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20090916
"Pintolândia"
Tendo visitado casualmente o Salão Carlos Pinto do Ferro, veio-nos à memória esta tirada da Máfia da Cova, que já andou mais atenta: "Rondolândia vs Pintolândia -Este fim de semana deparei-me com uma notícia na TV sobre o Presidente da Câmara de Elvas, José Rondão de Almeida e nomeadamente sobre o (mau) gosto que este autarca tem em dar o seu nome a obras da cidade... Pus-me a pensar que o nosso Presidente Carlos Pinto deve ter ficado roidinho de inveja pois não me lembro de ele ser notícia por ter também um conjunto de equipamentos com o seu nome. Relembro o caro blogo espectador que existe já um Parque de Campismo Carlos Pinto (Ponte Pedrinha), um Cinema Carlos Pinto(Dominguiso) e uma Escola Carlos Pinto (Barroca). Ah e é verdade um busto no Sobral!!! Não percebo a necessidade de estes autarcas darem o nome deles a obras. Terão medo que não vejam o seu trabalho reconhecido a título póstumo e querem fazer isso já em vida???Não sei o que estará preparado para a Cova para que o nome do nosso actual presidente perdure na memória do covilhoco nos próximos anos... O que se seguirá?? O Casino Carlos Pinto?? Os Chalets Carlos Pinto?? O Aeroporto Carlos Pinto?? O Campo de Golf Carlos Pinto??? A ETAR Carlos Pinto?? A Casa da Cultura Carlos Pinto?? O Complexo Desportivo Carlos Pinto?? A Rotunda Oval Carlos Pinto??? Aceitam-se mais sugestões..."
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CM Covilhã
20081223
Casa de Carlos Pinto viola PDM, diz DRA
A notícia do JN que o Grémio* abaixo transcreve indicia o grau de despotismo que se atingiu na Covilhã. Carlos Pinto reduz tudo a questões pessoais e partidárias. O lúcido leitor certamente perceberá o que está em causa e onde vai a displicência.
"Casa de autarca na mira da fiscalização - Direcção Regional de Agricultura diz que moradia do presidente da Câmara viola Plano Director Municipal. A Inspecção Geral da Administração Local está a investigar uma denúncia de ilegalidade na construção da habitação particular do presidente da Câmara da Covilhã. A Direcção Regional de Agricultura diz que 'a obra deve ser embargada'.
Num ofício/denúncia enviado à Inspecção-Geral do Ambiente e do Ordenamento do Território (IGAOT) e à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), a Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Centro (DRAPC), que fiscalizou a obra em causa, diz que a moradia do autarca Carlos Pinto está em "claro desrespeito pelo Regulamento do Plano Director Municipal (PDM)". Na mesma denúncia onde pede a intervenção das autoridades fiscalizadoras, a DRAPC sublinha uma outra "ilegalidade" cometida no proccesso de construção da imponente moradia do presidente da Câmara da Covilhã: "não foram acautelados os procedimentos administrativos necessários à obtenção de pareceres prévios relativos ao fraccionamento de prédios rústicos e à definição da unidade de cultura".
De acordo com o PDM, a casa de Carlos Pinto, localizada junto ao aeródromo da Covilhã [aqui], num local tranquilo e de boas vistas, está a ser construída num terreno designado de "Espaço agrícola complementar e de protecção e enquadramento". Segundo o Plano de Urbanização da Grande Covilhã, ainda não aprovado, o mesmo terreno está inserido em "Zona urbanizável de alta densidade", ou seja, destinado a grandes prédios, de vários andares. O que não é o caso da moradia do presidente da Câmara Municipal.
Para merecer o licenciamento da autarquia da Covilhã, já emitido/aprovado, houve necessidade de fazer um destaque (desanexação) do terreno do autarca do PSD. Ora, diz a DRAPC, tal não poderia ter acontecido sem o parecer vinculativo deste organismo agrícola, coisa que não ocorreu. Logo, assegurou ao JN fonte do Ministério da Agricultura, "qualquer fraccionamento do prédio rústico em apreço é ilegal e, por conseguinte, o licenciamento camarário não é válido"
Defende a mesma fonte que "a casa do presidente da Câmara tem de ser embargada, sob pena de se pensar que o crime compensa e de nos questionarmos se estamos num Estado de Direito ou de mais ou menos Direito".
Ao JN, o líder da DRAPC, Rui Moreira, limitou-se a confirmar a fiscalização à moradia de Carlos Pinto e o envio da "denúncia de ilegalidades" para a IGAOT e CCDRC, mas esclareceu que de ambas as entidades não recebeu qualquer resposta. Fonte da CCDRC disse ao JN que aquele organismo não recebeu qualquer denúncia. E recusou comentar o assunto.
O IGAOT acusou recepção do ofício, que remeteu para a Inspecção Geral da Administração Local, a qual está a investigar o caso. A Secretaria de Estado da Administração Local prometeu ao JN comentar o assunto, mas furtou-se sucessivamente a fazê-lo até à hora do fecho desta edição.
Já Carlos Pinto, depois de assegurar que a obra está licenciada e é legal - "estou tranquilo, durmo bem para os dois lados", disse - preferiu atacar a figura de Rui Moreira, afirmando que "o denunciante era especialista em falências de adegas cooperativas e agora derivou para outra especialidade, a de perseguir autarcas, em vez de acompanhar a vida dos agricultores, porque é para isso que é pago". "Só porque tem o cartão do partido [PS] pensa que pode fazer tudo, mas não pode", afirmou, em tom enérgico." Miguel Gonçalves, JN
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Afinal, quem é que pensa que pode fazer tudo? Lembram-se da Quinta do Freixo? Temos dó.
"Casa de autarca na mira da fiscalização - Direcção Regional de Agricultura diz que moradia do presidente da Câmara viola Plano Director Municipal. A Inspecção Geral da Administração Local está a investigar uma denúncia de ilegalidade na construção da habitação particular do presidente da Câmara da Covilhã. A Direcção Regional de Agricultura diz que 'a obra deve ser embargada'. Num ofício/denúncia enviado à Inspecção-Geral do Ambiente e do Ordenamento do Território (IGAOT) e à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), a Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Centro (DRAPC), que fiscalizou a obra em causa, diz que a moradia do autarca Carlos Pinto está em "claro desrespeito pelo Regulamento do Plano Director Municipal (PDM)". Na mesma denúncia onde pede a intervenção das autoridades fiscalizadoras, a DRAPC sublinha uma outra "ilegalidade" cometida no proccesso de construção da imponente moradia do presidente da Câmara da Covilhã: "não foram acautelados os procedimentos administrativos necessários à obtenção de pareceres prévios relativos ao fraccionamento de prédios rústicos e à definição da unidade de cultura".
De acordo com o PDM, a casa de Carlos Pinto, localizada junto ao aeródromo da Covilhã [aqui], num local tranquilo e de boas vistas, está a ser construída num terreno designado de "Espaço agrícola complementar e de protecção e enquadramento". Segundo o Plano de Urbanização da Grande Covilhã, ainda não aprovado, o mesmo terreno está inserido em "Zona urbanizável de alta densidade", ou seja, destinado a grandes prédios, de vários andares. O que não é o caso da moradia do presidente da Câmara Municipal.
