo de "erros" cometem-se sistematicamente na serra da Estrela (...) desperdiçando-se deste modo fundos que muita falta fariam para um verdadeiro desenvolvimento do turismo (...) começam-se obras sem se saber como se vão pagar na totalidade, sem se terem as devidas autorizações, sem se estudarem os impactos ambientais devidamente (...) Quanto ao teleférico Unhais-Torre, Carlos Pinto promete-o frequentemente quando se desloca à Vila de Unhais. Bem sei que as populações gostam de ouvir estas promessas, que sentem que trazem desenvolvimento à terra. Mas eu creio que esse desenvolvimento é muito, muito incerto, sendo muito certos os seus prejuízos em termos ambientais e paisagísticos."
"Carlos Pinto, o jurássico presidente da Câmara da Covilhã, voltou mais uma vez a prometer dois "grandes projectos" para Unhais da Serra, que considera "essenciais para o futuro" da vila. Quais são? A conclusão da asfaltação do caminho para a Nave de Santo António (a cerca de 1600 m de altitude) e a construção de um teleférico para a Torre. (...) Esta estrada vai percorrer um vale lindíssimo, que vai ser mais difícil aproveitar para o turismo de montanha quando os dois "grandes projectos" estiverem concluídos. Digo-o porque sei que os que, como eu, procuram os destinos de montanha, fazem-no em busca de espaços (...) onde possam aprofundar uma relação exigente com um meio o mais natural possível (...) este tipo de "erros" cometem-se sistematicamente na serra da Estrela (...) desperdiçando-se deste modo fundos que muita falta fariam para um verdadeiro desenvolvimento do turismo (...) começam-se obras sem se saber como se vão pagar na totalidade, sem se terem as devidas autorizações, sem se estudarem os impactos ambientais devidamente (...) Quanto ao teleférico Unhais-Torre, Carlos Pinto promete-o frequentemente quando se desloca à Vila de Unhais. Bem sei que as populações gostam de ouvir estas promessas, que sentem que trazem desenvolvimento à terra. Mas eu creio que esse desenvolvimento é muito, muito incerto, sendo muito certos os seus prejuízos em termos ambientais e paisagísticos."
Temas:
CM Covilhã
PSD...
"Durante todo este tempo, o PSD não preparou um programa com propostas claras sobre o que pode e deve ser feito para inverter a anemia colectiva em que vivemos." Fernando Sobral, JN
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Portugal - civismo
20090629
O desabafo de Carlos Pinto
O presidente da Câmara da Covilhã "desabafou" a propósito da adjudicação das obras do Regadio da Cova da Beira que "O Ministério [da Agricultura], nos últimos anos, tem-se descentralizado bastante, mas as estruturas regionais, praticamente, não se dá por elas e não têm tido o papel que as autoridades públicas e os agricultores aguardam" DXXI, 29/06_
Então não se dá pelos serviços do Ministério...? Veja aqui e aqui dois exemplos. Imagine o que seria se "déssemos mais" conta destes serviços... Alguém entende isto?
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CM Covilhã
A "istrada", segundo Tourais
"O luminoso dr enfermeiro Tourais, presidente da junta do Ferro... deixa qualquer gentio a lacrimejar... o profícuo presidente de junta, em esforço conjunto com a câmara da Covilhã, vão construir a estrada que já devem há 20 anos às populações do Ferro e Peraboa (na foto). Diz o sotô enfermeiro Tourais, que esta é “uma obra fundamental para as freguesias que vão usufruir dos melhoramentos”. É uma conclusão brilhante." Carpinteira
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CM Covilhã
20090624
O sonho de Manuel Frexes
O dr. Frexes, presidente da Câmara do Fundão, declarou ao DXXI, sem se rir (aproveitamos a figura de estilo doutro blog), que a "supressão de nove passagens de nível a partir de Outubro" é o primeiro passo na "revolução, que permitirá juntar o Fundão e a Covilhã que formarão o maior pólo urbano do Interior do País", impulsionado pela futura circular ao (Grande!?) Fundão. Ainda sem qualquer delírio eleitoralista, Frexes afirma que, e citamos, "A partir daqui poderemos desenvolver a malha urbana da cidade [mais?] e alimentar o sonho de juntar as cidades da Covilhã e do Fundão, formando o maior pólo urbano do Interior do País com mais de 100 mil habitantes". - O Grémio* respira de alívio. Finalmente, Frexes arranjou assessores à altura dos de Carlos Pinto. Podem juntar-se aos mais refinados vendedores de banha da cobra.
