20090430
Demagogia, de quem?
Nas comemorações do 25 de Abril, o costume: "Carlos Pinto acusou de demagogia quem critica estas iniciativas e ainda de se “brincar com esforços e ajuda de solidariedade e compreensão humanitária”... a deputada do Bloco de Esquerda, Ana Monteiro, não deixou de relembrar os problemas sociais, económicos e da desertificação do Centro Histórico da Covilhã, e de atacar “o descarado, mas não novo, eleitoralismo da refeição em troca de um euro”... João Correia deu voz às preocupações socialistas no que respeita ao endividamento camarário... Jorge Fael. “E é lutando por Abril que denunciamos e combatemos a forma autoritária como a maioria PSD na Covilhã, à semelhança do Governo, não promove o debate público necessário e exigível em democracia”... “É preciso, mais que mudar de rumo, tentar regressar a algumas boas praticas que deixaram de ser feitas na governação”, sublinhou Bernardino Gata, deputado social-democrata [e um exemplo...!], que iniciou a sua intervenção relembrando os “Capitães de Abril”" NC
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CM Covilhã
Fantasia 12 - Colégio Internacional
"...a Escola Internacional da Covilhã vai mesmo abrir em Setembro... de 2009 claro. As mensalidades baixaram dos 295 euros no pré-escolar e 1.º ciclo para 220 euros, e dos 390 para os 290 euros no 3ºciclo. “uma correcção adequada à Covilhã e à actual situação económica.” Dizem. A ver vamos. Uma Escola que não está isenta de polémica. Segundo o SPRC, "São públicos os números do financiamento da autarquia da Covilhã, traduzidos na alienação de um terreno (com um custo aproximado a 1 725 000 Euros e isenção de taxas de valor nunca inferior a 150 000 Euros, totalizando verbas próximas dos 2 500 000 Euros, isto é cerca de 500 000 contos)" Carpinteira
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Na cidade com mais desemprego do interior, quantas famílias podem pagar quase 300€ para educar um filho? Parece-lhe lícito que Carlos Pinto "dê" o que é de todos para benefício de um grupo económico, como também aconteceu no Mercado? Que contrapartidas foram salvaguardadas?
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Na cidade com mais desemprego do interior, quantas famílias podem pagar quase 300€ para educar um filho? Parece-lhe lícito que Carlos Pinto "dê" o que é de todos para benefício de um grupo económico, como também aconteceu no Mercado? Que contrapartidas foram salvaguardadas?
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CM Covilhã
20090429
Propaganda e "boa imprensa"
A Câmara do Fundão terá pago a módica quantia de 8.500,00€ pela publicação de um suplemento no Jornal do Fundão. 8.500,00€ por 1 (um) dia de trabalho e 3 ou 4 páginas impressas...! Será por estas e por outras que se tem "boa imprensa"? Será para contar com a "confiança" dos autarcas que o JF se alheou da realidade das populações? Andará isto ligado ao endeusamento de certas personagens locais?
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CM Fundão
Camping "de" Carlos Pinto

Estafadas as placas das rotas turísticas [?], Carlos Pinto "oferece" agora à cidade outra inovadora remessa de sinalética, tão absurda quanto a outra, apesar de nelas constar o seu nome. O espécime que vê na imagem até parece ter sido instalado a pensar em nós... Gerou tal confusão aqui no Grémio* que ainda não chegámos a consenso sobre se a placa se destina a promover o camping ou o próprio Pinto.
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:),
CM Covilhã
20090428
Grémio no Diário XXI
Um leitor atento teve a gentileza de nos enviar a imagem do destaque dado ao Grémio* no Diário XXI da passada 6ª feira.Bem-haja!
"uma coisa por demais"
Na estrada entre Casegas e o Paúl, um caminho rural, a Câmara instalou mais de 50 sinais de STOP em pouco mais de 5 Km, como mostra a reportagem da SIC. "Uma coisa por demais", como diz o Joaquim, ou "um bom trabalho da autarquia"?