Para merecer o licenciamento da autarquia da Covilhã, já emitido/aprovado, houve necessidade de fazer um destaque (desanexação) do terreno do autarca do PSD. Ora, diz a DRAPC, tal não poderia ter acontecido sem o parecer vinculativo deste organismo agrícola, coisa que não ocorreu. Logo, assegurou ao JN fonte do Ministério da Agricultura, "qualquer fraccionamento do prédio rústico em apreço é ilegal e, por conseguinte, o licenciamento camarário não é válido"
Defende a mesma fonte que "a casa do presidente da Câmara tem de ser embargada, sob pena de se pensar que o crime compensa e de nos questionarmos se estamos num Estado de Direito ou de mais ou menos Direito".
Ao JN, o líder da DRAPC, Rui Moreira, limitou-se a confirmar a fiscalização à moradia de Carlos Pinto e o envio da "denúncia de ilegalidades" para a IGAOT e CCDRC, mas esclareceu que de ambas as entidades não recebeu qualquer resposta. Fonte da CCDRC disse ao JN que aquele organismo não recebeu qualquer denúncia. E recusou comentar o assunto.
O IGAOT acusou recepção do ofício, que remeteu para a Inspecção Geral da Administração Local, a qual está a investigar o caso. A Secretaria de Estado da Administração Local prometeu ao JN comentar o assunto, mas furtou-se sucessivamente a fazê-lo até à hora do fecho desta edição.
Já Carlos Pinto, depois de assegurar que a obra está licenciada e é legal - "estou tranquilo, durmo bem para os dois lados", disse - preferiu atacar a figura de Rui Moreira, afirmando que "o denunciante era especialista em falências de adegas cooperativas e agora derivou para outra especialidade, a de perseguir autarcas, em vez de acompanhar a vida dos agricultores, porque é para isso que é pago". "Só porque tem o cartão do partido [PS] pensa que pode fazer tudo, mas não pode", afirmou, em tom enérgico." Miguel Gonçalves, JN
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Afinal, quem é que pensa que pode fazer tudo? Lembram-se da Quinta do Freixo? Temos dó.
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CM Covilhã
20090327
Fantasia 10 - Torre de Santo António
Em 2006 foi notícia outra promessa vã: a conclusão da obra prima do pai do Sócrates na cidade-neve, inacabada há mais de 30 anos e já classificada como uma das grandes aberrações pátrias. Carlos Pinto, para tornar "suportável" aquele prédio, construía outros dois ao lado... chamando-lhe "arranjo urbanístico". Um pagode:"Segundo a autarquia, o acordo estabelecido com o Montepio Geral permitiu desbloquear a situação e proceder-se à recuperação da Torre que será destinada ao mercado habitacional... segundo Carlos Pinto, alguns peritos defendem que «o imóvel é suportável do ponto de vista paisagístico nesta encosta da Serra da Estrela». Desde os anos 80 que vários projectos têm sido aventados para a Torre e, com este desfecho a Câmara da Covilhã conta receber compensações e taxas num valor de 648 mil euros. Recorde-se que em Setembro último, em Sessão de Câmara, tinha sido afirmado o destino da Torre que jamais foi concluída e dava, segundo Carlos Pinto «uma «uma imagem de alguma degradação» da cidade. Na altura o presidente da câmara, referia que já tinha sido estabelecido um acordo com o proprietário do empreendimento, o banco Montepio Geral. O edil social-democrata acrescentava, ainda que a recuperação da Torre passava pela construção de mais dois edifícios na base para «servir de apoio à estrutura central». Projectava-se o complexo «como um T invertido, com comércio e estacionamento, na zona dos primeiros pisos e apartamentos de habitação na torre central», esclarecia Carlos Pinto. A construção da Torre data de meados dos anos 70 e é um projecto do arquitecto Pinto de Sousa, pai do actual primeiro-ministro, José Sócrates. O empreendimento previa um conjunto de três grandes edifícios para habitação, comércio e estacionamento. A estrutura central com 60 apartamentos foi o único a ser construído. A não conclusão do projecto deveu-se a falências, falta de capitais e burocracias." Kaminhos
Carlos Pinto confirmou ao DN que "o edifício cumpre todos os requisitos ao nível do licenciamento e do pagamento das taxas para ser usado pelo proprietário"...
Mais incompreensível é que em 22/06/2001 o deputado e candidato a Presidente da Câmara da Covilhã José Carlos Lavrador (PS) tenha afirmado ao Notícias da Covilhã existirem "interesses obscuros" no processo de urbanização da cidade, dando como exemplos a construção caótica na zona baixa da cidade e a não demolição da torre de Santo António...
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CM Covilhã
20081214
Carlos Pinto... Rude
Até no insuspeito NC já ecoa a campanha Covilhã, Cidade 5 Estrelas. Citam Carlos Pinto, com cautela: “Essa notícia não tem por onde se lhe pegue. É só uma denúncia da ADERES para ver se consegue chatear a RUDE. (...) "Não há problema nenhum. A Câmara adjudicou uma campanha de publicidade e candidatou à RUDE. Ponto final, parágrafo. Tudo o resto é trica" (...) Sem que o assunto seja escalpelizado, surgem dúvidas sobre “um alegado recurso a verbas do LEADER como um saco azul para publicidade da Câmara”, como realça o Expresso. (...) Carlos Pinto, na última sexta-feira, 6, informou que este mês a campanha vai voltar a estar nas páginas da imprensa nacional."
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Significarão estas palavras, como se lê no Máfia da Cova, que Carlos Pinto, presidente da Câmara, terá submetido a Carlos Pinto, presidente da(s) Rude(s), a aprovação daquela campanha publicitária?
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Significarão estas palavras, como se lê no Máfia da Cova, que Carlos Pinto, presidente da Câmara, terá submetido a Carlos Pinto, presidente da(s) Rude(s), a aprovação daquela campanha publicitária?
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CM Covilhã
20070723
Carlos Pinto, Costa Pais, Turistrela e IGAT
"declarações de Artur Costa Pais em reacção às declarações de Carlos Pinto (...) Carlos Pinto sacode a água do capote pensando que desviava as atenções, e diz que das irregularidades investigadas pelo IGAT, 63 estão relacionadas com os chalés das Penhas da Saúde! Irónicamente, põem a nu aquilo que apenas alguns sabiam: a estratégia de acto consumado da Turistrela! Construir sem autorização, pagar os autos e confiar na eficácia dos serviços Camarários (...) "O que íamos fazer? Deitar tudo abaixo?" (...) Mas, caros amigos, hoje não encontramos 12 mas sim 63 CHALÉS que estiveram ilegais até há bem pouco tempo! Carlos Pinto aprovou a construção de 51 Chalés antes de estes estarem legalizados! Ou seja, mais de 75% das irregularidades são da responsabilidade do edil Carlos Pinto!" Ler na íntegra, n' O Cântaro Zangado.