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CM Covilhã,
CM Fundão
20090623
Carlos Pinto recebe "sinais"
Abaixo, os dois primeiros sinais em resposta à exortação do presideinte, respectivamente no Máfia e no Carpinteira. O Grémio* espera que o "sucesso" deste jantar supere o do anterior, que custou ao erário público 62.500,00€, como pode constatar aqui e aqui. Sem tabus, ficámos muito sensibilizados com a "ideia" de que "o futuro da Covilhã passa por Carlos Pinto". Até às lágrimas.


Temas:
CM Covilhã
20090622
Carlos Pinto "espera sinais"
"...os presidentes de junta do condomínio vieram este fim de semana manifestar o seu enternecido e servil apoio à recandidatura do admirável líder. o dr pinto, por sua vez, sem vaidade nem delírio de poder, não ligou peva ao apelo sentido dos amestrados & afectuosos ... reservando para mais tarde [10 de Julho] a decisão" Carpinteira
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Ainda que tal revelação instigue a "sociedade civil" a ornar o preisideinte de sinais, o Grémio* refreia-se.
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Ainda que tal revelação instigue a "sociedade civil" a ornar o preisideinte de sinais, o Grémio* refreia-se.
20090620
Democracia circunstancial
"Terminou o primeiro acto eleitoral. Seguem-se mais dois e a questão, agora, é avaliar a hipótese de, com eles, algo mudar num país que se atola num pântano (...) têm-nos sobrado pequenos políticos que só pensam na próxima eleição e escasseado políticos que se preocupem com a próxima geração. (...) ora gastamos à tripa forra, julgando que somos ricos, embalados pelo crédito fácil que convida ao consumismo irreflectido e predador, ora apertamos o cinto até ao limiar da própria fome e de privações desumanas. (...) Por isto são responsáveis os partidos políticos dominantes e a sua lógica de apropriação da democracia. Em consequência da oligarquia partidária, uns (poucos) sentam-se diariamente à mesa do orçamento e só se lembram dos restantes de 4 em 4 anos, para os aliciarem a legitimar o logro (...) Esta é a doença endémica da nossa democracia, que só terá correcção com a regeneração deste regime, podre e corrupto, dominado por gente que vive da política em vez de viver para a política. E para isso é necessário exibir publicamente os logros e os erros. Porque os erros não podem virar princípios por imposição autocrática daqueles que os cometem. Reside aí, aliás, a diferença entre a democracia madura e a democracia circunstancial (a que atrai a atenção dos governantes apenas em circunstância de eleições). Na primeira, as estruturas de participação activa da sociedade evitam a persistência nos erros e sujeitam o poder a um saudável escrutínio continuado. Na segunda, os régulos de serviço acenam com a legitimidade da eleição que os escolheu para transformar a República na sua própria quinta. (...) ganharão eleições, mesmo que o número de votos seja cada vez menor. Mas não ganharão soluções para os problemas de todos nós nem o respeito da nação." Santana Castilho, Público
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Portugal - civismo
20090619
Urbanismo 5 estrelas (23) - Paragens de autocarro
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CM Covilhã
20090618
O castiço
"...não é surpresa para ninguém que o meu candidato à Câmara da Covilhã é Carlos Pinto... Sei que ficou aquém das promessas da campanha e eu também gostaria que as coisas tivessem sido muito melhores..." Covilhã Maior
Temas:
:),
CM Covilhã
20090617
Fantasia 15 - Pelourinho
A gesta fantasiosa do executivo encabeçado por Carlos Pinto procura novo fôlego -os anos pesam, e a consciência também, certamente- perante a aproximação do acto eleitoral. No seguimento das anteriores maravilhas, como a transformação do Pelourinho numa rotunda/cromeleque gigante (na imagem), a quimera de um condomínio 5 estrelas continua a autorizar as mais disparatadas alquimias amnésicas, na tentativa de fazer esquecer os sucessivos falhanços estratégicos, por exemplo, da SRU Nova Covilhã. Esta mesma elite especializada em anunciar o que fará e o que não fez com o mesma naturalidade do que desfez, volvidos 16 anos, alienada dos problemas reais das pessoas, como o desemprego galopante..., limita-se a animar a malta, "revivendo" um passado mítico, incapaz de inventar o futuro, numa trágica propensão para o abismo, como nota o Carpinteira:"Depois de 8 anos [16, não?] de falhanço completo na requalificação do centro historico, a Administração apresenta um projecto de cara lavada e "respeito pelo passado", numa rua, onde as casas continuam a cair aos bocados" "(Re)viver o pelourinho é mais uma arenga fabulosa da Administração pra gáudio dos basbaques [programa no Máfia da Cova, que se presta ao frete]. São momentos como este, que nos dão a conhecer o verdadeiro significado de democracia participativa no condomínio. Trata-se d’um evento extraordinário, promovido pelos coveiros do centro da cidade e do comércio tradicional. Nem a propósito; recordamos hoje, uma inolvidável (re)vivência festiva no Pelourinho, faz precisamente um ano".