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CM Covilhã
20090427
Parque de S. Miguel, ainda
Carlos Abreu é um desses seres enigmáticos que de vez em quando dá provas de um carácter iluminado e, para gáudio, descerra umas placas. O Grémio* não esquece a ternura de "oferecer" passeios encarnados à vila (outrora) vermelha... Desta vez, a sua junta denuncia num press release (clique, vale a pena) as malvadas forças de bloqueio que impedem o progresso tortozaeindeinse, contra as quais brame. O inefável Romão não esquecerá o apelo. E ficam sempre bem nos discursos de inauguração alusões a inimigos vagos e poderosos. Enfim.
Os queixosos terão chamado a tv e, imagine-se, chegaram ao desplante de contratar um advogado do PSD nacional para afrontar o PSD local e o seu brâmane. A junta repudia tais métodos, mas não se inibe de, supostamente ao arrepio da Lei e de providências cautelares, estimular a construção "a mata cavalos" desse ex-libris que será o parque de S. Miguel do Tortosendo, cuja criação certamente imortalizará a criatura.
Os blogs acólitos (ver 1 e 2) querem ampliar a cruzada, demonstrando quão bela está a obra. Mas falta-lhes razão. Reveja aqui parte da história de mais um lindo investimento no seu futuro. Agradeça!
Os queixosos terão chamado a tv e, imagine-se, chegaram ao desplante de contratar um advogado do PSD nacional para afrontar o PSD local e o seu brâmane. A junta repudia tais métodos, mas não se inibe de, supostamente ao arrepio da Lei e de providências cautelares, estimular a construção "a mata cavalos" desse ex-libris que será o parque de S. Miguel do Tortosendo, cuja criação certamente imortalizará a criatura.
Os blogs acólitos (ver 1 e 2) querem ampliar a cruzada, demonstrando quão bela está a obra. Mas falta-lhes razão. Reveja aqui parte da história de mais um lindo investimento no seu futuro. Agradeça!
20090425
Revolução?
"...as revoluções são sonhadas por idealistas e realizadas por fanáticos, e quem delas se aproveita são os oportunistas de todas as espécies..." Manuel A. Pina, JN
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Portugal - civismo
20090424
Pinto "satisfeito" com a dívida...!
"Segundo Miguel Nascimento as contas da Câmara da Covilhã reforçam a preocupação do PS relativamente à dívida do munícipio que teve uma “evolução galopante” aproximando-se dos 88 milhões de euros em 2008... Carlos Pinto... desvaloriza as críticas...“Estou muito satisfeito com estes resultados." Susana Proença
"Em nota enviada à imprensa, Miguel Nascimento e Vítor Pereira falam num «endividamento colossal»... Com a ausência dos dados referentes a empresas como o Parkurbis, PolisCovilhã, ADC, Nova Covilhã, ICOVI e ADS, «não é possível aferir a real dimensão do endividamento do município», queixam-se os vereadores. Feitas as contas com as empresas participadas pela autarquia, em 2007 a dívida total era de 106,8 milhões, asseguram. Segundo os números da oposição, a dívida à banca evoluiu de 42,9 milhões para os 47,4 milhões e, no que diz respeito aos fornecedores, que era de 23 milhões em 2007, há agora por liquidar 25,4 milhões." O Interior
"Em nota enviada à imprensa, Miguel Nascimento e Vítor Pereira falam num «endividamento colossal»... Com a ausência dos dados referentes a empresas como o Parkurbis, PolisCovilhã, ADC, Nova Covilhã, ICOVI e ADS, «não é possível aferir a real dimensão do endividamento do município», queixam-se os vereadores. Feitas as contas com as empresas participadas pela autarquia, em 2007 a dívida total era de 106,8 milhões, asseguram. Segundo os números da oposição, a dívida à banca evoluiu de 42,9 milhões para os 47,4 milhões e, no que diz respeito aos fornecedores, que era de 23 milhões em 2007, há agora por liquidar 25,4 milhões." O Interior
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CM Covilhã
20090423
Urbanismo 5 estrelas (13) - Goldra
Parque da Goldra, o preço da pressa: "Ainda não há muito tempo, foi a inauguração do novo espaço de lazer da Covilhã, que não saiu nada barato ao Município da Cidade, e que por alguma razão é um dos mais endividados do país... apesar dos elevados orçamentos com que estas obras foram catalogadas, as evidências de maus estudos do local, e talvez alguma má reconstrução dos muros de pedra, com bastantes anos, e que parece que mais minuto menos minuto vão cair de cima de alguém. Entre eles o espaço apertado onde agora passam peões e carros na zona da Universidade, em frente ao Museu dos Lanifícios (agora não passam devido á derrocada), e também a conhecida Calçada Alta... No local apenas dois grandes cartazes avisam (Obras em Breve), mas que já estão para Breve há imenso tempo. Hoje de tarde, a caminho da Universidade, este foi o cenário com que me deparei." Máfia da Cova
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CM Covilhã
20090422
Porventura o Mercado não está bem ali?