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CM Covilhã
20081205
Rude AD vs Rude SA
O Expresso relata uma história rocambolesca que envolve duas entidades com o mesmo nome, a nata política da cidade e fundos comunitários, tudo à mistura. Embora a publicação deste artigo seja extemporânea, sabe-se lá porquê..., ajuda a perceber o destino de muitos fundos comunitários destinados ao "desenvolvimento" do país e as controvérsias em torno da Rude - Associação de Desenvolvimento Rural e da Rude - Sociedade Anónima. Recordar é viver:
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"Duas Rudes, dois irmãos - Fraude fiscal detectada na venda de terrenos à Rude pelo irmão do presidente da Câmara. Foi criada ainda uma segunda Rude. O caso envolve duas entidades, ambas com o nome Rude, e dois irmãos: Carlos Pinto, presidente da Câmara da Covilhã, e João Manuel Pinto. E remonta a 1995, altura em que João Manuel Pinto comprou por 24 mil contos (€120 mil em moeda actual) o direito de uso, durante 20 anos, de terrenos na Covilhã, que vendeu pouco depois por 70 mil contos (€350 mil) à Rude, associação presidida pelo seu irmão, Carlos Pinto. Este processo culminou num crime de fraude fiscal e no pagamento de coimas por parte de João Pinto. “Foram fabricados documentos com conteúdo falso, com o único objectivo de lhe permitirem a fuga ao imposto devido”, pode ler-se no relatório do Ministério Público, concluído em Setembro de 2004, na sequência do processo-crime instaurado em torno do caso. Mas o Ministério Público não conseguiu reunir provas de que “houve conluio entre o arguido João Manuel Pinto e algum ou alguns dos arguidos ligados à Rude no sentido de este adquirir os bens imóveis para depois os revender por um valor equivalente a cerca de três vezes o de custo” - apesar de a Polícia Judiciária da Guarda ter concluído pela existência de um tal conluio. O relatório do Ministério Público refere que, “a ter havido esse conluio, estaríamos em face de um crime de burla qualificada”. Para contornar o entrave legal de a associação Rude estar impedida, pelas regras comunitárias, de comprar imóveis foi constituída em Novembro de 1995 uma sociedade anónima chamada Rude SA, cujos sócios são os mesmos da associação Rude que funciona com fundos do programa LEADER: Carlos Pinto, Luís Barreiros, Francisco Ferreira Pimentel, Arménio Marques Matias e Bernardino Gata Silva. A Rude SA, cujo capital é quase a 100% assegurado pela associação Rude, acabou por adquirir por 1500 contos (€7500) os ditos terrenos na Covilhã, cujas escrituras foram celebradas em Dezembro de 1995 e Março de 1999. “Caso esta associação comprasse tais imóveis, fá-lo-ia com a maior parte de dinheiros provenientes de fundos comunitários”, explicita o relatório. (...)”. C.A./ Expresso (29/11/2008)
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"Duas Rudes, dois irmãos - Fraude fiscal detectada na venda de terrenos à Rude pelo irmão do presidente da Câmara. Foi criada ainda uma segunda Rude. O caso envolve duas entidades, ambas com o nome Rude, e dois irmãos: Carlos Pinto, presidente da Câmara da Covilhã, e João Manuel Pinto. E remonta a 1995, altura em que João Manuel Pinto comprou por 24 mil contos (€120 mil em moeda actual) o direito de uso, durante 20 anos, de terrenos na Covilhã, que vendeu pouco depois por 70 mil contos (€350 mil) à Rude, associação presidida pelo seu irmão, Carlos Pinto. Este processo culminou num crime de fraude fiscal e no pagamento de coimas por parte de João Pinto. “Foram fabricados documentos com conteúdo falso, com o único objectivo de lhe permitirem a fuga ao imposto devido”, pode ler-se no relatório do Ministério Público, concluído em Setembro de 2004, na sequência do processo-crime instaurado em torno do caso. Mas o Ministério Público não conseguiu reunir provas de que “houve conluio entre o arguido João Manuel Pinto e algum ou alguns dos arguidos ligados à Rude no sentido de este adquirir os bens imóveis para depois os revender por um valor equivalente a cerca de três vezes o de custo” - apesar de a Polícia Judiciária da Guarda ter concluído pela existência de um tal conluio. O relatório do Ministério Público refere que, “a ter havido esse conluio, estaríamos em face de um crime de burla qualificada”. Para contornar o entrave legal de a associação Rude estar impedida, pelas regras comunitárias, de comprar imóveis foi constituída em Novembro de 1995 uma sociedade anónima chamada Rude SA, cujos sócios são os mesmos da associação Rude que funciona com fundos do programa LEADER: Carlos Pinto, Luís Barreiros, Francisco Ferreira Pimentel, Arménio Marques Matias e Bernardino Gata Silva. A Rude SA, cujo capital é quase a 100% assegurado pela associação Rude, acabou por adquirir por 1500 contos (€7500) os ditos terrenos na Covilhã, cujas escrituras foram celebradas em Dezembro de 1995 e Março de 1999. “Caso esta associação comprasse tais imóveis, fá-lo-ia com a maior parte de dinheiros provenientes de fundos comunitários”, explicita o relatório. (...)”. C.A./ Expresso (29/11/2008)
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Corrupção
20090217
Fantasia 06 - Aeroporto (2)

A rubrica Recordar é Viver do Máfia da Cova pode ajudar-nos a entender a farsa do aeroporto, entre outras:
"Novo aeroporto “levanta voo" - Em dia de aniversário, o autarca covilhanense pretendeu fintar o cenário de “contenção orçamental” e anunciou uma obra de grande monta para a cidade serrana. Carlos Pinto... a construção do novo aeroporto. A ideia já vem de há algum tempo, o local, no Terlamonte junto ao acesso Norte à A23, também já era do domínio público, faltando só o anúncio do começo da empreitada. Passo que Carlos Pinto espera dar “nos finais de 2007, inícios de 2008”.... Pinto falou de forma muito pronunciada na área do turismo (...) Na óptica de Pinto, o novo aeroporto vem servir de apoio a um plano turístico... Para além de que “apenas estamos a seguir no sentido do que está a ser feito por essa Europa fora”. A construção de estruturas aeroportuárias de menor dimensão, em cidades do interior é, para o presidente da autarquia covilhanense, o passo mais acertado. egundo Pinto, o novo aeroporto vai ter uma pista de 2400 metros de comprimento por 50 de largura. A estrutura prevê também uma aerogare com capacidade para a movimentação de 100 mil pessoas por ano. Pinto espera pelo próximo Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN), que tem início em 2007, para financiar o investimento..." Urbi, 24/10/2006
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Numa coisa o nosso autarca tem razão, as potencialidades da região não estão a ser aproveitadas. Mas, não será primeiro necessário avaliar as potencialidades da região e revitalizá-las para alcançar um turismo de qualidade? Se não, como pretende Carlos Pinto atrair 100 000 turistas (vindos de avião!!!) a visitar a Covilhã e a região? Será que está já a contar com o futuro ex-libris da cidade, a mega ponte pedonal, para atrair turismo de todas as partes do mundo, para verem tamanha obra de engenharia? Ou será que com o novo aeroporto pretende apenas desmantelar o actual aeródromo da cidade, para não ser aborrecido com os barulhos dos motores das aeronaves enquanto descansa na sua futura maison?"
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CM Covilhã
20081130
Covilhã 5 Estrelas. Há dúvidas?
A inércia e apatia da imprensa "local" faz supor que tudo vai bem no Município. Mas outros orgãos de comunicação social, atentos aos inúmeros sinais de colapso do modelo político-demagógico protagonizado por Carlos Pinto, transmitem uma imagem bem mais fiel deste modo eleitoralista e suicidário de "gestão" pública. Transcrevemos do Expresso uma extensa notícia sobre um caso que se afigura escandaloso, para o qual o Grémio* já havia alertado.