Temas:
CM Covilhã
Cumplicidades
"O estridente protesto de Paulo Rangel por causa da roubalheira no BPN foi idêntico aos sonoros ultrajes de Sócrates por causa do Freeport. Além de serem questões criminais, o Freeport e o BPN são temas políticos (...) Porque foram abusos de valores públicos. Porque interpelam violações da ética republicana." Mário Crespo, JN
Temas:
Corrupção,
Portugal - civismo
20090615
Prémio Romão Vieira (10)
Dado que foi reservado o acesso electrónico, o Grémio* deu-se ao trabalho de reproduzir um pergaminho do Jornal do Fundão para fundamentar a renomeação do jogral ao homónimo Prémio Romão Vieira. Para poupar tempo ao leitor sem denegrir a qualidade jornalística da peça, apenas mantivemos legíveis as perguntas, pois as respostas nada adiantam. Ignore os pontos de interrogação e obterá o perfeito resumo de mais uma profética "entrevista" de Carlos Pinto. Junte ao cabeçalho e espere... espere pelo 5º mandato. Agora é que vai ser!
Temas:
CM Covilhã
20090614
Faltam (bons) exemplos?
"Pela honestidade e contra a corrupção, os portugueses necessitam de exemplo, bem mais do que de sermões. (...) Contra a decadência moral e cívica, os portugueses terão mais a ganhar com o exemplo do que com discursos pomposos. (...) O exemplo dos seus heróis, mas também dos seus dirigentes. Dos afortunados, cujas responsabilidades deveriam ultrapassar os limites da sua fortuna. Dos sabedores, cuja primeira preocupação deveria ser a de divulgar o seu saber. Dos poderosos, que deveriam olhar mais para quem lhes deu o poder. Dos que têm mais responsabilidades, cujo "ethos" deveria ser o de servir. Dê-se o exemplo e esse gesto será fértil! Não vale a pena, para usar uma frase feita, dar "sinais de esperança" ou "mensagens de confiança". Quem assim age, tem apenas a fórmula e a retórica. Dê-se o exemplo de um poder firme, mas flexível, e a democracia melhorará. Dê-se o exemplo de honestidade e verdade, e a corrupção diminuirá. Dê-se o exemplo de tratamento humano e justo e a crispação reduzir-se-á. Dê-se o exemplo de trabalho, de poupança e de investimento e a economia sentirá os seus efeitos. Políticos, empresários, sindicalistas e funcionários: tenham consciência de que, em tempos de excesso de informação e de propaganda, as vossas palavras são cada vez mais vazias e inúteis e de que o vosso exemplo é cada vez mais decisivo." António Barreto, aqui
20090613
PSD
Este cartoon do Inimigo Público também faz, à sua maneira, uma certeira extrapolação do estado de espírito "tuga" das eleições europeias para as legislativas; quiçá para as autárquicas, mudando a personagem, não?