Carlos Pinto perde-se em anúncios, como se não houvesse problemas reais na cidade e como se o mercado municipal não estivesse bem onde está. - Por que diabo quer outro edifício para a mesma função? Para libertar aquele? Para quê? Para quem?
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CM Covilhã
Requiem pela ponte do Paul
Apesar do show-off das celebrações do "património" sucede que, infelizmente, a Câmara da Covilhã continua impunemente a desprezar, destruir e adulterar o património do passado, não demonstrando capacidade para erigir património presente digno de nota. O caso da ponte do Paul, um monumento medieval, edificado entre os séculos XIII e XIV, com três arcos de volta perfeita e aparelho de granito em bom estado de conservação, é exemplar. Antes, no caso em tudo idêntico da Ponte Pedrinha a Câmara agira já à revelia do IPPAR, sobrepondo a uma estrutura de base românica um tabuleiro em betão, asfaltado e com guardas "neo-romanas", conferindo ao monumento nacional uma feição, digamos, "naif".
No caso do Paul, a ignorância vai ao ponto de até os paulenses estarem convencidos de que estas obras são de "melhoramento", tolerando uma intervenção atabalhoada de alargamento (?) que, aliás, já se tinha iniciado com a instalação de uma estrutura metálica, inactiva durante décadas e testemunho da "teimosia", virtude bem apreciada por cá... Agora, querem alargar o tabuleiro, apesar de muitas ruas da "vila" não permitirem a passagem de um carro pelo outro... A população insurgiu-se contra o encerramento, talvez movida pelo transtorno funcional (ter de fazer o desvio pelo Barco), porque o afã destruidor não dá tréguas nem parece merecer condenação. Ao Grémio* resta a esperança vã que, à falta de autoridades competentes, a população reivindique a paragem das obras e a reposição dos elementos já destruídos, embora duvide que a perda de um dos últimos monumentos genuínos do concelho interesse a alguém.

No caso do Paul, a ignorância vai ao ponto de até os paulenses estarem convencidos de que estas obras são de "melhoramento", tolerando uma intervenção atabalhoada de alargamento (?) que, aliás, já se tinha iniciado com a instalação de uma estrutura metálica, inactiva durante décadas e testemunho da "teimosia", virtude bem apreciada por cá... Agora, querem alargar o tabuleiro, apesar de muitas ruas da "vila" não permitirem a passagem de um carro pelo outro... A população insurgiu-se contra o encerramento, talvez movida pelo transtorno funcional (ter de fazer o desvio pelo Barco), porque o afã destruidor não dá tréguas nem parece merecer condenação. Ao Grémio* resta a esperança vã que, à falta de autoridades competentes, a população reivindique a paragem das obras e a reposição dos elementos já destruídos, embora duvide que a perda de um dos últimos monumentos genuínos do concelho interesse a alguém.

20090421
ADC "cria" emprego
Segundo parece, a ADC-Águas da Covilhã subcontratou à F. Batista - Tratamento, Controlo de Águas e Saneamento Básico, Lda, o serviço de 7 cabouqueiros e 7 cantoneiros pela módica quantia de 149.000,00€ (quase 30.000 contos). Não é o presidente da Junta de São Jorge da Beira que gere esta empresa?
Também constou no Grémio* que 4 (quatro) serventes da OPSAN-Sociedade de Construções auxiliaram os jardineiros [!] por 42.000,00€.
Recorrendo a subcontratações destas, a Câmara da Covilhã bem pode vangloriar-se de ter poucas despesas com pessoal...
Também constou no Grémio* que 4 (quatro) serventes da OPSAN-Sociedade de Construções auxiliaram os jardineiros [!] por 42.000,00€.
Recorrendo a subcontratações destas, a Câmara da Covilhã bem pode vangloriar-se de ter poucas despesas com pessoal...