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Alegado recurso a verbas LEADER como saco azul para publicidade da câmara... "Dúvidas, muitas dúvidas - é o estigma que pesa sobre a nova campanha ‘Covilhã, Cidade 5 Estrelas’. - A polémica estalou na região por esta publicidade surgir ‘colada’ ao LEADER, programa comunitário destinado ao desenvolvimento dos meios rurais. E também pelo facto de o presidente da Câmara da Covilhã, Carlos Pinto, presidir à Rude, associação responsável pela execução dos fundos LEADER na Cova da Beira. O autarca da Covilhã candidatou esta campanha para financiamento do programa comunitário, mas o gestor do LEADER já lhe pediu esclarecimentos, não tendo ainda obtido resposta. - A campanha ‘Covilhã, Cidade 5 Estrelas’ está a ser massivamente divulgada através de cartazes por toda a cidade, anúncios no estádio municipal e em publicações como o ‘Público’, ‘Visão’, ‘Caras’, ‘Lux’, ou mesmo a revista de bordo da TAP. Todos os anúncios ostentam o logótipo do LEADER e da Rude, sendo pouco claro se se trata ou não de publicidade camarária. - Presidida pelo autarca da Covilhã, a Rude é uma das 52 associações criadas em Portugal no âmbito do LEADER, que contam com fundos comunitários para acções de valorização do mundo rural (€4 milhões a €5 milhões foi a verba atribuída a cada associação no último Quadro Comunitário de Apoio). - Estranhando a falta de relação directa entre a campanha da Covilhã e os objectivos do programa comunitário, o gestor do LEADER já solicitou esclarecimentos a Carlos Pinto. - “Não pagamos essa campanha” - Enviada a 13 de Setembro, a carta do director-geral da Direcção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (organismo que superintende as associações LEADER em Portugal) não teve ainda qualquer resposta por parte do presidente da Rude e da Câmara da Covilhã. - “Não pagamos essa campanha. Aguardamos esclarecimentos por parte da Rude”, garante Rui Baptista, chefe do LEADER a nível nacional, adiantando ter sido recebida uma candidatura da Rude no valor total de €800 mil, incluindo a campanha da Covilhã e várias acções na Cova da Beira. “O nosso sistema alertou-nos para a situação e bloqueámos o pagamento. É pouco habitual este tipo de despesas e não faremos transferência financeira enquanto não tivermos resposta ao nosso pedido de esclarecimento”, salienta o responsável do programa, frisando que “nenhum pagamento foi feito para esta campanha”. - No pacote de €800 mil da candidatura da Rude, a campanha da Covilhã foi a que “saltou à vista pelo tipo de acção”. São consideradas elegíveis para financiamento pelo LEADER as despesas da Feira de São Tiago, na Covilhã, que incluiu concertos de Luís Represas, João Gil, António Pinto Basto e João Braga, e apesar de não ter nenhum «stand» agrícola. “Mas as feiras funcionam muitas vezes como actividades de dinamização das zonas rurais”, faz notar Rui Baptista. - Numa avaliação das 52 associações de desenvolvimento rural financiadas pelo LEADER, a Rude figura em último lugar, com a pior taxa de execução de todas. “Tem sido sempre assim, desde o início”, refere o chefe do programa em Portugal. Em Junho, quando esta avaliação foi apresentada, a Rude tinha por executar €906 mil, o equivalente a 69% do Vector 1 e a apenas 24% do Vector 2 do Fundo Europeu de Orientação e Garantia Agrícola (FEOGA). Avizinhando-se um novo quadro comunitário, estes fundos ficariam ‘perdidos’ se não fossem aplicados até ao final de 2008. Foi depois desta apresentação pública, em Junho, que foi lançada a publicidade ‘Covilhã, Cidade 5 Estrelas’. A campanha está a ser fortemente contestada na blogosfera, onde lhe chamam “O (rude) desenvolvimento rural 5 estrelas” e inclusivamente acusam a associação Rude de funcionar como “um BPN pequenino”. - Quanto custou a campanha? - É um mistério, ao qual a Câmara da Covilhã não dá resposta. Sobre a nova campanha da cidade, o EXPRESSO tentou contactar Carlos Pinto, presidente da associação Rude e da Câmara da Covilhã, cujo gabinete informou que este se encontrava ausente toda a semana, mas que delegava o assunto no vereador Luís Barreiros. O vereador só quis responder ao EXPRESSO por correio electrónico e, questionado sobre os custos e a origem da campanha (se foi lançada pela Câmara ou pela Rude), apenas referiu que no âmbito do programa LEADER “foi aprovada uma [De qual entidade?] candidatura no valor de €40.112,92 pela Unidade de Gestão em regime de ‘overbooking’, isto é, sem garantia de qualquer comparticipação comunitária, não tendo o município até à data recebido um euro de comparticipação”. Conceição Antunes, EXPRESSO
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Alegado recurso a verbas LEADER como saco azul para publicidade da câmara... "Dúvidas, muitas dúvidas - é o estigma que pesa sobre a nova campanha ‘Covilhã, Cidade 5 Estrelas’. - A polémica estalou na região por esta publicidade surgir ‘colada’ ao LEADER, programa comunitário destinado ao desenvolvimento dos meios rurais. E também pelo facto de o presidente da Câmara da Covilhã, Carlos Pinto, presidir à Rude, associação responsável pela execução dos fundos LEADER na Cova da Beira. O autarca da Covilhã candidatou esta campanha para financiamento do programa comunitário, mas o gestor do LEADER já lhe pediu esclarecimentos, não tendo ainda obtido resposta. - A campanha ‘Covilhã, Cidade 5 Estrelas’ está a ser massivamente divulgada através de cartazes por toda a cidade, anúncios no estádio municipal e em publicações como o ‘Público’, ‘Visão’, ‘Caras’, ‘Lux’, ou mesmo a revista de bordo da TAP. Todos os anúncios ostentam o logótipo do LEADER e da Rude, sendo pouco claro se se trata ou não de publicidade camarária. - Presidida pelo autarca da Covilhã, a Rude é uma das 52 associações criadas em Portugal no âmbito do LEADER, que contam com fundos comunitários para acções de valorização do mundo rural (€4 milhões a €5 milhões foi a verba atribuída a cada associação no último Quadro Comunitário de Apoio). - Estranhando a falta de relação directa entre a campanha da Covilhã e os objectivos do programa comunitário, o gestor do LEADER já solicitou esclarecimentos a Carlos Pinto. - “Não pagamos essa campanha” - Enviada a 13 de Setembro, a carta do director-geral da Direcção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (organismo que