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Portugal - civismo
Prémio Romão Vieira (9)
"É de uma irresponsablidade inexplicável, por parte do Notícias da Covilhã, deduzir uma acusação visando o Coordenador Distrital do Bloco de Esquerda, Bruno Pereira, quando este não é citado em nenhum momento no meu comunicado (...) Aos Jornalistas pede-se seriedade e rigor. A tentativa atabalhoada de fabricar factos políticos sem os confirmar deu este resultado." Ana Monteiro, Manufacturas
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CM Covilhã
20090611
"A rapidinha"
Atordoados com as celebrações do Dia da Raça, quase nos passava ao lado a rapidinha de Carlos Pinto com a sua equipa, cujo anseio de eficiência vem reduzindo progressivamente a duração das reuniões de Câmara: a última durou 7 (sete) minutos, segundo a RCB. O Grémio* lamenta (mesmo) que o condomínio 5 estrelas não tenha grandes decisões a tomar. Porém, num momento em que se fala tanto do descrédito dos políticos, louva a coragem de acabar com estes "simulacros" democráticos, que são uma pura perda de tempo. Assim, ao menos, a transparência é total.
Temas:
CM Covilhã
20090608
Fazer de conta (2)
"Façamos de conta que o que se passou no BPN e na SLN não é mesmo uma enorme "roubalheira"... Façamos de conta que a mais-valia de 147 por cento do investimento de Aníbal Cavaco Silva e família não aparece nos dois mil milhões de prejuízos do BPN nacionalizado. Façamos de conta que não é o contribuinte português quem está a pagar esses dois mil milhões. Façamos de conta que é normal (...) Façamos de conta que não conseguimos imaginar quantas escolas, quantos hospitais, quantas contas de farmácia, quantas pensões mínimas, quantas refeições decentes se podem comprar com esse dinheiro." Mário Crespo, JN
A disputa: Boidobra vs Santa Maria
José Pinto, presidente da Junta da Boidobra, diz que "o Hospital Pêro da Covilhã está implantado em terrenos que pertencem à freguesia", que tem provas, que tem posto "placas identificadoras", que a Câmara da Covilhã "retirou sempre as placas" [!], que não tem "orçamento para colocar placas sistematicamente", etc. O chorrilho de queixumes relatado pelo DXXI diz tanto da política autárquica como do caos territorial do município, que obriga quem habita numa freguesia a recensear-se noutra, adulterando os cadernos eleitorais.
Temas:
CM Covilhã
PSD da Covilhã em contra-ciclo
Nestas eleições europeias o PS obteve quase 34% dos votos no concelho da Covilhã, contra 22,5% do PSD. Especialmente significante por contrariar a tendência nacional, expressará tal diferença (11,43%) um cartão vermelho a Carlos Pinto/PSD?
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CM Covilhã
20090605
Urbanismo 5 estrelas (22) - Piscina-praia
Inaugurada há um ano, essa emblemática obra do regime conhecida por piscina praia já teve de ser reforçada com os três (por enquanto) lindos contrafortes que aqui vê. É o preço da pressa noutra obra atabalhoada.
Temas:
CM Covilhã
20090604
Gosto na miséria, apenas
"A Cova da Beira aparece apenas em 21.º lugar em 30 sub-regiões nacionais", mas é "a mais competitiva da Beira Interior" (sic!) no índice nacional de competitividade, onde a sub-região da Serra da Estrela figura em último, dizem os pergaminhos do JF com a sua inaudita capacidade de transformar o infortúnio num consolo. O título, "Uma foice em seara alheia" não se adequa, mas fica bem ao jogral. Debate no carpe.
20090603
É a cultura, senhores
O carpinteira associou-se à iniciativa "cultural" do consórcio Banda/Câmara da Covilhã, beatificamente intitulada "Até os santos dançam." O Grémio* já comentou. Acompanhe aqui o karaoke.
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CM Covilhã
Urbanismo 5 estrelas (21) - Ordenação do trânsito
A imagem ao lado, da Zona Industrial do Canhoso, procura testemunhar a competência da Câmara da Covilhã na ordenação do trânsito automóvel, que é um reflexo directo do planeamento urbano característico do consulado de Carlos Pinto. Nela se descrevem os dois trajectos mais curtos entre os pontos A-B e entre C-D. Será de propósito?O Grémio* acha ainda mais impressionante a apatia -ou orgulho, nunca se sabe- dos covilhanainses perante situações destas, que são mato. Será por bairrismo? Por acharem estas rotundas e sentidos obrigatórios modernos e estratégicos? Por serem do PSD? Por gostarem de andar às voltas? Ou simplesmente por masoquismo?