Temas:
CM Covilhã
fantasia 11 - Rotas pedonais
Este enigmático conjunto de tótems é outra generosa dádiva camarária aos passeios da Covilhã, "sinalizando" as rotas urbanas. No Dia do Património, o Grémio* deparou com estes espécimes, ficando na dúvida se estão em fase de instalação ou de decrepitude. Será isto coberto pela aplicação do ambicionado "fundo perdido"?
Temas:
CM Covilhã
20090420
"Direito à honra e direito à informação"
"É evidente que os políticos, como os sem-abrigo, o Papa ou um vigarista, têm direito a defender a sua honra. A questão, de fundo, é a de saber qual o núcleo da honra que um político, em concreto, tem o direito de defender. Quando eu digo que um vizinho meu mentiu e que mente sistematicamente, posso eventualmente ofender a sua honra, mas quando alguém diz que o primeiro-ministro mentiu ou mente sistematicamente ao divulgar certos números ou informações respeitantes à governação, não passa (ou não deveria passar) pela cabeça de ninguém que o autor dessa afirmação tenha de responder em tribunal por ter divulgado publicamente a sua opinião. Na verdade, a importância de um debate livre de ideias, opiniões e informações no que respeita ao governo da república não levantará muitas dúvidas numa sociedade democrática, pelo que o que importa saber é como se resolve em concreto o conflito entre o direito à honra e o direito à informação. Em Portugal, ainda há muitos tribunais e muitas pessoas que entendem que o direito à honra tem uma proeminência hierárquica em relação a outros direitos, como o direito à informação e que, por isso mesmo, quando há conflito entre os dois direitos, haverá que reprimir o direito à informação para que possa brilhar, em todo o seu esplendor, a honra imaculada do visado. :) Sobretudo quando o visado ocupa um lugar de destaque na sociedade, caso em que a honra a defender é entendida em termos tão amplos que serão censuráveis quaisquer expressões que, de qualquer forma, ponham em causa a imagem pública do visado ou que de qualquer forma o critiquem ou o apresentem sob um ângulo ou luz desfavorável. Em Portugal, entende-se muitas vezes que o direito à honra confere ao visado um direito a não ser criticado e que, quanto mais alto estiver na hierarquia social ou do Estado, menos toleráveis serão as críticas ou os ataques. Saloiices nacionais: a defesa da honra é considerada como impondo uma obrigação de silêncio a terceiros que ficariam inibidos de criticar o alto visado ou de noticiar os aspectos da sua vida que este considera não serem publicamente relevantes..."Francisco Teixeira da Mota, Público, 18 Abr
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Portugal - civismo
20090419
A/c Reitor
O Grémio* remete ao cuidado do magnífico reitor da UBI e demais interessados, académicos e não só, o seguinte artigo de Mário Vieira de Carvalho no Público de ontem, que adianta um sentido possível para a necessária reforma universitária: o combate à endogamia. Aqui encontra outra opinião sobre este assunto tabu.


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UBI
20090418
Urbanismo 5 estrelas (12) - Monumentos
Uma das poucas peças que povoam o espaço público covilhanense digna do epíteto de "escultura" mereceu o enquadramento urbanístico que o leitor pode apreciar na imagem. Fará esta obra de arte (em segundo plano) parte das rotas comemorativas do Dia do Património? Não será ela exemplificativa da "preocupação da Câmara com a preservação das raízes históricas covilhaneinses", como diz Carlos Pinto?


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CM Covilhã
20090417
O "charme" dos Costa Pais
Anuncia Romão Vieira que foram "simultaneamente lançados no mercado no mesmo dia" os vinhos "Tranca da Barriga", branco e tinto, dos Costa Pais. O subtil nome do néctar deixa logo entrever o glamour do prometido "hotel de charme" enófilo.
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:)
20090416
Um indício salutar
O G* exulta com o facto de o Notícias da Covilhã dar honras de primeira página à astronómica dívida da Câmara da Covilhã, apesar da manchete atenuar o teor da notícia e da falta de crítica ao "investimento produtivo" que a câmara diz ter feito. Convenhamos que isso competiria à (quase inexistente) oposição, é bem verdade...! Não obstante as cautelas, a notícia alerta a cidade para o descalabro desta gestão autárquica, que não é apenas financeiro. Longe disso. Embora este seja mais simples de quantificar. É previsível que doravante o executivo se desdobre em desmentidos, idênticos aos que surgiram em reacção ao próprio anuário, que os blogs (MC) divulgaram em primeira mão, mas a democracia sai reforçada.