superintende as associações LEADER em Portugal) não teve ainda qualquer resposta por parte do presidente da Rude e da Câmara da Covilhã. - “Não pagamos essa campanha. Aguardamos esclarecimentos por parte da Rude”, garante Rui Baptista, chefe do LEADER a nível nacional, adiantando ter sido recebida uma candidatura da Rude no valor total de €800 mil, incluindo a campanha da Covilhã e várias acções na Cova da Beira. “O nosso sistema alertou-nos para a situação e bloqueámos o pagamento. É pouco habitual este tipo de despesas e não faremos transferência financeira enquanto não tivermos resposta ao nosso pedido de esclarecimento”, salienta o responsável do programa, frisando que “nenhum pagamento foi feito para esta campanha”. - No pacote de €800 mil da candidatura da Rude, a campanha da Covilhã foi a que “saltou à vista pelo tipo de acção”. São consideradas elegíveis para financiamento pelo LEADER as despesas da Feira de São Tiago, na Covilhã, que incluiu concertos de Luís Represas, João Gil, António Pinto Basto e João Braga, e apesar de não ter nenhum «stand» agrícola. “Mas as feiras funcionam muitas vezes como actividades de dinamização das zonas rurais”, faz notar Rui Baptista. - Numa avaliação das 52 associações de desenvolvimento rural financiadas pelo LEADER, a Rude figura em último lugar, com a pior taxa de execução de todas. “Tem sido sempre assim, desde o início”, refere o chefe do programa em Portugal. Em Junho, quando esta avaliação foi apresentada, a Rude tinha por executar €906 mil, o equivalente a 69% do Vector 1 e a apenas 24% do Vector 2 do Fundo Europeu de Orientação e Garantia Agrícola (FEOGA). Avizinhando-se um novo quadro comunitário, estes fundos ficariam ‘perdidos’ se não fossem aplicados até ao final de 2008. Foi depois desta apresentação pública, em Junho, que foi lançada a publicidade ‘Covilhã, Cidade 5 Estrelas’. A campanha está a ser fortemente contestada na blogosfera, onde lhe chamam “O (rude) desenvolvimento rural 5 estrelas” e inclusivamente acusam a associação Rude de funcionar como “um BPN pequenino”. - Quanto custou a campanha? - É um mistério, ao qual a Câmara da Covilhã não dá resposta. Sobre a nova campanha da cidade, o EXPRESSO tentou contactar Carlos Pinto, presidente da associação Rude e da Câmara da Covilhã, cujo gabinete informou que este se encontrava ausente toda a semana, mas que delegava o assunto no vereador Luís Barreiros. O vereador só quis responder ao EXPRESSO por correio electrónico e, questionado sobre os custos e a origem da campanha (se foi lançada pela Câmara ou pela Rude), apenas referiu que no âmbito do programa LEADER “foi aprovada uma [De qual entidade?] candidatura no valor de €40.112,92 pela Unidade de Gestão em regime de ‘overbooking’, isto é, sem garantia de qualquer comparticipação comunitária, não tendo o município até à data recebido um euro de comparticipação”. Conceição Antunes, EXPRESSO
Temas:
CM Covilhã
20070713
Carlos Pinto vs José Sócrates
"É num tom enigmático que Carlos Pinto lança um «conselho de amigo» aos socialistas. Neste município da Cova da Beira, há, segundo o autarca, «documentos que têm que ver com pessoas altamente colocadas, como é o caso do primeiro-ministro». Para já, toda a documentação encontra-se num «dossiê reservado». Foi através desta autarquia que o funcionário José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa entrou na Administração Pública. Carlos Pinto confirma que parece haver «uma discrepância» nos certificados públicos do primeiro-ministro, posta em evidência pelas investigações ao processo académico da sua licenciatura em Engenharia Civil, na Independente. Essa matéria já é do conhecimento do Ministério Público, que investiga a possível utilização de «título falso». As pistas recolhidas na Covilhã têm um interesse especial: são as únicas que apontam para factos que podem não estar prescritos. Como Carlos Pinto confirma, nesta entrevista, Sócrates «teve uma promoção», quando era ministro. Ou seja, este certificado, de 2000, permite aos investigadores retomar o fio desta meada." Sónia Sapage / VISÃO nº 749, 12 Jul. 2007
Temas:
CM Covilhã
20090708
Prémio Romão Vieira (12)
Casa cheia no jantar de Carlos Pinto, reza o Notícias da Covilhã sobre a comezaina dos bem aventurados: "estavam inscritas 2500 pessoas para o jantar de apoio à [re-re-re] candidatura de Carlos Pinto à Câmara Municipal da Covilhã... convite para o jantar chegou à caixa do correio dos munícipes... Na missiva entregue nas caixas do correio os promotores do jantar dizem que “o futuro passa por Carlos Pinto”... um incentivo para que o autarca se recandidate... esperamos que na altura o presidente nos dê esperança que se vai candidatar... Carlos Pinto ainda não anunciou publicamente se avança para a corrida a um novo mandato".
Temas:
CM Covilhã
20100602
UBI desmente Carlos Pinto (2)
"A Universidade da Beira Interior vem, em comunicado, desmentir as declarações de Carlos Pinto na última reunião pública do executivo, a propósito do projecto Ubimedical. Na altura Carlos Pinto justificou a saída da câmara da Covilhã com a alteração dos pressupostos que estavam inicialmente estabelecidos... Carlos Pinto desafiou o reitor da Universidade da Beira Interior a vir publicamente explicar a saída da câmara da Covilhã do projecto. Em comunicado, a UBI vem garantir que todos os pressupostos e objectivos iniciais do projecto “como sejam a fixação de recursos humanos e financeiros” se mantêm inalterados... A entrada do parque tecnológico de Abrantes no plano estratégico Inovida "não afectou em nada a concretização do Ubimedical" nem o montante de investimento a ele destinado, ou seja, sete milhões e meio de euros dos 12 milhões que totalizam o projecto... a UBI confirma que recebeu “no passado dia 27 de Março um email assinado pelo presidente do conselho de administração do Parkurbis a anunciar a sua intenção de abandonar o projecto”. Apesar da "contrariedade" que representa a saída de um parceiro importante na recta final do processo, a UBI decidiu assumir a sua continuação e submeteu a candidatura..." RCB
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CM Covilhã,
UBI
20080630
Carlos Pinto ter-se-á associado a "Drácula"
Será a fábrica de aviões, repetidamente anunciada por Carlos Pinto, uma burla? - Bora p'a Terlamonte... Voo de apresentação!