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CM Covilhã
20090602
Urbanismo: o buraco negro da democracia
Maria José Morgado, procuradora-geral adjunta, criticou a falta de enquadramento penal para os crimes urbanísticos: "Essa omissão de incriminação, que se tem mantido ao longo de todas as reformas penais, tem originado fenómenos de impunidade total que têm aumentado a descrença na actividade da justiça (...) por dificuldade em detectar os fenómenos ou por desconhecimento completo, estamos numa área que é uma espécie de buraco negro da democracia, em que tudo acontece e em que não há consequências (...) há pactos de silêncio entre os interessados (...) que permite "que as operações mais obscuras sejam apresentadas sob um manto de legalidade (...) Isto transforma-se no maior imposto que os portugueses pagam, que é o imposto do suborno das corrupções indetectáveis" SOL
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Para perceber do que fala MJM, veja alguns exemplos divulgados e (ainda) não esclarecidos aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.
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Para perceber do que fala MJM, veja alguns exemplos divulgados e (ainda) não esclarecidos aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.
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Corrupção,
Portugal - civismo
Morreu o cavaquismo
"Entre mais-valias na carteira de acções do professor Cavaco Silva e o solilóquio de Oliveira e Costa no Parlamento, morreu o cavaquismo. As horas de aflitivo testemunho enterraram o que restava do mito. Oliveira e Costa e Dias Loureiro foram delfins de Cavaco Silva. Activos, incansáveis, dinâmicos, competentes, foram para Cavaco indefectíveis, prestáveis, diligentes e serventuários. Nas posições que tinham na SLN e no BPN estavam a par da carteira de acções de Cavaco Silva e família. (...) hipotecaram-nos, quando a concretização dos sonhos de poder do professor exigia mais um esforço financeiro, mais uma sede de campanha, mais uma frota de veículos para as comitivas, mais uns cartazes, um andar inteiro num hotel caro ou uma viagem num avião fretado. Dias Loureiro e Oliveira e Costa estiveram lá e entregaram o que lhes foi requerido e o que não foi." Mário Crespo, para ler na íntegra no JN
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Dada a falta de consequências dos escândalos nas mais altas instâncias da governação, tememos que a partir de agora seja sempre a piorar, até chegar às comadres autárquicas... Enfim, pode ser que mude a resignação do "tuga" perante a "roubalheira".
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Dada a falta de consequências dos escândalos nas mais altas instâncias da governação, tememos que a partir de agora seja sempre a piorar, até chegar às comadres autárquicas... Enfim, pode ser que mude a resignação do "tuga" perante a "roubalheira".
20090601
Prémio Romão Vieira (8)
Nomeação de Romão Vieira ao Prémio homónimo, por continuar a raspar o pergaminho do JF. Diz RV que "Carlos Pinto falou numa mesa redonda sobre "Deslocalização" perante cerca de 250 gestores de organizações internacionais... num debate de duas horas e meia [safa!]. Das vantagens da localização de um Call Center na Covilhã... recursos humanos qualificados... centralidade... entre outros aspectos."
O Jornal do Fundão tem o direito de continuar a endeusar o edil, mas será justo apontar o emprego de telefonistas precários como exemplo de desenvolvimento? Considera-o o "jornalista" (ou o director...) um novo paradigma de deslocalização, o suposto tema? Referir-se-ia o edil à "deslocalização" do mercado municipal? Terá o JF esquecido o seu passado, do qual em boa parte ainda vive?
O Jornal do Fundão tem o direito de continuar a endeusar o edil, mas será justo apontar o emprego de telefonistas precários como exemplo de desenvolvimento? Considera-o o "jornalista" (ou o director...) um novo paradigma de deslocalização, o suposto tema? Referir-se-ia o edil à "deslocalização" do mercado municipal? Terá o JF esquecido o seu passado, do qual em boa parte ainda vive?
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