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Transcrevemos, para que conste: "Covilhã entre os municípios mais endividados. - Autarquia serrana surge em terceiro lugar no índice de endividamento líquido em relação às receitas do ano anterior no Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses (...) E se a situação global da Covilhã apresenta alguma :) debilidade financeira (...) O município covilhanense é ainda o nono na lista dos que têm maior passivo, o sexto com menores resultados económicos, na análise da diferença entre proveitos e custos, e o oitavo nos grupos municipais (que inclui as empresas municipais) com maior índice de dívida líquida. A autarquia serrana é também a 16ª com maior índice de dívida a fornecedores relativamente às receitas totais do ano anterior." NC
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Transcrevemos, para que conste: "Covilhã entre os municípios mais endividados. - Autarquia serrana surge em terceiro lugar no índice de endividamento líquido em relação às receitas do ano anterior no Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses (...) E se a situação global da Covilhã apresenta alguma :) debilidade financeira (...) O município covilhanense é ainda o nono na lista dos que têm maior passivo, o sexto com menores resultados económicos, na análise da diferença entre proveitos e custos, e o oitavo nos grupos municipais (que inclui as empresas municipais) com maior índice de dívida líquida. A autarquia serrana é também a 16ª com maior índice de dívida a fornecedores relativamente às receitas totais do ano anterior." NC
20090415
2.000.000 de pobres
Portugal tem 2.000.000 de pobres! - O Banco de Portugal revela que 20% da população portuguesa é pobre, por ter um rendimento inferior a 60% do rendimento médio do país, que já de si é baixo. Talvez este seja um dado a considerar na apreciação da bondade das obras megalómanas anunciadas e/ou a inaugurar e dos gastos nas campanhas eleitorais ora iniciadas, mas também no ingente debate sobre a corrupção, praga que nos empobrece a todos (ouvir).
Temas:
Portugal - civismo
Urbanismo 5 estrelas (11) - Gameiro
O texto abaixo dá mais uma achega para a compreensão do modo atabalhoado como a câmara lida com a cidade e exemplifica a sua incompetência (e a cultura de prepotência que impera) na definição de prioridades. O imbróglio que envolve o Mercado Municipal é disso paradigmático. Demonstra uma inaudita capacidade de criar problemas do nada e de propor soluções para problemas inexistentes. Ou melhor, inexistentes até ao momento em que a câmara decidiu por "mãos à obra"; porque agora, com o volte-face na "ideia" de substituir o mercado existente por um novo, além da fortuna gasta em expropriações, demolições e terraplanagens, à Valério & Valério, temos a cratera que se vê na imagem para reparar, esgalhada em pleno centro histórico... e a esperança de que o mercado fique onde está, como diz Ana Monteiro (1 e 2). Resta saber se além da factura da remodelação do espaço (só a Tecnat cobrou 261.938,25€...) teremos ainda de arcar com as indemnizações aos expropriados, executadas em prol de duvidoso "interesse público". - Haverá responsáveis por este acto falhado? Que será isto, comparado com as benesses?