""Drácula" enganou Carlos Pinto - Fábrica de aviões tinha por base um [?] burlão que foi preso pela judiciária. (...) A 9 de Abril deste ano, Carlos Pinto, presidente da Câmara da Covilhã, numa cerimónia no Salão Nobre, assinou um protocolo para cedência de terrenos junto ao aeródromo. (...) O autarca da Covilhã estava ciente [!] de que este poderia ser "um impulso decisivo para criar um cluster ligado à aeronáutica na Covilhã [!] pelo que merece ser acarinhado por nós e pelo Governo", sublinhou. A Universidade da Beira Interior foi também integrada no projecto. (...) O próprio secretário de Estado Adjunto, da Indústria e Inovação, Castro Guerra (...) considerou o fabrico de aviões a jacto na Covilhã como um projecto de Potencial Interesse Nacional (PIN)" 29-06-2008 FA, Celso Paiva, RR/ Kaminhos, ver+
"Príncipe da Transilvânia foi detido ontem na Covilhã, acusado de burla qualificada, associação criminosa e branqueamento de capitais. O cidadão belga utilizava um método diferente do mais famoso filho da Transilvânia, o Conde Drácula. (...) Ao que parece, nenhum banco foi na conversa, mas pelo menos duas câmaras municipais terão sido enganadas. A de Évora em 2005 (...) e a da Covilhã, já este ano, que também cedeu um terreno para o mesmo efeito." FA,Celso Paiva, 27-06-2008 13:37, RR
""Drácula" enganou Carlos Pinto - Fábrica de aviões tinha por base um [?] burlão que foi preso pela judiciária. (...) A 9 de Abril deste ano, Carlos Pinto, presidente da Câmara da Covilhã, numa cerimónia no Salão Nobre, assinou um protocolo para cedência de terrenos junto ao aeródromo. (...) O autarca da Covilhã estava ciente [!] de que este poderia ser "um impulso decisivo para criar um cluster ligado à aeronáutica na Covilhã [!] pelo que merece ser acarinhado por nós e pelo Governo", sublinhou. A Universidade da Beira Interior foi também integrada no projecto. (...) O próprio secretário de Estado Adjunto, da Indústria e Inovação, Castro Guerra (...) considerou o fabrico de aviões a jacto na Covilhã como um projecto de Potencial Interesse Nacional (PIN)" 29-06-2008 FA, Celso Paiva, RR/ Kaminhos, ver+
"Príncipe da Transilvânia foi detido ontem na Covilhã, acusado de burla qualificada, associação criminosa e branqueamento de capitais. O cidadão belga utilizava um método diferente do mais famoso filho da Transilvânia, o Conde Drácula. (...) Ao que parece, nenhum banco foi na conversa, mas pelo menos duas câmaras municipais terão sido enganadas. A de Évora em 2005 (...) e a da Covilhã, já este ano, que também cedeu um terreno para o mesmo efeito." FA,Celso Paiva, 27-06-2008 13:37, RR
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CM Covilhã
20090213
Fantasia 06 - Aeroporto e Aviões

Em preparativos para o Entrudo, o Grémio* desmascara outro sonho edílico: inaugurar o aeroporto internacional da Covilhã, infra-estrutura que permitiria alegadamente "viajar para a Península Ibérica e estrangeiro" (sic), como figura no site da Câmara, associada a uma fábrica de aviões.
Na apresentação do projecto, em 2001, Carlos Pinto assumiu estarmos "perante um grande projecto, não só de dimensão regional, mas nacional e até comunitária. Espera-se que a Covilhã possa dar um imenso salto na competitividade"... área de 200 hectares, pista de dois quilómetros de comprimento... hangares... hotel e uma área residencial de forma a apoiar os voos charter e privados, transitários... ampliação do Aerogare, de voos circulares, edifício de aulas para Engenharia Aeronáutica, serviços de abastecimento, edifício de controlo da meteorologia, edifício de bombeiros para a implementação de um Centro Operativo de Apoio ao Combate a Incêndios e a eventuais acidentes, heliestação/heliporto para transporte de sinistrados para o Hospital e uma torre de controlo... A pista actual manter-se-á e fica reservada a actividades lúdicas, tais como planadores, pára-quedismo, ultraleves, voo de circulação, entre outras."
Apesar dos muitos equívocos que rodearam este sonho, como a associação e cedência de terrenos ao príncipe da Transilvânia, a promessa foi (aparentemente, como quase sempre) retomada nas Grandes Opções do Plano da Câmara. Noutro post, questionámos precisamente se não será desperdício, em época de crise, havendo tanto para fazer na cidade, com e para as pessoas, pensar em aeroportos. Se é lícito avançar para a compra de terrenos, como anunciou Carlos Pinto, sem que sejam divulgados os pareceres favoráveis das entidades que tutelam a aeronáutica em Portugal, os estudos de impacte ambiental..., e sem uma discussão pública aprofundada de tal "prioridade". Questionámos até a opinião dos partidos com assento na assembleia municipal da Covilhã sobre estas opções visionárias. Mas estes, ocupados com lides domésticas, pouco ou nada dizem.
Agora, oito anos volvidos, já se estranhava que Carlos Pinto não aproveitasse a desculpa da crise para colocar algumas promessas em stand-by. Diz o NC: "Aviões da Covilhã num impasse. Crise afecta investimento. A tão falada empresa de aviões para a Covilhã, parceira da Universidade da Beira Interior, encontra-se com dificuldades de negociação. Esperava-se que as primeiras aeronaves pudessem ser entregues aos clientes no Verão deste ano, apontando-se ainda para a produção de cerca de 250 aviões por ano, de três tipologias diferentes, a partir do ano de 2014, com um volume de negócios a rondar os 32 milhões de euros. Mas a crise veio alterar os planos previstos pela empresa Aleia, que escolheu a Covilhã para instalar uma linha de montagem de aeronaves certificadas. “As últimas informações que tenho é que de facto havia dificuldades de negociação e finalização com a Caixa Geral de Depósitos, que seria o parceiro financeiro”, refere Carlos Pinto."
- A si, caro leitor, não lhe parece que a desculpa da crise, depois do que foi gasto em projectos (1, 2) de necessidade duvidosa e de se começar a construir nas imediações do actual aeródromo é escassa? Parece-lhe ter havido benefício para a Covilhã de tais decisões? Parecem-lhe aceitáveis as despesas já feitas? A quem aproveitou verdadeiramente a ideia de desactivar um aeródromo para construir outro? - Já que pagamos a fábula, ao menos choremos-lhe o entrudo a "bandeiras despregadas".
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CM Covilhã
20081022
Excelência, com Carlos Pinto?
Carlos Pinto lembrou-se agora, reza a imprensa acólita, de pedir ao governo um pólo de excelência, mas ignora-se se de excelência empresarial, tecnológica, industrial, turística, ambiental, urbana ou cívica. É que em todos estes domínios Carlos Pinto pôs o dedo e em nenhum deles conseguiu levar a cabo uma intervenção competente e acertada.
- Quis fazer um parque de ciência e tecnologia no Tortosendo que até agora se reduz a uma zona "industrial": de investigação, inovação e tecnologia nada tem. Carlos Pinto tem revelado, aliás, um condão especial para repelir investigadores e empresas, bem patente na fraca qualificação das pessoas de que se rodeia (ou que o toleram) e na escassa fundamentação técnica das acções que põe em prática, como no caso do abbate dos sobreiros;
- Quis "remodelar" o Pelourinho e, incapaz de promover um concurso de ideias e envolver os actores sociais mais interesados, acabou com o Pelourinho enquanto praça pública, arruinando por arrasto o comércio tradicional;
- Quis recuperar a zona antiga da cidade e criou uma Sociedade de Reabilitação Urbana que até agora pouco mais fez que demolir e esventrar quarteirões ou alimentar-se a si mesma. Dela, o prof. Esgalhado pouca notícia dá...;
- Quis fazer, ou sonhou, com uma cidade, a "Grande Covilhã" e não fez mais que espalhar loteamentos desconexos entre circunvalações e crateras, onde não há uma rua digna nem se descortina algum princípio orientador;
- Quis fazer uma "aldeia de montanha" nas Penhas da Saúde e tolerou que aquilo se transformasse num subúrbio pretensioso, contrariando a linha de qualificação iniciada nos anos 70;
- Quis fazer um colégio internacional, ao qual ofereceu privilegios obscenos, e foi um logro;
- Quis fazer um centro de artes e desistiu, defraudando as expectativas dos compradores;
- Quis desactivar o (antigo) mercado a pretexto de construir um novo, primeiro no campo das festas, depois no famigerado Gameiro. Oferecido o mercado para estacionamento e um Call Center, anuncia-se a desistência do concurso para o novo mercado;
- Quis fazer passar a ideia de que a Câmara se opunha à criação do Pólo turístico da Serra da Estrela, sem que a Assembleia Municipal tivesse abordado o assunto, envolvendo-se numa lamentável quezília pública que sugere motivações pessoais...;
- Como se não bastasse confundir-se com a Câmara, envolveu-se numa trapalhada de comunicados que desacreditou também o funcionamento democrático da Comurbeiras;
- Quis fazer um discurso de comemoração da elevação da covilhã a cidade e não passou do latimbório trauliteiro a que nos habituou, que envergonha qualquer republicano de boa cepa.