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"Era para ser, mas já não é… Em Fevereiro de 2008 a Administração do condomínio covilhanense notificou os comerciantes que tinham as suas bancas de venda no piso cimeiro do mercado, a abandonarem o mesmo. Vítor Marques, o vereador fantasma, especialista em Mercados e Feiras, disse na altura que “ia reunir com os comerciantes mas desconhecia os motivos que levaram a câmara a exigir a cedência das instalações”. Pois pois. Em Abril do mesmo ano, a Administração do condomínio toma a decisão de abertura de concurso para a construção do novo mercado junto ao Gameiro : (local onde a inteligentzia construtiva da urbe 5 estrelas, ergueu edifícios praticamente dentro do cemitério). Bom, agora o dr pinto vem anunciar que o novo mercado da cidade já não vai ficar localizado na antiga garagem de São Cristóvão ao Gameiro, e que o assunto vai voltar a ser apreciado. Hum? - Então, este espaço nobre no centro histórico da Covilhã vai ser transformado em quê? As pedras aparelhadas da anttiga fábrica (na foto) foram para onde? E os condóminos não terão o direito de saber onde é gasto o dinheiro dos seus impostos?" Carpinteira
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"Era para ser, mas já não é… Em Fevereiro de 2008 a Administração do condomínio covilhanense notificou os comerciantes que tinham as suas bancas de venda no piso cimeiro do mercado, a abandonarem o mesmo. Vítor Marques, o vereador fantasma, especialista em Mercados e Feiras, disse na altura que “ia reunir com os comerciantes mas desconhecia os motivos que levaram a câmara a exigir a cedência das instalações”. Pois pois. Em Abril do mesmo ano, a Administração do condomínio toma a decisão de abertura de concurso para a construção do novo mercado junto ao Gameiro : (local onde a inteligentzia construtiva da urbe 5 estrelas, ergueu edifícios praticamente dentro do cemitério). Bom, agora o dr pinto vem anunciar que o novo mercado da cidade já não vai ficar localizado na antiga garagem de São Cristóvão ao Gameiro, e que o assunto vai voltar a ser apreciado. Hum? - Então, este espaço nobre no centro histórico da Covilhã vai ser transformado em quê? As pedras aparelhadas da anttiga fábrica (na foto) foram para onde? E os condóminos não terão o direito de saber onde é gasto o dinheiro dos seus impostos?" Carpinteira
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CM Covilhã
20090414
"O autarca modelo"
Atendendo à barbárie que assola as árvores de todo o país, secundamos o Sombra Verde, desejando que outra moda pegue: "A Câmara de Guimarães anunciou hoje que está a denunciar às forças policiais todos os autarcas que cortem ou podem árvores sem autorização municipal..."todos autarcas que, sem autorização escrita dos técnicos da câmara, cortem ou podem árvores em locais públicos, serão alvo de um processo de contra-ordenação por parte da Policia Municipal".
20090412
Corrupção inerente ao poder prolongado
"A corrupção que o poder político, mais ou menos prolongado, traz consigo, numa sociedade democrática, é muito mais ampla que a corrupção económica, embora raramente a dispense... Trata-se de uma transformação da maneira de ver o mundo e de nele intervir dos agentes políticos que, condicionados pelo desejo de se perpetuarem no poder por motivos mais ou menos altruístas, recorrem aos mais diversos meios para influenciar o resultado das eleições. A imprensa é, neste aspecto, determinante... ninguém duvida da importância ou da vantagem de ter uma "boa" imprensa... [O princípio de que] quem escolhe uma carreira de "serviço público" tem de estar disposto a suportar ataques e cíticas, mesmo que injustas, não é muito bem aceite em países como o nosso, em que as carreiras de "serviço público" são entendidas, tradicionalmente, como um "privilégio", fonte de honrarias para o próprio e de subserviência de terceiros na comezinha expectativa de benefícios diversos." Francisco Teixeira da Mota, Público 11/04
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Corrupção
20090411
Prémio Romão Vieira (6): Silva Ramos
Os ares da Páscoa transformam certas personagens na imagem viva do mártir paroquial. Assim Manuel Silva Ramos aparece justamente nomeado ao Prémio Romão Vieira. Desta vez, naquela novel(i)a semanal que nos chega plasmada nos pergaminhos* do Jornal do Fundão, o escritor (que ganhou um prémio em 1968) aplaude outro mártir que alomba com a cruz da misericórdia e da compaixão. Esse mesmo, caro leitor, eles juntam-se. Desinteressadamente, o Grémio* limita-se a amparar-lhe a lágrima, porque o género literário, esse é inefável, como pode constatar aqui ao lado._
*Pergaminho -s. m.
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CM Covilhã
"Benesses" do "dr. Carlos Pinto"
Em resposta às críticas que um certo sr. Lourenço Brito terá feito ao eleitoralismo das "medidas de apoio social" da CMC, veio esta semana a terreiro, que é como quem diz, nos pergaminhos do Jornal do Fundão, um conjunto de cartas em defesa dessas "benesses" e do próprio Carlos Pinto que espelham bem, entre outras coisas, o fanatismo a que conduz a personalização do poder. - A si, caro leitor, parece-lhe lícito chamar "benesse", mais ou menos o mesmo que "esmola", a estes "apoios" públicos? - Estará mesmo em causa o amor pelos idosos do concelho, como vimos noutra ocasião? - Serão estas reacções motivadas pela genuína preocupação com a miséria alheia? "Benesses que o nosso presidente dá"?
20090410
A dívida da Câmara da Covilhã
Se dúvidas houvesse sobre a eficiência do executivo liderado Carlos Pinto (PSD) na utilização do dinheiro público, algumas dessas dúvidas dissipavam-se na consulta do Anuário Financeiro dos Munícipios Portugueses, onde consta que a Câmara da Covilhã possui o terceiro maior índice de endividamento líquido (em relação às receitas) entre os 308 municípios, subindo onze posições em relação ao ano anterior... Nesta "visão integrada sobre a situação económica e financeira dos municípios portugueses", a CTOC suspeita que "os orçamentos podem estar inflacionados..." - Surpreendente!
20090408
O pensador...
Quase nos passava ao lado a última prelecção de sapiência de Carlos Pinto, prodigalizada nos pergaminhos do Jornal do Fundão. Citamos as teses de maior espectro visionário, não fosse o leitor imputar ao Grémio* tamanha privação:
"Internacionalização e Inovação são elementos essenciais de saída para a economia portuguesa, num quadro de competitividade acrescida e de escassez de oportunidades no mercado interno... (A CMC tem proporcionado a abertura ao mercado ou, pelo contrário, favorecido os mesmos de sempre?) O Parkurbis já não é, apenas, uma simples promessa, mas ainda não é um êxito empresarial fulgurante. Mas para lá caminha (!)... Nascido por nossa iniciativa, daria um livro sobre como a acção pública estadual (haverá assessores brasileiros na CMC?) neste domínio... vocacionado para as novas tecnologias, capaz de competir com qualquer estrutura deste tipo, existente na Europa... Sem embargo do lugar para todos, não perceber que a mudança de matriz económica e empresarial no nosso País tem que partir da realidade existente, fazendo-a evoluir, é cometer erros de estratégia de desenvolvimento que se pagam caro, como está a acontecer entre nós (O Grémio* não diria melhor sobre a actuação da Câmara!)... Para além da Covilhã ser hoje uma cidade onde investir significa, um espaço de qualidade global (?!), quer para as famílias, os técnicos, os empresários."
"Internacionalização e Inovação são elementos essenciais de saída para a economia portuguesa, num quadro de competitividade acrescida e de escassez de oportunidades no mercado interno... (A CMC tem proporcionado a abertura ao mercado ou, pelo contrário, favorecido os mesmos de sempre?) O Parkurbis já não é, apenas, uma simples promessa, mas ainda não é um êxito empresarial fulgurante. Mas para lá caminha (!)... Nascido por nossa iniciativa, daria um livro sobre como a acção pública estadual (haverá assessores brasileiros na CMC?) neste domínio... vocacionado para as novas tecnologias, capaz de competir com qualquer estrutura deste tipo, existente na Europa... Sem embargo do lugar para todos, não perceber que a mudança de matriz económica e empresarial no nosso País tem que partir da realidade existente, fazendo-a evoluir, é cometer erros de estratégia de desenvolvimento que se pagam caro, como está a acontecer entre nós (O Grémio* não diria melhor sobre a actuação da Câmara!)... Para além da Covilhã ser hoje uma cidade onde investir significa, um espaço de qualidade global (?!), quer para as famílias, os técnicos, os empresários."
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CM Covilhã
20090407
Aterro da Cova da beira
Por que razão o aterro da Cova da Beira emerge de vez em quando no pântano português?
Temas:
Corrupção
Teia de favores...?
"Maioria na câmara municipal do Fundão prepara-se para aprovar construção de uma fábrica, fora da zona industrial... Em causa está a alegada construção de uma unidade para fabrico de portas, junto à rotunda António Guterres :) na entrada sul do Fundão. Um atentado urbanístico, um erro estratégico... afirma o presidente da concelhia do PS fundanense... estranho porque a mesma Câmara recusou, há dois anos, a construção neste local de um loteamento habitacional, alegadamente por não respeitar o PDM... Falta de visão estratégica, ignorância, provincianismo e profundo estado de desorientação. É a resposta da concelhia social-democrata... “a demagogia tem limites”, afirma o PSD." RCB
20090403
Fundo perdido...!