- Excelência? - Há pessoas que não se enxergam, não há?
- Quis fazer um parque de ciência e tecnologia no Tortosendo que até agora se reduz a uma zona "industrial": de investigação, inovação e tecnologia nada tem. Carlos Pinto tem revelado, aliás, um condão especial para repelir investigadores e empresas, bem patente na fraca qualificação das pessoas de que se rodeia (ou que o toleram) e na escassa fundamentação técnica das acções que põe em prática, como no caso do abbate dos sobreiros;
- Quis "remodelar" o Pelourinho e, incapaz de promover um concurso de ideias e envolver os actores sociais mais interesados, acabou com o Pelourinho enquanto praça pública, arruinando por arrasto o comércio tradicional;
- Quis recuperar a zona antiga da cidade e criou uma Sociedade de Reabilitação Urbana que até agora pouco mais fez que demolir e esventrar quarteirões ou alimentar-se a si mesma. Dela, o prof. Esgalhado pouca notícia dá...;
- Quis fazer, ou sonhou, com uma cidade, a "Grande Covilhã" e não fez mais que espalhar loteamentos desconexos entre circunvalações e crateras, onde não há uma rua digna nem se descortina algum princípio orientador;
- Quis fazer uma "aldeia de montanha" nas Penhas da Saúde e tolerou que aquilo se transformasse num subúrbio pretensioso, contrariando a linha de qualificação iniciada nos anos 70;
- Quis fazer um colégio internacional, ao qual ofereceu privilegios obscenos, e foi um logro;
- Quis fazer um centro de artes e desistiu, defraudando as expectativas dos compradores;
- Quis desactivar o (antigo) mercado a pretexto de construir um novo, primeiro no campo das festas, depois no famigerado Gameiro. Oferecido o mercado para estacionamento e um Call Center, anuncia-se a desistência do concurso para o novo mercado;
- Quis fazer passar a ideia de que a Câmara se opunha à criação do Pólo turístico da Serra da Estrela, sem que a Assembleia Municipal tivesse abordado o assunto, envolvendo-se numa lamentável quezília pública que sugere motivações pessoais...;
- Como se não bastasse confundir-se com a Câmara, envolveu-se numa trapalhada de comunicados que desacreditou também o funcionamento democrático da Comurbeiras;
- Quis fazer um discurso de comemoração da elevação da covilhã a cidade e não passou do latimbório trauliteiro a que nos habituou, que envergonha qualquer republicano de boa cepa.
- Excelência? - Há pessoas que não se enxergam, não há?
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CM Covilhã
20100504
Pinto "em bicos de pés"
Em reacção "à exigência apresentada por Carlos Pinto, na sessão solene comemorativa dos 36 anos do 25 de Abril, de um hospital central para a Covilhã", referido no anterior post do Grémio*, Santinho Pacheco, Governador Civil da Guarda diz que a suposta inconfidência ou a associação de Pinto à "causa" "é uma forma de liquidar à nascença um projecto que poderia ser benéfico para toda a Beira Interior e nós na Guarda não aceitamos ser tratados com menoridade. É por isso que eu estou convicto de que, nos próximos anos, não vamos ter nenhum hospital central na nossa região". O governador civil da Guarda considera que Carlos Pinto "está a colocar-se em bicos de pés ao assumir a liderança deste processo sem que para isso esteja legitimado, uma vez que o tema deveria merecer um entendimento e um amplo consenso entre todos os agentes regionais e não ser lançado desta forma para a praça pública". Também a governadora civil de Castelo Branco já reagiu à exigência de Carlos Pinto. Para Alzira Serrasqueiro "não existe massa crítica na região para um hospital central mas, a avançar a sua constituição, nunca seria apenas para a Covilhã mas para toda a região". Nuno Miguel, RCB
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Será desta que contamos com uma daquelas cartas em defesa da honra, cheias de verve e de pontos de exclamação?
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Será desta que contamos com uma daquelas cartas em defesa da honra, cheias de verve e de pontos de exclamação?
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CM Covilhã
20090509
Pinto regressou. Faltam as explicações
"...Em Dezembro de 2008, Carlos Pinto anunciava em comunicado que não participaria nas reuniões até que fossem apuradas as conclusões e todos os factos sobre alegadas ilegalidades cometidas na construção da habitação particular do autarca... No final de reunião pública desta sexta-feira aos jornalistas Carlos Pinto não adiantou muitos pormenores, “obtive as respostas que considerei suficientes para estar aqui hoje”, garante o autarca que reserva para mais tarde declarações “sobre outras realidades que eu quero explicar e que aconteceram neste caso.”" Susana Proença, JF
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Que importa que Carlos Pinto tenha respostas, se faltam as explicações públicas?
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Que importa que Carlos Pinto tenha respostas, se faltam as explicações públicas?
20100530
Parolos
"O inenarrável Presidente da Câmara da Covilhã chamou "parolo" ao Governador Civil da Guarda, por causa de um Hospital. "Parolo", entre outras coisas, significa "homem da serra", o que se apropria a Santinho Pacheco e a Carlos Pinto. Pinto é, pois, também "parolo". Aliás, ele é o parolo-mor da Beira Interior. Para além de ser um espertalhão. Pinto significa em termos de política de desenvolvimento tudo o que eu não quero para a minha cidade. As suas opções são quase sempre populistas e demagógicas. Por outro lado, não gosto da figurinha empertigada e arrogante... Pinto tem investido (com muito dinheiro gasto) na promoção da sua cidade. A investida é contínua: Covilhã, cidade da neve, das cherovias, da animação pimba e da selecção de futebol. E do Hospital Central. O homem esforça-se e produz sound bytes a gosto dos jornalistas. A delegação do Jornal do Fundão... é um exemplo da forma como um órgão de informação se coloca ao serviço de uma estratégia de propaganda. A maioria rende-se a Carlos Pinto e "a esquerda" baixa os braços." Café Mondego
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CM Covilhã
20080430
PIN-óquios
"Projecto Aleia tem qualidade PIN - "O presidente da empresa luso-francesa, Jean Quiquempoix, assinou ontem com o presidente da Câmara da Covilhã, Carlos Pinto, o protocolo de cedência de terrenos para a fábrica e recebeu palavras de apoio ao projecto pelo secretário de Estado adjunto, da Indústria e Inovação, Castro Guerra (...) A Aleia vai funcionar num edifício semelhante a um hangar industrial junto ao aeródromo da Covilhã, cuja ocupação foi hoje protocolada entre Jean Quiquempoix e o presidente da Câmara da Covilhã, Carlos Pinto. Terá inicialmente 2.000 metros quadrados e irá crescendo à medida do projecto até aos 10.000 metros quadrados, nos primeiros cinco anos."