Ao que parece, a "rede" (?) de autarquias da Beira Interior dispõe de mais 10 ou 15 milhões de euros para "investir", vulgo "estoirar" no nosso "desenvolvimento". Chamam-lhe premonitória e justamente "fundo perdido". O QREN "potencia" tudo, menos o que deve. Rejubile, turista:
"A união das maiores cidades da Beira Interior resultou num cheque chorudo: dez milhões para cultura, turismo e património - “REDE Património de Cidades”, a candidatura que juntou pela primeira vez na história recente da região Castelo Branco, Fundão, Covilhã e Guarda numa acção deste cariz... dez milhões de euros a fundo perdido que agora vão ser canalizados para projectos apresentados pelas autarquias no domínio da cultura, património e turismo, no total de 15 milhões de euros... Joaquim Morão... considera que “a aprovação da candidatura foi de grande relevância para estas cidades, porque nos permite fazer fortíssimos investimentos ligados principalmente ao turismo, no sentido de promovermos os nossos bens culturais, e trazer uma maior atractividade turística... um passo importante para a competitividade regional”. O dinheiro será repartido de forma equitativa entre todos os municípios. Cada um terá ao dispor três milhões de euros, ficando reservados outros três milhões para custos administrativos. Há diversos objectivos em conjunto, mas entre os principais projectos candidatados há muitos de âmbito local. Destacam-se, a título de exemplo, em Castelo Branco, o plano de valorização da cidade quinhentista da zona histórica e a criação do Museu-Oficina do Bordado de Castelo Branco. Na Covilhã há projectos como a concretização das rotas urbanas da cidade; na Guarda, o Centro de Interpretação do Mundo Romano e a Casa da Memória da Identidade e do Património e no Fundão o corredor verde entre a piscina coberta e o pavilhão desportivo, a requalificação do largo da estação e a criação de ciclovias." JF
"A união das maiores cidades da Beira Interior resultou num cheque chorudo: dez milhões para cultura, turismo e património - “REDE Património de Cidades”, a candidatura que juntou pela primeira vez na história recente da região Castelo Branco, Fundão, Covilhã e Guarda numa acção deste cariz... dez milhões de euros a fundo perdido que agora vão ser canalizados para projectos apresentados pelas autarquias no domínio da cultura, património e turismo, no total de 15 milhões de euros... Joaquim Morão... considera que “a aprovação da candidatura foi de grande relevância para estas cidades, porque nos permite fazer fortíssimos investimentos ligados principalmente ao turismo, no sentido de promovermos os nossos bens culturais, e trazer uma maior atractividade turística... um passo importante para a competitividade regional”. O dinheiro será repartido de forma equitativa entre todos os municípios. Cada um terá ao dispor três milhões de euros, ficando reservados outros três milhões para custos administrativos. Há diversos objectivos em conjunto, mas entre os principais projectos candidatados há muitos de âmbito local. Destacam-se, a título de exemplo, em Castelo Branco, o plano de valorização da cidade quinhentista da zona histórica e a criação do Museu-Oficina do Bordado de Castelo Branco. Na Covilhã há projectos como a concretização das rotas urbanas da cidade; na Guarda, o Centro de Interpretação do Mundo Romano e a Casa da Memória da Identidade e do Património e no Fundão o corredor verde entre a piscina coberta e o pavilhão desportivo, a requalificação do largo da estação e a criação de ciclovias." JF
20090401
Urbanismo 5 estrelas (10) - Centro de Artes...
"É certo que na Beira Interior ainda existem muitos rebanhos e pastores, só que é menos habitual que o local de pasto escolhido seja uma das cidades. Pode parecer pouco credível, mas a foto foi captada, há duas semanas, no descampado onde, em tempos, a Câmara da Covilhã equacionou constuir o Centro de Artes." Diário XXIÉ isto: a Covilhã tornou-se numa grande fotomontagem de mau gosto, qual peça de teatro contínuo, onde os contrastes denunciam a insustentabilidade urbanística, signo da incompetência e da irresponsabilidade da autarquia, que não parece equacionar a qualidade de vida urbana como uma das suas obrigações. É nisto que se vota.
Temas:
CM Covilhã
Alternativas políticas
"Em Portugal... nos próximos processos eleitorais só há duas opções. Ou votam Freeport ou votam BPN." Mário Crespo, JN
Temas:
Portugal - civismo
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