A empresa Aleia nasce da junção de esforços da da Dyn'Aéro, sociedade francesa que concebe aviões ligeiros e que já está presente em Portugal (Ponte de Sor), e da a Equip'Aéro, uma empresa francesa de equipamentos aeronáuticos com sede em Toulouse.
Do lado português, estão incluídas a Spinworks, gabinete português de estudos aeronáuticos sediado em Lisboa, e a Plasdan, empresa portuguesa ligada à indústria de moldes na Marinha Grande. (...) Carlos Pinto, autarca da Covilhã, acredita que este pode ser "um impulso decisivo para criar um cluster ligado à aeronáutica na Covilhã". "Merece ser acarinhado por nós e pelo Governo para que possa dar origem a algo de novo", realçou. (...) O secretário de Estado adjunto, da Indústria e Inovação, Castro Guerra, considera o fabrico de aviões a jacto na Covilhã como um projecto de Potencial Interesse Nacional (PIN) "É a discriminação positiva prevista no Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) para projectos no interior", realçou. "Está a ser feita de forma inteligente a passagem de actividades de mão-de-obra intensiva para as áreas do conhecimento", conclui o secretário de Estado." DXXI, 15 de Abril de 2008
A empresa Aleia nasce da junção de esforços da da Dyn'Aéro, sociedade francesa que concebe aviões ligeiros e que já está presente em Portugal (Ponte de Sor), e da a Equip'Aéro, uma empresa francesa de equipamentos aeronáuticos com sede em Toulouse.
Do lado português, estão incluídas a Spinworks, gabinete português de estudos aeronáuticos sediado em Lisboa, e a Plasdan, empresa portuguesa ligada à indústria de moldes na Marinha Grande. (...) Carlos Pinto, autarca da Covilhã, acredita que este pode ser "um impulso decisivo para criar um cluster ligado à aeronáutica na Covilhã". "Merece ser acarinhado por nós e pelo Governo para que possa dar origem a algo de novo", realçou. (...) O secretário de Estado adjunto, da Indústria e Inovação, Castro Guerra, considera o fabrico de aviões a jacto na Covilhã como um projecto de Potencial Interesse Nacional (PIN) "É a discriminação positiva prevista no Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) para projectos no interior", realçou. "Está a ser feita de forma inteligente a passagem de actividades de mão-de-obra intensiva para as áreas do conhecimento", conclui o secretário de Estado." DXXI, 15 de Abril de 2008
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CM Covilhã
20080811
As piscinas da Covilhã, ainda
As trapalhadas que envolveram a construção das piscinas (anteriormente descritas) não acabaram com a inauguração. A fazer fé nos jornais da paróquia, ambas as piscinas têm capacidade para acolher 3.400 pessoas. Ou seja, nas contas do GE*, proporcionam uma área de banho de 0,7m2 por pessoa, o que mal dá para abrir os braços. Mas Carlos Pinto diz que “são estruturas de lazer destinadas não só para a cidade, mas capazes de atrair visitantes de toda a região”; desde que dispostos a desembolsar entre 1,5 e 5 euros (DXXI). Por seu turno, o Urbi aguardava há muito esta estrutura: "Carlos Pinto, autarca serrano diz agora que os munícipes já têm locais de lazer" e considera-a “a melhor piscina do nosso País”, provavelmente devido"ao simulador de ondas que permite que a água desta piscina tenha ondas reais, semelhantes ao movimento do mar" e por só funcionar no Verão. Isto, claro, por cerca de três milhões de euros. Pensando provavelmente nas belas traseiras da Av. da ANIL e na cobertura do inefável pavilhão da RUDE, Carlos Pinto garante que esta obra "tem um enquadramento paisagístico que poucas têm" e virá a tornar-se num "atractivo à fixação de população jovem"! O GE* exulta com a visão do edil, plasmada na frase castiça que chega a apetecer comentar em vernáculo: "podemos dizer que fomos buscar o mar até à Covilhã porque fizemos as ondas". Isto, apesar do "dinheiro do Terreiro do Paço não se ver no interior", transcreve O Interior. Agora, uma semana volvida sobre a inauguração, parece que a piscina municipal do Teixoso tem de ser encerrada para obras de manutenção (BE), graças a uma fissura... É o preço da pressa.
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CM Covilhã
20070602
IGAT na Covilhã
"Câmara da Covilhã garante que o processo ainda está em fase de contraditório, mas secretaria de Estado da Administração Local desmente (...) Inspecção-Geral da Administração do Território (IGAT) que terá detectado dezenas de violações das leis urbanísticas por parte da Câmara da Covilhã (...) a IGAT terá detectado que o município violou sistematicamente o Plano Director Municipal (PDM), a Reserva Ecológica Nacional (REN) e a Reserva Agrícola Nacional (RAN), entre outras alegadas infracções. No dia seguinte, Carlos Pinto desvalorizou o assunto, afirmando que a Inspecção está «transformada num centro de produção de telenovelas à volta dos municípios» e que a autarquia «não deve, nem teme» (...)Em causa está uma inspecção ordinária sectorial ao município da Covilhã iniciada a 17 de Junho de 2005. Segundo o comunicado, o parecer do Inspector-Geral da Administração do Território foi dado a 13 de Fevereiro último, seguindo-se a 15 de Março o despacho tutelar do secretário de Estado Adjunto e da Administração Local. (...) nos termos da lei, o processo está disponível para consulta «pelos órgãos de comunicação social e demais interessados» desde 4 de Maio no serviço de Relações Públicas, Documentação e Informação da Secretaria-Geral da Presidência do Conselho de Ministros. De resto, o comunicado refere também que os elementos processuais «passíveis de intervenção do Ministério Público» foram extraídos dos elementos disponibilizados e enviados, igualmente a 4 de Maio, «aos Procuradores da República junto do Tribunal Administrativo e Fiscal de Castelo Branco e do Tribunal Judicial da Covilhã». Ora, quem não gostou de ter sido desmentido foi Carlos Pinto, (...) diz estar a ser «alvo de uma campanha» da Secretaria de Estado da Administração Local e do PS por não ter a «cor partidária do Governo». A Câmara acusa o gabinete de Eduardo Cabrita de «fazer chegar às televisões notícias falsas e de puro delírio criativo face ao que se denuncia», que, para a edilidade, são assuntos «triviais». (...) As multas que a ex-Direcção Regional de Agricultura da Beira Interior (...) instaurou à Câmara da Covilhã, em Novembro de 2006, por ter violado duas parcelas da Reserva Agrícola Nacional (RAN) durante as obras de urbanização da Quinta do Freixo «foram para o cesto dos papéis já há muitos meses», garantiu Carlos Pinto. «Não pagámos nada», reforçou. Recorde-se que a ex-DRABI multou a Câmara da Covilhã e a empresa Construções Lourenço – responsável pelo loteamento na Quinta do Freixo - em 30 mil euros cada por terem movimentado dois hectares de terreno da RAN." O Interior, 31 de Maio de 2007
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